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No Brasil, a história das ações voltadas às crianças e aos adolescentes foi caracterizada pela omissão, exclusão e assistência fortemente marcadas pela institucionalização. A partir do século XX, quando começou a se pensar na atenção a essa população, trilhou-se um caminho na direção de uma rede de assistência fundada em instituições filantrópicas, privadas, abrigos e escolas especiais, com forte tendência tutelar, pelos quais o Estado delegava o cuidado de sujeitos com diferentes deficiências.
BRASIL, 2005; SANTOS 2006; AMSTALDEN et al., 2010; DELFINE 2010; TAÑO e MATSUKUDA, 2015.
Em relação à reabilitação psicossocial e à assistência à saúde mental infantojuvenil no Brasil, julgue os itens a seguir. 25.
A reabilitação psicossocial pode ser definida como um processo de reconquista do espaço público para o exercício pleno da cidadania nas esferas do habitat, da rede social e do trabalho, tratando de devolver habilidades, readaptar e atingir um ideal.
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A respeito dos conceitos de rotina e cotidiano para a terapia ocupacional, julgue os itens a seguir.
O cotidiano também pode constituir-se como uma processualidade vivenciada na realização de atividades artísticas, sendo que esta trajetória pode dar contorno à vida, porém não possibilita potência e transformações do ser humano.
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A respeito dos conceitos de rotina e cotidiano para a terapia ocupacional, julgue os itens a seguir.
O conceito de cotidiano em uma ótica particular da terapia ocupacional, tem sido incorporado para descrever inúmeras atividades que compõem o dia a dia e que estão relacionadas à organização e participação no trabalho, na vida privada, no lazer e no descanso, nas ações e relações sociais inseridas em um determinado meio e momento histórico.
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A respeito dos conceitos de rotina e cotidiano para a terapia ocupacional, julgue os itens a seguir.
O termo rotina está associado à distribuição regular das ações no tempo, enquanto o termo cotidiano designa uma noção de construção ou mesmo transgressão às situações de alienação colocadas no dia a dia.
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A atividade lúdica permite a experimentação, é motivada pelo prazer e pelas descobertas, envolve o domínio da realidade, da criatividade e da expressão. O brincar permite que a criança desenvolva suas capacidades de adaptação e interação, possibilitando que elas possam ser transferidas para diferentes situações vivenciadas em seu cotidiano. Com crianças com síndrome de Down, o terapeuta ocupacional busca o desenvolvimento de diferentes habilidades com base no uso da atividade como recurso terapêutico.
PELOSI, M. B., FERREIRA, K. G., & NASCIMENTO, J. S. Atividades terapêuticas ocupacionais desenvolvidas com crianças e pré-adolescentes com síndrome de Down. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 28(2), 511-524 (2020), com adaptações.
A respeito do uso do brincar como recurso terapêutico no tratamento da criança com síndrome de Down, julgue os itens a seguir.
O trabalho do terapeuta ocupacional com crianças com síndrome de Down deve sempre estar voltado ao desenvolvimento de mais independência nas atividades da vida diária.
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A atividade lúdica permite a experimentação, é motivada pelo prazer e pelas descobertas, envolve o domínio da realidade, da criatividade e da expressão. O brincar permite que a criança desenvolva suas capacidades de adaptação e interação, possibilitando que elas possam ser transferidas para diferentes situações vivenciadas em seu cotidiano. Com crianças com síndrome de Down, o terapeuta ocupacional busca o desenvolvimento de diferentes habilidades com base no uso da atividade como recurso terapêutico.
PELOSI, M. B., FERREIRA, K. G., & NASCIMENTO, J. S. Atividades terapêuticas ocupacionais desenvolvidas com crianças e pré-adolescentes com síndrome de Down. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 28(2), 511-524 (2020), com adaptações.
A respeito do uso do brincar como recurso terapêutico no tratamento da criança com síndrome de Down, julgue os itens a seguir.
Os aspectos motores, cognitivos, sensoriais, perceptivos, bem como a habilidade de interação e participação nas atividades da vida diária, são trabalhados com base na organização do ambiente e na graduação do nível de suas dificuldades, começando pelas atividades mais simples até as mais complexas.
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A atividade lúdica permite a experimentação, é motivada pelo prazer e pelas descobertas, envolve o domínio da realidade, da criatividade e da expressão. O brincar permite que a criança desenvolva suas capacidades de adaptação e interação, possibilitando que elas possam ser transferidas para diferentes situações vivenciadas em seu cotidiano. Com crianças com síndrome de Down, o terapeuta ocupacional busca o desenvolvimento de diferentes habilidades com base no uso da atividade como recurso terapêutico.
PELOSI, M. B., FERREIRA, K. G., & NASCIMENTO, J. S. Atividades terapêuticas ocupacionais desenvolvidas com crianças e pré-adolescentes com síndrome de Down. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 28(2), 511-524 (2020), com adaptações.
A respeito do uso do brincar como recurso terapêutico no tratamento da criança com síndrome de Down, julgue os itens a seguir.
Um dos lugares onde o atendimento terapêutico ocupacional pode acontecer é na brinquedoteca, que se caracteriza como um espaço lúdico, atraente, seguro e com brinquedos variados.
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A atividade lúdica permite a experimentação, é motivada pelo prazer e pelas descobertas, envolve o domínio da realidade, da criatividade e da expressão. O brincar permite que a criança desenvolva suas capacidades de adaptação e interação, possibilitando que elas possam ser transferidas para diferentes situações vivenciadas em seu cotidiano. Com crianças com síndrome de Down, o terapeuta ocupacional busca o desenvolvimento de diferentes habilidades com base no uso da atividade como recurso terapêutico.
PELOSI, M. B., FERREIRA, K. G., & NASCIMENTO, J. S. Atividades terapêuticas ocupacionais desenvolvidas com crianças e pré-adolescentes com síndrome de Down. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 28(2), 511-524 (2020), com adaptações.
A respeito do uso do brincar como recurso terapêutico no tratamento da criança com síndrome de Down, julgue os itens a seguir.
As publicações científicas que descrevem as atividades desenvolvidas por terapeutas ocupacionais no cuidado de crianças com síndrome de Down são numerosas, o que facilita o conhecimento das possibilidades do trabalho terapêutico ocupacional com esse público.
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Considerando o modelo do processo de terapia ocupacional humanista descrito por Berenice Rosa Francisco, julgue os itens a seguir.
O terapeuta parte do pressuposto de que não há ninguém melhor do que o cliente para determinar os caminhos a percorrer para retomar uma vida saudável, o estado de saúde. Tal fato advém da crença em um homem que é único.
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Considerando o modelo do processo de terapia ocupacional humanista descrito por Berenice Rosa Francisco, julgue os itens a seguir.
O cliente traz a sua maneira de viver, a história de suas aprendizagens e o clima afetivo no que se tem realizado. Cabe ao terapeuta a tarefa de tomar essa relação como medida e ser o facilitador para a aprendizagem de novas formas, oferecendo um modelo de relação no qual seja possível aprender, ensaiar, errar, ensinar e realizar no aqui e agora aquilo que, em outro espaço, não teve lugar.
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