Foram encontradas 120 questões.
Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo -comportamental para pessoas idosas.
A psicoterapia grupal é adequada para idosos e inclui procedimentos para mudanças de comportamento conforme as demandas presentes nos diferentes momentos do processo terapêutico.
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Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo -comportamental para pessoas idosas.
A avaliação do idoso no processo terapêutico requer a inclusão da sua história de saúde física, como existência de doenças crônicas e agudas, passadas e atuais, tipo de medicação em uso, tratamentos em curso e história de relações familiares.
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Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo -comportamental para pessoas idosas.
A depressão em pacientes idosos é comum, mas pode ser confundida ou descartada em função de outras condições, como, por exemplo, resposta de luto por perda de cônjuge, mudança do status de provedor para o de dependente, e isolamento social.
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Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo -comportamental para pessoas idosas.
A experiência de dor no idoso com demência é fácil de ser percebida pelo observador atento, porque a queixa costuma ser específica e diferenciada.
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Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo -comportamental para pessoas idosas.
Durante atendimento de idoso portador de doença crônica avançada, o psicólogo deve evitar falar sobre a morte, para favorecer que o paciente tenha um final de vida focado em assuntos descontraídos e agradáveis, chegando a uma morte digna.
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Pedro, de 82 anos de idade, está hospitalizado em estado grave, progressivo, com prognóstico reservado. Ele sempre defendeu o direito à eutanásia e sua legalização e, agora, consciente e informado de que não há possibilidade de cura para suas condições clínicas, informou à sua família, aos médicos e ao psicólogo que o assistem que não quer receber nenhum tipo de procedimento ou uso de equipamento para prorrogação da vida.
Com relação à conduta do psicólogo nesse caso hipotético, julgue o próximo item.
Caso Pedro estivesse inconsciente e não tivesse informado à família o seu desejo de não receber procedimentos para prorrogação da vida, seria adequado que o psicólogo, sem emitir a própria opinião, oferecesse suporte aos familiares na tomada dessa decisão.
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Pedro, de 82 anos de idade, está hospitalizado em estado grave, progressivo, com prognóstico reservado. Ele sempre defendeu o direito à eutanásia e sua legalização e, agora, consciente e informado de que não há possibilidade de cura para suas condições clínicas, informou à sua família, aos médicos e ao psicólogo que o assistem que não quer receber nenhum tipo de procedimento ou uso de equipamento para prorrogação da vida.
Com relação à conduta do psicólogo nesse caso hipotético, julgue o próximo item.
Em equipes interdisciplinares, o psicólogo deve evitar o assunto com os demais profissionais, pois o desejo de não prorrogação da vida, mesmo conhecido por todos, deve ser tratado junto à equipe pelo próprio paciente, sem interpretação de terceiros.
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Pedro, de 82 anos de idade, está hospitalizado em estado grave, progressivo, com prognóstico reservado. Ele sempre defendeu o direito à eutanásia e sua legalização e, agora, consciente e informado de que não há possibilidade de cura para suas condições clínicas, informou à sua família, aos médicos e ao psicólogo que o assistem que não quer receber nenhum tipo de procedimento ou uso de equipamento para prorrogação da vida.
Com relação à conduta do psicólogo nesse caso hipotético, julgue o próximo item.
Compete ao psicólogo utilizar técnicas de convencimento ativo que favoreçam a aceitação do paciente a equipamentos de prorrogação da vida, pois, em algum momento, pode ser desenvolvido um procedimento curativo.
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Pedro, de 82 anos de idade, está hospitalizado em estado grave, progressivo, com prognóstico reservado. Ele sempre defendeu o direito à eutanásia e sua legalização e, agora, consciente e informado de que não há possibilidade de cura para suas condições clínicas, informou à sua família, aos médicos e ao psicólogo que o assistem que não quer receber nenhum tipo de procedimento ou uso de equipamento para prorrogação da vida.
Com relação à conduta do psicólogo nesse caso hipotético, julgue o próximo item.
Em caso de pesquisa científica para testar os possíveis benefícios de uma medicação sem malefícios reconhecidos, seria apropriado que o psicólogo tentasse convencer Pedro a participar do estudo, mesmo após recusa inicial, pois pode haver ganho.
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Com relação ao processo de avaliação psicológica e psicodiagnóstico feito pelo psicólogo, julgue o item a seguir.
Na população idosa, o diagnóstico diferencial entre senescência e demência no estágio inicial é claro, devido às características específicas dessas duas condições.
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