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Homem de 75 anos está em programação de hemorroidectomia. É hipertenso, bem controlado com enalapril 10 mg/dia. Ex-tabagista 30 maços-ano, parou há 15 anos. Na avaliação pré-operatória foi evidenciada queixa de dispneia aos médios esforços. Exame clínico: sopro sistólico em foco aórtico e aórtico acessório, com irradiação para fúrcula e pescoço, sem outras alterações. Exames: Hemoglobina= 13,1 g/dL, leucócitos= 8.630/mm³, plaquetas= 180.000/mm³, ureia= 45 mg/dL, creatinina= 1,1 mg/dL; sódio= 141mEq/L, potássio= 4,9 mEq/L, glicemia= 98 mg/dL. ECG= ritmo sinusal, sobrecarga de ventrículo esquerdo. Radiografia de tórax= botão aórtico proeminente. Ecocardiograma: FE 67%, septo 11 mm, parede posterior 11 mm, valva aórtica calcificada, com diminuição de sua abertura, com gradiente sistólico máximo de 80 mmHg e médio de 46 mmHg, e área valvar de 0,7 cm².
A conduta mais adequada para este paciente é:
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Homem de 60 anos, branco, assintomático, tabagista de 50 maços-ano e obeso (IMC = 31 Kg/m2), vem ao médico para consulta preventiva de saúde. Na consulta, refere que há um mês começou a fazer a pé os trajetos entre a casa e o trabalho (cerca de 10 minutos por dia a passo lento), além de varrer o quintal, nos finais de semana. Diz, também, que já fez uma tentativa fracassada para parar de fumar e que acha muito difícil que, um dia, consiga.
Os estágios de prontidão deste paciente para atividade física e para cessação do tabagismo são, respectivamente:
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Mulher de 35 anos tem história de fraqueza progressiva há dois meses. Na investigação, constatada Hb = 9,0 g/dL, VCM = 67 fL, ferritina = 4 ng/mL. Tem passado de úlcera péptica e hipermenorragia. Já tentou repor ferro oral, tomando antes das refeições, com suco de laranja, mas teve grande intolerância.
Para diminuir esta intolerância, sem alterar a eficiência da reposição, podemos:
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Homem de 60 anos, etilista crônico, desenvolve cirrose hepática. Queixa-se de dispneia quando se levanta da cama pela manhã. noite, passa bem em decúbito dorsal. O exame que pode explicar este fenômeno é:
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Homem de 61 anos, 65 kg e 1,67m, é submetido à laparotomia exploradora por doença diverticular perfurada. Evoluiu no primeiro pós-operatório com choque séptico. Apesar de reposição volêmica adequada, noradrenalina 0,8 μg/Kg/min e hidrocortisona, mantém PA = 80 x 40 e FC = 120 bpm. O ecocardiograma realizado à beira do leito mostrou ventrículo esquerdo (VE) hiperdinâmico. O diâmetro da via de saída do VE é de 2 cm e a integral da velocidade-tempo (VTI) é 24 cm/s.
O melhor fármaco a ser introduzido neste momento é:
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Mulher de 73 anos, com diabetes mellitus e hipertensão arterial, é internada por quadro de icterícia há uma semana. Apresenta perda de 10 kg nos últimos seis meses (peso atual de 45 kg). Exame clínico: descorada 2+/4+, ictérica 4+/4+, emagrecida, fígado doloroso e palpável a 4 cm do rebordo costal direito. ECOG 4 (precisa de ajuda para se alimentar e só consegue tomar banho no leito). Exames laboratoriais: creatinina = 2,8 mg/dl; Hb = 7,9 g/dL; CA 19-9 = 11320 u/mL; bilirrubina total = 19,8 mg/dL (bilirrubina direta = 18,5 mg/dL). Tomografia computadorizada de abdome mostrou lesão com características de neoplasia maligna em cabeça de pâncreas de 2,8 cm e dilatação da via biliar à montante, além de diversos nódulos hepáticos com características de metástases. Biópsia de um dos nódulos hepáticos foi compatível com adenocarcinoma metastático com sítio primário em pâncreas.
A conduta mais adequada é:
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Homem de 25 anos teve seu segundo episódio de urolitíase confirmado por tomografia computadorizada de abdome, sendo então encaminhado ao nefrologista para investigação metabólica. Na investigação inicial, foi evidenciado a presença de hipercalciúria com normocalcemia, a dosagem de paratormônio era normal.
Este paciente se beneficiaria de todas as medidas abaixo, EXCETO:
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Mulher de 58 anos foi admitida na enfermaria por pneumonia comunitária. Tem antecedente de hipertensão arterial. Fazia uso ambulatorial de enalapril 10 mg 12/12h e hidroclorotiazida 25 mg. Exame clínico: Glasgow = 14 (AO = 4; MRV = 4; MRM = 6); Peso = 55 kg; Altura = 160 cm; PA = 130x80 mmHg; FC = 92 bpm. Paciente está sem se alimentar há 6 horas. Glicemia capilar = 185 mg/dL. Exames laboratoriais: HbA1c = 6,2%; creatinina = 1,0 mg/dL.
Podemos afirmar que:
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Mulher de 52 anos é admitida no hospital com abscesso hepático volumoso, em choque séptico. No 4o dia de internação, está extubada, com sonda nasogástrica aberta (débito > 1.000 mL/dia), em uso de noradrenalina (0,08 mcg/Kg/min) e função renal em piora. Exames laboratoriais: creatinina=2,8 mg/dL; ureia=180 mg/dL; pH = 7,3; pCO2 = 39 mmHg; bicarbonato = 18 mEq/L; SBE = - 6 mEq/L; Na+ = 144 mEq/L; K+ = 5 mEq/L; Cl- = 89 mEq/L; lactato = 14 mg/dL; albumina = 2 g/dL.
Assinale a alternativa que contenha todos os distúrbios ácido-básicos apresentados.
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Homem de 78 anos, com escolaridade de sete anos, com antecedentes de hipertensão, diabetes, hipotireoidismo e infarto prévio com angioplastia. Sua filha conta que ele vinha esquecendo nome de pessoas e onde guardava os objetos do dia-a-dia como chaves e óculos há seis meses. Percebeu perda de interesse para realizar as atividades que costumava fazer antes, como frequentar a igreja e os encontros dos amigos da sua idade. Relata que o pai não tem saído de casa e perdeu quase 6 Kg no último ano. Além da queixa de memória, o paciente apresenta queixas de cansaço, menor apetite e insônia. Nega delírios ou alucinações. Mini-mental = 22 pontos com erros marcantes no sub-item cálculo.
A conduta mais adequada é:
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