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Foram encontradas 80 questões.

Paciente de 27 anos, sexo masculino, carpinteiro, residente em Abaetetuba (PA), previamente hígido, procura atendimento com febre diária há 12 dias, acompanhada de mal-estar, cefaleia e mialgia. Relata que, no início do quadro, apresentou edema palpebral unilateral indolor, atualmente em regressão. Nos últimos quatro dias percebeu edema de membros inferiores. Relata que aproximadamente três semanas antes do início dos sintomas participou de uma festa comunitária, onde consumiu grande quantidade de açaí preparado localmente.

Ao exame físico, apresenta temperatura axilar de 38,5°C, discreto edema palpebral unilateral, linfonodomegalia cervical e hepatoesplenomegalia. O hemograma evidencia leucocitose discreta. O exame microscópico de sangue periférico demonstra numerosos parasitas extracelulares flagelados, alongados, com membrana ondulante e cinetoplasto proeminente.

Considerando o quadro clínico, epidemiológico e os resultados dos exames complementares, é correto afirmar que
 

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Paciente de 28 anos, sexo masculino, sociólogo, residente em Florianópolis, procura atendimento com história de febre alta associada a calafrios, anorexia, dor abdominal, diarreia leve e tosse seca. Nega comorbidades. Relata que, há quatro semanas, viajou pelo interior da Bahia, onde participou de trilhas, acampou e manteve contato frequente com lagoas e riachos de água doce.

Ao exame físico, apresenta discreta hepatoesplenomegalia. O hemograma evidencia leucocitose com eosinofilia de 2.900 células/mm³ (VR: 20–500 células/mm³). Foi solicitado exame parasitológico de fezes, cujo resultado foi negativo.

A conduta mais adequada nesse caso é
 

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Um médico infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) participa da revisão da padronização de antimicrobianos de um hospital terciário com programa de transplante hepático e renal. Durante reunião com a gestão, ele propõe a padronização da ampicilina-sulbactam em substituição a amoxicilina-clavulanato da lista de antimicrobianos disponíveis para uso hospitalar.

Essa proposta é justificada pois a ampicilina-sulbactam
 

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Paciente de 19 anos, do sexo masculino, previamente hígido, é admitido no pronto-socorro após acidente automobilístico. Foi submetido à laparotomia exploradora de emergência, sendo necessária a esplenectomia total. Ele evoluiu bem no pósoperatório e, na alta hospitalar, foi encaminhado para um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).

Segundo o Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE),

 

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Paciente de 50 anos, sexo feminino, vivendo com HIV, transplantada renal há três anos, é internada para investigação de quadro de perda ponderal há três meses associada a queda do estado geral, evoluindo há uma semana com falta de ar.

À tomografia de tórax evidencia-se infiltrado micronodular difuso. Exame laboratorial evidenciou piora da função renal, elevação discreta de transaminases e pancitopenia. Durante a investigação de infecções oportunistas, é evidenciado antígeno de histoplasma positivo em amostra de urina.

Na conduta terapêutica para o caso, o fármaco de escolha é
 

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Em 2026, um surto de doença causada pelo hantavírus do tipo Andes em um navio surpreendeu o mundo, com 12 casos confirmados até o dia 11 de junho de 2026. O mecanismo de transmissão no surto atual ainda não foi elucidado, mas publicações prévias da Argentina e do Chile já chamavam a atenção sobre a possível transmissão inter-humana, particularmente do tipo andino desse vírus. No Brasil, a hantavirose é uma doença mais prevalente nas regiões Sul e Sudeste, com predomínio de transmissão em meio rural ou silvestre.

Sobre as manifestações clínicas dessa doença, de acordo com Manual do Ministério da Saúde, é correto afirmar que
 

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Paciente de 27 anos, sexo masculino, técnico de enfermagem, sofre acidente ocupacional com agulha recém-utilizada para punção venosa de um paciente internado em Unidade de Terapia Intensiva e em ventilação mecânica há quatro meses, perfurando o dedo polegar da mão esquerda. Após os primeiros cuidados, ambos são submetidos à avaliação sorológica. O paciente-fonte apresenta teste rápido para HIV não reagente, HBsAg reagente e sorologia para hepatite C não reagente. O profissional acidentado apresenta teste rápido para HIV não reagente, HBsAg não reagente, anti-HCV não reagente e registro de anti-HBs de 214 mUI/mL, realizado há dois meses durante exame periódico ocupacional.

Considerando o caso descrito, a conduta mais adequada em relação ao atendimento de pós-exposição é
 

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A hanseníase é uma doença infecciosa crônica, curável e endêmica no Brasil. A persistência da doença no país está relacionada, em grande parte, à sua concentração em populações com maior vulnerabilidade social e menor acesso aos serviços de saúde, o que dificulta o diagnóstico precoce e o início oportuno do tratamento. Esse cenário contribui para a manutenção da cadeia de transmissão e para o desenvolvimento de complicações decorrentes do diagnóstico tardio, como neuropatias, deformidades físicas, incapacidades funcionais e comprometimento ocular irreversível.

Quanto ao diagnóstico da Hanseníase, é correto afirmar, de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil, que
 

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Paciente de 24 anos, sexo feminino, natural e residente do Rio de Janeiro, procura atendimento médico com queixa de lesão em hálux da mão direita com 20 dias de evolução. Relata que tudo começou com um pequeno nódulo avermelhado que evoluiu com formação de úlcera. Fez uso de cefalexina e amoxicilinaclavulanato orais, ambos por 7 dias, sem melhora, além de uso tópico de pomada de neomicina e bacitracina, também sem melhora. Adicionalmente, notou recentemente aparecimento de lesão similar em punho e antebraço. Nega viagens recentes, relata ser estudante de arquitetura e trabalhar em ONG para cuidado de animais abandonados.

Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame com melhor sensibilidade para seu diagnóstico é
 

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Paciente de 35 anos, sexo masculino, vivendo com HIV em uso de terapia antirretroviral, teve recentemente diagnóstico de tuberculose pulmonar. A clínica da família encaminha para o infectologista para avaliação do início de terapia específica para tuberculose e possíveis interações medicamentosas com terapia antirretroviral em uso pelo paciente.

Um antirretroviral que interage com a rifampicina, e que deve ser retirado do esquema antirretroviral, se presente, é o:
 

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