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As pirâmides ecológicas representam graficamente o fluxo de energia e matéria entre os níveis tróficos no decorrer da cadeia alimentar e podem ser de três tipos: número, biomassa e energia.
Acerca desse assunto, julgue o item que se segue.
Considerando-se as cadeias alimentares 1 e 2 a seguir, é correto afirmar que mais energia será aproveitada na cadeia 1, por esta ser mais curta que a 2.
(1) árvore → insetos → pássaros (2) milho → ratos → cobras → gaviões
Acerca desse assunto, julgue o item que se segue.
Considerando-se as cadeias alimentares 1 e 2 a seguir, é correto afirmar que mais energia será aproveitada na cadeia 1, por esta ser mais curta que a 2.
(1) árvore → insetos → pássaros (2) milho → ratos → cobras → gaviões
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As pirâmides ecológicas representam graficamente o fluxo de
energia e matéria entre os níveis tróficos no decorrer da cadeia
alimentar e podem ser de três tipos: número, biomassa e energia.
Acerca desse assunto, julgue o item que se segue.
Na pirâmide de número, é representada a massa total dos organismos presentes em cada nível trófico.
Acerca desse assunto, julgue o item que se segue.
Na pirâmide de número, é representada a massa total dos organismos presentes em cada nível trófico.
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O material genético bacteriano, indicado por X na figura, é constituído de uma dupla fita circular de DNA.
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As bactérias cuja morfologia contém a estrutura indicada por VIII apresentam distribuição de flagelos tipo peritríquio.
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A parede celular indicada por III permite a diferenciação das bactérias em gram-negativas e gram-positivas, por meio de um procedimento no qual o tratamento com álcool remove o corante violeta de genciana das bactérias gram-positivas.
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A estrutura indicada por II pode contribuir para a virulência de determinadas espécies de bactérias, como Staphylococcus aureus.
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As estruturas indicadas por I são fímbrias, pequenos filamentos proteicos que favorecem a aderência da bactéria aos tecidos do hospedeiro.
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O papel fundante da memória dos mortos para o
desenvolvimento da cultura teve algo de acidental, pois o
mecanismo poderoso de propagação dos hábitos, das ideias e dos
comportamentos dos ancestrais foi o afeto. A lembrança de quem
partiu, bem visível nos chimpanzés, que se enlutam quando
perdem um ente querido, tornou-se uma marca indelével de nossa
espécie. Isso não aconteceu sem contradições, é claro. Com o
amor pelos mortos surgiu também o medo deles. Do Egito a
Papua-Nova Guiné, em distintos momentos e lugares,
floresceram rituais para neutralizar, apaziguar e satisfazer aos
espíritos desencarnados. Na Inglaterra medieval, temiam-se tanto
os mortos que cadáveres eram mutilados e queimados para se
garantir sua permanência nas covas. Entre os Yanomami, a
queima dos pertences é uma parte essencial dos rituais fúnebres.
A Igreja Católica até hoje considera que os restos mortais dos
santos são valiosas relíquias religiosas.
A propagação dos memes de entidades espirituais foi,
portanto, impulsionada pelos afetos positivos e negativos em
relação aos mortos. Foi a memória das técnicas e dos
conhecimentos carregados pelos avós e pais falecidos que
transformou esse processo em algo adaptativo, um verdadeiro
círculo virtuoso simbólico. Não é exagero dizer que o motor
essencial da nossa explosão cultural foi a saudade dos mortos. A
crença na autoridade divina para orientar decisões humanas levou
a um acúmulo acelerado de conhecimentos empíricos sobre o
mundo, sob a forma de preceitos, mitos, dogmas, rituais e
práticas. Ainda que apoiada em coincidências e superstições de
todo tipo, essa crença foi o embrião de nossa racionalidade.
Causas e efeitos foram sendo aprendidos pela corroboração ou
não da eficácia dos símbolos religiosos.
Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história da ciência e do sonho.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 325 (com adaptações).
A locução verbal “foram sendo aprendidos” (último período do segundo parágrafo) indica que o aprendizado levou um tempo.
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O papel fundante da memória dos mortos para o
desenvolvimento da cultura teve algo de acidental, pois o
mecanismo poderoso de propagação dos hábitos, das ideias e dos
comportamentos dos ancestrais foi o afeto. A lembrança de quem
partiu, bem visível nos chimpanzés, que se enlutam quando
perdem um ente querido, tornou-se uma marca indelével de nossa
espécie. Isso não aconteceu sem contradições, é claro. Com o
amor pelos mortos surgiu também o medo deles. Do Egito a
Papua-Nova Guiné, em distintos momentos e lugares,
floresceram rituais para neutralizar, apaziguar e satisfazer aos
espíritos desencarnados. Na Inglaterra medieval, temiam-se tanto
os mortos que cadáveres eram mutilados e queimados para se
garantir sua permanência nas covas. Entre os Yanomami, a
queima dos pertences é uma parte essencial dos rituais fúnebres.
A Igreja Católica até hoje considera que os restos mortais dos
santos são valiosas relíquias religiosas.
A propagação dos memes de entidades espirituais foi,
portanto, impulsionada pelos afetos positivos e negativos em
relação aos mortos. Foi a memória das técnicas e dos
conhecimentos carregados pelos avós e pais falecidos que
transformou esse processo em algo adaptativo, um verdadeiro
círculo virtuoso simbólico. Não é exagero dizer que o motor
essencial da nossa explosão cultural foi a saudade dos mortos. A
crença na autoridade divina para orientar decisões humanas levou
a um acúmulo acelerado de conhecimentos empíricos sobre o
mundo, sob a forma de preceitos, mitos, dogmas, rituais e
práticas. Ainda que apoiada em coincidências e superstições de
todo tipo, essa crença foi o embrião de nossa racionalidade.
Causas e efeitos foram sendo aprendidos pela corroboração ou
não da eficácia dos símbolos religiosos.
Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história da ciência e do sonho.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 325 (com adaptações).
Sem alteração dos sentidos originais do texto, a expressão “Ainda que” (penúltimo período do segundo parágrafo) poderia ser substituída por Desde que.
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O papel fundante da memória dos mortos para o
desenvolvimento da cultura teve algo de acidental, pois o
mecanismo poderoso de propagação dos hábitos, das ideias e dos
comportamentos dos ancestrais foi o afeto. A lembrança de quem
partiu, bem visível nos chimpanzés, que se enlutam quando
perdem um ente querido, tornou-se uma marca indelével de nossa
espécie. Isso não aconteceu sem contradições, é claro. Com o
amor pelos mortos surgiu também o medo deles. Do Egito a
Papua-Nova Guiné, em distintos momentos e lugares,
floresceram rituais para neutralizar, apaziguar e satisfazer aos
espíritos desencarnados. Na Inglaterra medieval, temiam-se tanto
os mortos que cadáveres eram mutilados e queimados para se
garantir sua permanência nas covas. Entre os Yanomami, a
queima dos pertences é uma parte essencial dos rituais fúnebres.
A Igreja Católica até hoje considera que os restos mortais dos
santos são valiosas relíquias religiosas.
A propagação dos memes de entidades espirituais foi,
portanto, impulsionada pelos afetos positivos e negativos em
relação aos mortos. Foi a memória das técnicas e dos
conhecimentos carregados pelos avós e pais falecidos que
transformou esse processo em algo adaptativo, um verdadeiro
círculo virtuoso simbólico. Não é exagero dizer que o motor
essencial da nossa explosão cultural foi a saudade dos mortos. A
crença na autoridade divina para orientar decisões humanas levou
a um acúmulo acelerado de conhecimentos empíricos sobre o
mundo, sob a forma de preceitos, mitos, dogmas, rituais e
práticas. Ainda que apoiada em coincidências e superstições de
todo tipo, essa crença foi o embrião de nossa racionalidade.
Causas e efeitos foram sendo aprendidos pela corroboração ou
não da eficácia dos símbolos religiosos.
Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história da ciência e do sonho.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 325 (com adaptações).
No texto, o autor defende que o pensamento racional e o pensamento religioso estiveram relacionados.
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