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Foram encontradas 120 questões.

2870223 Ano: 2023
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
As pirâmides ecológicas representam graficamente o fluxo de energia e matéria entre os níveis tróficos no decorrer da cadeia alimentar e podem ser de três tipos: número, biomassa e energia.
Acerca desse assunto, julgue o item que se segue.

Considerando-se as cadeias alimentares 1 e 2 a seguir, é correto afirmar que mais energia será aproveitada na cadeia 1, por esta ser mais curta que a 2.
(1) árvore → insetos → pássaros (2) milho → ratos → cobras → gaviões
 

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2870222 Ano: 2023
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
As pirâmides ecológicas representam graficamente o fluxo de energia e matéria entre os níveis tróficos no decorrer da cadeia alimentar e podem ser de três tipos: número, biomassa e energia.
Acerca desse assunto, julgue o item que se segue.

Na pirâmide de número, é representada a massa total dos organismos presentes em cada nível trófico.
 

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2870221 Ano: 2023
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB

Enunciado 3143022-1

Bactérias são organismos procariontes que apresentam uma organização celular simplificada. A figura anterior representa as principais características morfológicas das células bacterianas. Tendo essa figura como referência, julgue o item a seguir.
O material genético bacteriano, indicado por X na figura, é constituído de uma dupla fita circular de DNA.
 

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2870220 Ano: 2023
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB

Enunciado 3143021-1

Bactérias são organismos procariontes que apresentam uma organização celular simplificada. A figura anterior representa as principais características morfológicas das células bacterianas. Tendo essa figura como referência, julgue o item a seguir.
As bactérias cuja morfologia contém a estrutura indicada por VIII apresentam distribuição de flagelos tipo peritríquio.
 

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2870219 Ano: 2023
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB

Enunciado 3143020-1

Bactérias são organismos procariontes que apresentam uma organização celular simplificada. A figura anterior representa as principais características morfológicas das células bacterianas. Tendo essa figura como referência, julgue o item a seguir.
A parede celular indicada por III permite a diferenciação das bactérias em gram-negativas e gram-positivas, por meio de um procedimento no qual o tratamento com álcool remove o corante violeta de genciana das bactérias gram-positivas.
 

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2870218 Ano: 2023
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB

Enunciado 3143019-1

Bactérias são organismos procariontes que apresentam uma organização celular simplificada. A figura anterior representa as principais características morfológicas das células bacterianas. Tendo essa figura como referência, julgue o item a seguir.
A estrutura indicada por II pode contribuir para a virulência de determinadas espécies de bactérias, como Staphylococcus aureus.
 

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2870217 Ano: 2023
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB

Enunciado 3143018-1

Bactérias são organismos procariontes que apresentam uma organização celular simplificada. A figura anterior representa as principais características morfológicas das células bacterianas. Tendo essa figura como referência, julgue o item a seguir.
As estruturas indicadas por I são fímbrias, pequenos filamentos proteicos que favorecem a aderência da bactéria aos tecidos do hospedeiro.
 

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2870208 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
O papel fundante da memória dos mortos para o desenvolvimento da cultura teve algo de acidental, pois o mecanismo poderoso de propagação dos hábitos, das ideias e dos comportamentos dos ancestrais foi o afeto. A lembrança de quem partiu, bem visível nos chimpanzés, que se enlutam quando perdem um ente querido, tornou-se uma marca indelével de nossa espécie. Isso não aconteceu sem contradições, é claro. Com o amor pelos mortos surgiu também o medo deles. Do Egito a Papua-Nova Guiné, em distintos momentos e lugares, floresceram rituais para neutralizar, apaziguar e satisfazer aos espíritos desencarnados. Na Inglaterra medieval, temiam-se tanto os mortos que cadáveres eram mutilados e queimados para se garantir sua permanência nas covas. Entre os Yanomami, a queima dos pertences é uma parte essencial dos rituais fúnebres. A Igreja Católica até hoje considera que os restos mortais dos santos são valiosas relíquias religiosas.
A propagação dos memes de entidades espirituais foi, portanto, impulsionada pelos afetos positivos e negativos em relação aos mortos. Foi a memória das técnicas e dos conhecimentos carregados pelos avós e pais falecidos que transformou esse processo em algo adaptativo, um verdadeiro círculo virtuoso simbólico. Não é exagero dizer que o motor essencial da nossa explosão cultural foi a saudade dos mortos. A crença na autoridade divina para orientar decisões humanas levou a um acúmulo acelerado de conhecimentos empíricos sobre o mundo, sob a forma de preceitos, mitos, dogmas, rituais e práticas. Ainda que apoiada em coincidências e superstições de todo tipo, essa crença foi o embrião de nossa racionalidade. Causas e efeitos foram sendo aprendidos pela corroboração ou não da eficácia dos símbolos religiosos.
Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história da ciência e do sonho.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 325 (com adaptações).
A respeito das ideias, dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
A locução verbal “foram sendo aprendidos” (último período do segundo parágrafo) indica que o aprendizado levou um tempo.
 

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2870207 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
O papel fundante da memória dos mortos para o desenvolvimento da cultura teve algo de acidental, pois o mecanismo poderoso de propagação dos hábitos, das ideias e dos comportamentos dos ancestrais foi o afeto. A lembrança de quem partiu, bem visível nos chimpanzés, que se enlutam quando perdem um ente querido, tornou-se uma marca indelével de nossa espécie. Isso não aconteceu sem contradições, é claro. Com o amor pelos mortos surgiu também o medo deles. Do Egito a Papua-Nova Guiné, em distintos momentos e lugares, floresceram rituais para neutralizar, apaziguar e satisfazer aos espíritos desencarnados. Na Inglaterra medieval, temiam-se tanto os mortos que cadáveres eram mutilados e queimados para se garantir sua permanência nas covas. Entre os Yanomami, a queima dos pertences é uma parte essencial dos rituais fúnebres. A Igreja Católica até hoje considera que os restos mortais dos santos são valiosas relíquias religiosas.
A propagação dos memes de entidades espirituais foi, portanto, impulsionada pelos afetos positivos e negativos em relação aos mortos. Foi a memória das técnicas e dos conhecimentos carregados pelos avós e pais falecidos que transformou esse processo em algo adaptativo, um verdadeiro círculo virtuoso simbólico. Não é exagero dizer que o motor essencial da nossa explosão cultural foi a saudade dos mortos. A crença na autoridade divina para orientar decisões humanas levou a um acúmulo acelerado de conhecimentos empíricos sobre o mundo, sob a forma de preceitos, mitos, dogmas, rituais e práticas. Ainda que apoiada em coincidências e superstições de todo tipo, essa crença foi o embrião de nossa racionalidade. Causas e efeitos foram sendo aprendidos pela corroboração ou não da eficácia dos símbolos religiosos.
Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história da ciência e do sonho.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 325 (com adaptações).
A respeito das ideias, dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
Sem alteração dos sentidos originais do texto, a expressão “Ainda que” (penúltimo período do segundo parágrafo) poderia ser substituída por Desde que.
 

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2870206 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
O papel fundante da memória dos mortos para o desenvolvimento da cultura teve algo de acidental, pois o mecanismo poderoso de propagação dos hábitos, das ideias e dos comportamentos dos ancestrais foi o afeto. A lembrança de quem partiu, bem visível nos chimpanzés, que se enlutam quando perdem um ente querido, tornou-se uma marca indelével de nossa espécie. Isso não aconteceu sem contradições, é claro. Com o amor pelos mortos surgiu também o medo deles. Do Egito a Papua-Nova Guiné, em distintos momentos e lugares, floresceram rituais para neutralizar, apaziguar e satisfazer aos espíritos desencarnados. Na Inglaterra medieval, temiam-se tanto os mortos que cadáveres eram mutilados e queimados para se garantir sua permanência nas covas. Entre os Yanomami, a queima dos pertences é uma parte essencial dos rituais fúnebres. A Igreja Católica até hoje considera que os restos mortais dos santos são valiosas relíquias religiosas.
A propagação dos memes de entidades espirituais foi, portanto, impulsionada pelos afetos positivos e negativos em relação aos mortos. Foi a memória das técnicas e dos conhecimentos carregados pelos avós e pais falecidos que transformou esse processo em algo adaptativo, um verdadeiro círculo virtuoso simbólico. Não é exagero dizer que o motor essencial da nossa explosão cultural foi a saudade dos mortos. A crença na autoridade divina para orientar decisões humanas levou a um acúmulo acelerado de conhecimentos empíricos sobre o mundo, sob a forma de preceitos, mitos, dogmas, rituais e práticas. Ainda que apoiada em coincidências e superstições de todo tipo, essa crença foi o embrião de nossa racionalidade. Causas e efeitos foram sendo aprendidos pela corroboração ou não da eficácia dos símbolos religiosos.
Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história da ciência e do sonho.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 325 (com adaptações).
A respeito das ideias, dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.
No texto, o autor defende que o pensamento racional e o pensamento religioso estiveram relacionados.
 

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