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Considerando que um recém-nascido apresenta ausência de orifício anal e distensão abdominal progressiva, a conduta CORRETA deve ser:
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Uma adolescente de 15 anos procura atendimento sozinha por disúria e corrimento vaginal há 5 dias. Refere vida sexual ativa, nega coerção, compreende riscos e benefícios das condutas propostas e solicita testagem para IST e orientação contraceptiva. Pede que os responsáveis não sejam informados. Ao exame, está afebril, estável e sem indícios clínicos de violência. De acordo com o caso, assinale a conduta profissional CORRETA:
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Mulher de 72 anos, hipertensa, chega com dispneia súbita e ortopneia após cessar diuréticos. Estertores difusos, PA 190/110 mmHg, turgência jugular e radiografia com congestão vascular e linhas B. Sem febre. A intervenção inicial CORRETA, nesse caso, deve ser:
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Paciente de 35 anos é intubado por rebaixamento do nível de consciência. Após a intubação, há expansão torácica aparente com ventilação manual, mas a capnografia exibe curva achatada e ETCO₂ persistentemente muito baixo. A saturação começa a cair. Dessa forma, a conduta imediata CORRETA deve ser:
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Menino de 3 anos teve engasgo súbito ao comer amendoim, seguido de tosse intensa. Evoluiu com sibilância unilateral à direita e redução do murmúrio vesicular no mesmo lado. Radiografia em expiração mostra hiperinsuflação unilateral e desvio discreto do mediastino. Conforme o caso, a conduta CORRETA para diagnóstico e tratamento é:
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Criança de 6 anos apresenta febre alta há 2 dias, tosse produtiva e dor torácica. Exame com taquipneia e estertores localizados em base direita, sem sibilância difusa. Saturação 93% em ar ambiente e radiografia com consolidação lobar. Sobre o tema, assinale a conduta inicial CORRETA:
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Criança de 5 anos apresenta dor abdominal recorrente e massa palpável em quadrante inferior direito. Diante do exposto, o diagnóstico e conduta são, CORRETA e respectivamente:
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Homem de 52 anos, IMC 44 kg/m², é internado por sonolência e dispneia. Gasometria inicial: pH 7,26; PaCO₂ 78 mmHg; PaO₂ 54 mmHg, sem evidência de DPOC significativa em espirometria prévia. Evolui com melhora após ventilação não invasiva na enfermaria. Está clinicamente apto para alta, mas ainda não realizou polissonografia nem titulação formal de pressão positiva. Diante do exposto, a conduta de suporte ventilatório domiciliar na alta que é CORRETAMENTE adequada até a investigação e titulação em laboratório do sono é:
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Homem de 41 anos com pneumonia bacteriana evolui com dor pleurítica e persistência de febre após 72 horas de antibiótico. Ultrassom evidencia derrame pleural septado. Toracocentese: pH 7,10, glicose baixa e LDH elevado, com predomínio de neutrófilos. A conduta CORRETA em relação ao caso deve ser:
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Recém-nascido apresenta vômitos biliosos nas primeiras horas de vida e radiografia mostra “dupla bolha”. O diagnóstico e conduta são, nesse caso:
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