Foram encontradas 287 questões.
Em cinco horas uma torneira aberta despeja 200 litros de água. Quantos litros ela despejará em um dia?
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O resultado de !$ \dfrac{1}{2} !$ ÷ 3 é:
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O poema a seguir se refere às questões 08, 09 e 10.
Parada cardíaca
Paulo Leminski
Essa minha secura
essa falta de sentimento
não tem ninguém que segure,
vem de dentro.
Vem da zona escura
donde vem o que sinto.
Sinto muito,
sentir é muito lento.
(Disponível em https://www.revistabula.com/385-15-melhores-poemas-de-paulo-leminski/)
O último verso significa que:
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O poema a seguir se refere às questões 08, 09 e 10.
Parada cardíaca
Paulo Leminski
Essa minha secura
essa falta de sentimento
não tem ninguém que segure,
vem de dentro.
Vem da zona escura
donde vem o que sinto.
Sinto muito,
sentir é muito lento.
(Disponível em https://www.revistabula.com/385-15-melhores-poemas-de-paulo-leminski/)
A “zona escura” pode ser:
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O poema a seguir se refere às questões 08, 09 e 10.
Parada cardíaca
Paulo Leminski
Essa minha secura
essa falta de sentimento
não tem ninguém que segure,
vem de dentro.
Vem da zona escura
donde vem o que sinto.
Sinto muito,
sentir é muito lento.
(Disponível em https://www.revistabula.com/385-15-melhores-poemas-de-paulo-leminski/)
O eu lírico do poema:
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São palavras com dígrafo:
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Das alternativas abaixo, apenas uma contém palavras que devem ser acentuadas:
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Das alternativas abaixo, apenas uma contém apenas palavras com g:
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O texto a seguir se refere às questões de 01 a 04.
O camaleão daltônico
Antonio Prata
Era uma vez um camaleão daltônico. Quando a folha era verde, ele ficava vermelho, na terra vermelha, se pintava de verde, comendo bananas, se besuntava de azul, e, entrando na água, se amarelava todo. Um dia, os outros camaleões o chamaram para uma conversa. "Aí, parceiro, a gente não tem garra, não tem veneno, não tem juba, a nossa parada é disfarce. Com você na área, geral tá correndo perigo. Vaza."
O camaleão daltônico pegou sua trouxinha e, azul de raiva, foi morar do outro lado da floresta. Acontece que, justamente naquele dia, nos confins da mata, havia um fotógrafo da "National Geographic" clicando umas borboletas. O fotógrafo da "National Geographic" pirou no camaleão daltônico, que, cor de abóbora, sobre uma vitória-régia, estampou as capas da revista nos quatro cantos do globo. Pouco tempo depois, todos os camaleões da floresta entraram numas de contraste, pra imitar o camaleão daltônico.
Quem gostou muito da novidade, além dos fotógrafos da "National Geographic", foram os gaviões, as cobras e os quatis: numa única tarde, boa parte dos camaleões foi extinta. Entre os que sobraram, os mais à direita culpam o camaleão daltônico, os à esquerda culpam a mídia – e seitas apocalípticas pregam que a semiextinção dos camaleões é prova irrefutável do fim dos tempos e da chegada iminente do Grande Camaleão.
(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2015/ 03/1606438-o-camaleao-daltonico.shtml?loggedpaywall)
“[...] é prova irrefutável do fim dos tempos e da chegada iminente do Grande Camaleão.” As palavras grifadas podem ser substituídas por:
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O texto a seguir se refere às questões de 01 a 04.
O camaleão daltônico
Antonio Prata
Era uma vez um camaleão daltônico. Quando a folha era verde, ele ficava vermelho, na terra vermelha, se pintava de verde, comendo bananas, se besuntava de azul, e, entrando na água, se amarelava todo. Um dia, os outros camaleões o chamaram para uma conversa. "Aí, parceiro, a gente não tem garra, não tem veneno, não tem juba, a nossa parada é disfarce. Com você na área, geral tá correndo perigo. Vaza."
O camaleão daltônico pegou sua trouxinha e, azul de raiva, foi morar do outro lado da floresta. Acontece que, justamente naquele dia, nos confins da mata, havia um fotógrafo da "National Geographic" clicando umas borboletas. O fotógrafo da "National Geographic" pirou no camaleão daltônico, que, cor de abóbora, sobre uma vitória-régia, estampou as capas da revista nos quatro cantos do globo. Pouco tempo depois, todos os camaleões da floresta entraram numas de contraste, pra imitar o camaleão daltônico.
Quem gostou muito da novidade, além dos fotógrafos da "National Geographic", foram os gaviões, as cobras e os quatis: numa única tarde, boa parte dos camaleões foi extinta. Entre os que sobraram, os mais à direita culpam o camaleão daltônico, os à esquerda culpam a mídia – e seitas apocalípticas pregam que a semiextinção dos camaleões é prova irrefutável do fim dos tempos e da chegada iminente do Grande Camaleão.
(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2015/ 03/1606438-o-camaleao-daltonico.shtml?loggedpaywall)
O daltonismo é uma condição que acomete o ser humano. Pela leitura do texto, essa condição se relaciona a (à):
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