Foram encontradas 20 questões.
A NR12 estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos. Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I-Condições de usinagem não apropriadas, não proteção das partes móveis da máquina, estado precário de afiação e falta de dispositivos de segurança em caso de algum problema são alguns dos aspectos que podem colocar em risco a integridade e segurança do operador, deixando-o mais sujeito aos acidentes.
PORQUE
II-As partes móveis dos equipamentos devem ser protegidas; as zonas de perigo devem ser demarcadas; devem ser adotados dispositivos de segurança para acionamentos, desacionamentos e paradas de emergência; realizar limpeza do piso; bem como capacitar o operador antes dele assumir a função ou reciclagem quando ocorrerem modificações significativas nas instalações e na operação das máquinas.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
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Analise as afirmativas a seguir:
I-Escala é a representação de qualquer tipo de proporção de objetos, seja ele linear ou não linear.
II-Escalas são representadas por "Esc".
III-Escalas são inseridas na legenda do projeto e podem ser de três tipos.
IV-Escalas podem ser reduzidas ou ampliadas à razão de 10.
É correto o que se afirma em:
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Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona equipamentos indispensáveis para marcenaria às suas funções:
Primeira coluna: equipamentos
1-Trena
2-Tupia
3-Formão
Segunda coluna: funções
(__)Serve para aparar e recortar peças de madeira.
(__)Permite a medição.
(__)Propicia entalhes, molduras, encaixes.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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Sobre conceitos básicos e estudos da forma para as áreas de design e arquitetura, analise as afirmativas a seguir:
I-Forma é qualquer área bidimensional com um limite reconhecível, ou seja, círculos, quadrados, triângulos etc. Elas são divididas em duas categorias: geométrica ou regular e orgânica, onde são mais livres.
II-No design, a textura acrescenta profundidade e tato em imagens planas. Os objetos podem ter aparência de lisos, ásperos, duros ou macios, dependendo dos elementos.
III-O equilíbrio é a condição de um sistema em que as forças que sobre ele atuam se compensam, anulando-se mutuamente. Igualdade de força entre duas ou mais coisas ou pessoas, grupos etc. em oposição.
É correto o que se afirma em:
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O esquadro é um instrumento de desenho que também pode ser usado para fazer linhas retas verticais com o apoio de uma régua T ou régua paralela e para formar ângulos principais como 30º, 45º, 60º, 90º e combinações de ângulos utilizando dois esquadros. Dada essa temática, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Em um verdadeiro par de esquadros, a hipotenusa do triângulo retângulo isósceles correspondente ao esquadro que tem os dois ângulos de 45° é congruente ao maior cateto do esquadro correspondente ao triângulo retângulo com ângulos de 30° e 60º.
(__)O par de esquadros é usado como instrumento de desenho para solução de problemas de geometria gráfica. O par de esquadros é composto por um esquadro com dois ângulos de 45º e outro com um ângulo de 30º e outro ângulo de 60º.
(__)Existem 2 tipos de esquadros básicos: O primeiro com o formato de um triângulo retângulo isósceles de 45º- 45º- 90º; O segundo com o formato de um triângulo retângulo escaleno de 30º-60º-90º.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal
Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.
A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.
Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.
A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.
Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."
A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.
Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.
Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.
Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."
Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.
Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a classe gramatical das palavras retiradas do texto e listadas a seguir:
Primeira - porém - afirma - tecnicamente - aconselhamento
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal
Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.
A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.
Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.
A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.
Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."
A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.
Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.
Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.
Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."
Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.
A partir da leitura cuidadosa do texto "Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal", analise as afirmativas a seguir. Assinale V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Apesar de defender o uso da IA nos tribunais, Joshua Browder acha que esse uso não está, tecnicamente, dentro das regras.
(__)Joshua Browder tem experiência no caso que será defendido em tribunal pela IA, pois também levou muitas multas por excesso de velocidade quando se mudou para os Estados Unidos.
(__)Segundo Joshua Browder, a IA pode substituir muitos advogados que fazem apenas um trabalho limitado e cobram muito dinheiro por isso.
(__)A IA será utilizada no tribunal como um aparelho auditivo e, dessa forma, será considerada dentro da legalidade.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal
Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.
A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.
Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.
A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.
Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."
A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.
Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.
Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.
Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."
Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.
A partir da leitura do texto "Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal", analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Softwares de Inteligência Artificial precisam ser alimentados com muitos dados para que funcionem corretamente.
PORQUE
II. A ideia do software criado pelo DoNotPay é que a IA substitua alguns advogados ao longo do tempo.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal
Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.
A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.
Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.
A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.
Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."
A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.
Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.
Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.
Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."
Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.
O texto "Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal" trata-se de uma reportagem. Assinale a alternativa que apresenta a melhor definição desse gênero textual:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal
Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.
A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.
Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.
A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.
Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."
A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.
Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.
Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.
Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."
Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.
A respeito do uso dos porquês no Português Brasileiro, analise as sentenças a seguir:
I- devemos confiar na IA para fazer coisas tão importantes, como defender os direitos em tribunais?
II-Eu não consigo entender o de termos de substituir humanos por máquinas.
III-A tecnologia vem avançando nas atividades que antes eram restritamente humanas, ?
IV-É importante que entendamos como funcionam as máquinas, senão seremos reféns delas.
Assinale a alternativa que correta e respectivamente completa as sentenças apresentadas:
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