Foram encontradas 50 questões.
Leia o texto para responder a questão.
21 DE MAIO Passei uma noite horrivel. Sonhei que eu
residia numa casa residivel, tinha banheiro, cozinha, copa e
até quarto de criada. Eu ia festejar o aniversario de minha
filha Vera Eunice. Eu ia comprar-lhe umas panelinhas que
há muito ela vive pedindo. Porque eu estava em condições
de comprar. Sentei na mesa para comer. A toalha era alva ao
lirio. Eu comia bife, pão com manteiga, batata frita e salada.
Quando fui pegar outro bife despertei. Que realidade amarga!
Eu não residia na cidade. Estava na favela. Na lama, as margens do Tietê. E com 9 cruzeiros apenas. Não tenho açucar
porque ontem eu saí e os meninos comeram o pouco que eu
tinha.
... Quem deve dirigir é quem tem capacidade. Quem tem
dó e amisade ao povo. Quem governa o nosso país é quem
tem dinheiro, quem não sabe o que é fome, a dor, e a aflição do pobre. Se a maioria revoltar-se, o que pode fazer a
minoria? Eu estou ao lado do pobre, que é o braço. O braço
desnutrido.
(Carolina Maria de Jesus.
Quarto de despejo – diário de uma favelada, 1993)
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Leia a charge.

(Chargista Lute. https://www.hojeemdia.com.br, 15.02.2020)
A relação de sentido entre as duas falas é de
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Leia o texto para responder a questão.
Privados do Bolsa Família, milhões de pobres buscam
ajuda de prefeituras, em todo o País, para conseguir o mínimo
indispensável à sobrevivência. Muitas dessas prefeituras
também são pobres e incapazes, portanto, de suportar essa
sobrecarga. O problema se acumula – para as famílias
e para os municípios – porque o governo federal deixou,
desde o primeiro semestre do ano passado, de dar cobertura a milhões de pessoas no principal programa de transferência de renda. O crescimento da pobreza era previsível.
O desemprego tem recuado muito devagar e permanece
muito mais alto que nas demais economias emergentes e no
mundo avançado. Mas os programas econômicos e sociais
foram conduzidos como se a população de renda mais baixa
estivesse em condições muito mais confortáveis, ou talvez
nem passasse de uma ficção estatística. Na fila dos pobres
sem assistência já se acumulam uns 3,5 milhões de pessoas,
correspondentes a cerca de 1,5 milhão de famílias, segundo
informe do Estado.
(Editorial, “Milhões na fila dos sem-bolsa”.
https://opiniao.estadao.com.br, 26.02.2020. Adaptado)
(Editorial, “Um campeão de desemprego”. https://opiniao.estadao.com.br, 02.03.2020. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Privados do Bolsa Família, milhões de pobres buscam
ajuda de prefeituras, em todo o País, para conseguir o mínimo
indispensável à sobrevivência. Muitas dessas prefeituras
também são pobres e incapazes, portanto, de suportar essa
sobrecarga. O problema se acumula – para as famílias
e para os municípios – porque o governo federal deixou,
desde o primeiro semestre do ano passado, de dar cobertura a milhões de pessoas no principal programa de transferência de renda. O crescimento da pobreza era previsível.
O desemprego tem recuado muito devagar e permanece
muito mais alto que nas demais economias emergentes e no
mundo avançado. Mas os programas econômicos e sociais
foram conduzidos como se a população de renda mais baixa
estivesse em condições muito mais confortáveis, ou talvez
nem passasse de uma ficção estatística. Na fila dos pobres
sem assistência já se acumulam uns 3,5 milhões de pessoas,
correspondentes a cerca de 1,5 milhão de famílias, segundo
informe do Estado.
(Editorial, “Milhões na fila dos sem-bolsa”.
https://opiniao.estadao.com.br, 26.02.2020. Adaptado)
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Privados do Bolsa Família, milhões de pobres buscam
ajuda de prefeituras, em todo o País, para conseguir o mínimo
indispensável à sobrevivência. Muitas dessas prefeituras
também são pobres e incapazes, portanto, de suportar essa
sobrecarga. O problema se acumula – para as famílias
e para os municípios – porque o governo federal deixou,
desde o primeiro semestre do ano passado, de dar cobertura a milhões de pessoas no principal programa de transferência de renda. O crescimento da pobreza era previsível.
O desemprego tem recuado muito devagar e permanece
muito mais alto que nas demais economias emergentes e no
mundo avançado. Mas os programas econômicos e sociais
foram conduzidos como se a população de renda mais baixa
estivesse em condições muito mais confortáveis, ou talvez
nem passasse de uma ficção estatística. Na fila dos pobres
sem assistência já se acumulam uns 3,5 milhões de pessoas,
correspondentes a cerca de 1,5 milhão de famílias, segundo
informe do Estado.
(Editorial, “Milhões na fila dos sem-bolsa”.
https://opiniao.estadao.com.br, 26.02.2020. Adaptado)
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- MorfologiaVerbosElementos Estruturais
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- MorfologiaVerbosFormas NominaisInfinitivo
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
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Privados do Bolsa Família, milhões de pobres buscam
ajuda de prefeituras, em todo o País, para conseguir o mínimo
indispensável à sobrevivência. Muitas dessas prefeituras
também são pobres e incapazes, portanto, de suportar essa
sobrecarga. O problema se acumula – para as famílias
e para os municípios – porque o governo federal deixou,
desde o primeiro semestre do ano passado, de dar cobertura a milhões de pessoas no principal programa de transferência de renda. O crescimento da pobreza era previsível.
O desemprego tem recuado muito devagar e permanece
muito mais alto que nas demais economias emergentes e no
mundo avançado. Mas os programas econômicos e sociais
foram conduzidos como se a população de renda mais baixa
estivesse em condições muito mais confortáveis, ou talvez
nem passasse de uma ficção estatística. Na fila dos pobres
sem assistência já se acumulam uns 3,5 milhões de pessoas,
correspondentes a cerca de 1,5 milhão de famílias, segundo
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(Editorial, “Milhões na fila dos sem-bolsa”.
https://opiniao.estadao.com.br, 26.02.2020. Adaptado)
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indispensável à sobrevivência. Muitas dessas prefeituras
também são pobres e incapazes, portanto, de suportar essa
sobrecarga. O problema se acumula – para as famílias
e para os municípios – porque o governo federal deixou,
desde o primeiro semestre do ano passado, de dar cobertura a milhões de pessoas no principal programa de transferência de renda. O crescimento da pobreza era previsível.
O desemprego tem recuado muito devagar e permanece
muito mais alto que nas demais economias emergentes e no
mundo avançado. Mas os programas econômicos e sociais
foram conduzidos como se a população de renda mais baixa
estivesse em condições muito mais confortáveis, ou talvez
nem passasse de uma ficção estatística. Na fila dos pobres
sem assistência já se acumulam uns 3,5 milhões de pessoas,
correspondentes a cerca de 1,5 milhão de famílias, segundo
informe do Estado.
(Editorial, “Milhões na fila dos sem-bolsa”.
https://opiniao.estadao.com.br, 26.02.2020. Adaptado)
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Privados do Bolsa Família, milhões de pobres buscam
ajuda de prefeituras, em todo o País, para conseguir o mínimo
indispensável à sobrevivência. Muitas dessas prefeituras
também são pobres e incapazes, portanto, de suportar essa
sobrecarga. O problema se acumula – para as famílias
e para os municípios – porque o governo federal deixou,
desde o primeiro semestre do ano passado, de dar cobertura a milhões de pessoas no principal programa de transferência de renda. O crescimento da pobreza era previsível.
O desemprego tem recuado muito devagar e permanece
muito mais alto que nas demais economias emergentes e no
mundo avançado. Mas os programas econômicos e sociais
foram conduzidos como se a população de renda mais baixa
estivesse em condições muito mais confortáveis, ou talvez
nem passasse de uma ficção estatística. Na fila dos pobres
sem assistência já se acumulam uns 3,5 milhões de pessoas,
correspondentes a cerca de 1,5 milhão de famílias, segundo
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https://opiniao.estadao.com.br, 26.02.2020. Adaptado)
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Leia a tira para responder a questão.

(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 27.01.2020)
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