Foram encontradas 80 questões.
Paciente de 32 anos, nuligesta, procura atendimento por
sangramento menstrual intenso desde a menarca, com
necessidade de troca de absorvente a cada 1–2 horas nos
primeiros dias do ciclo, além de equimoses fáceis e episódios
recorrentes de epistaxe. Ciclos regulares e ovulatórios.
Ultrassonografia transvaginal evidencia nódulo miomatoso
submucoso único, de 2 cm, com componente intracavitário.
Investigação laboratorial complementar revela tempo de
sangramento prolongado e dosagem de fator de von Willebrand
reduzida.
De acordo com o sistema de classificação PALM-COEIN (FIGO), uma causa estrutural e uma causa não estrutural de SUA identificadas nesse caso são, respectivamente,
De acordo com o sistema de classificação PALM-COEIN (FIGO), uma causa estrutural e uma causa não estrutural de SUA identificadas nesse caso são, respectivamente,
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Mulher de 40 anos, G2P2, procura atendimento ginecológico com
queixa de sangramento menstrual intenso e prolongado há cerca
de 8 meses, associado a cólicas menstruais progressivamente
mais intensas, que iniciam alguns dias antes do fluxo e se
estendem por toda a menstruação. Nega dispareunia ou
alterações urinárias e intestinais. Ao exame físico, o útero
apresenta-se discretamente aumentado de volume, globoso, com
sensibilidade dolorosa à palpação do fundo uterino.
Ultrassonografia transvaginal evidencia miométrio heterogêneo,
com espessamento assimétrico das paredes uterinas, sem
miomas identificáveis.
Diante do quadro clínico apresentado, compatível com adenomiose, os sintomas mais comumente associados a essa condição são:
Diante do quadro clínico apresentado, compatível com adenomiose, os sintomas mais comumente associados a essa condição são:
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Adolescente de 15 anos apresenta dor pélvica em cólica, de forte
intensidade, restrita aos dois primeiros dias do fluxo menstrual,
com início há 8 meses (aproximadamente 1 ano após a menarca).
Não há desejo de anticoncepção. Exame ginecológico e
ultrassonografia pélvica transabdominal não evidenciam
alterações estruturais.
O tratamento farmacológico de primeira linha mais indicado para essa paciente é usar
O tratamento farmacológico de primeira linha mais indicado para essa paciente é usar
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Mulher de 29 anos relata, há mais de um ano, em todos os
meses: irritabilidade intensa, labilidade emocional, ansiedade,
diminuição do interesse em atividade habituais e mudança
significativa do apetite, restritas à fase lútea do ciclo menstrual.
As queixas têm resolução completa no início da menstruação. Há
prejuízo significativo em seu desempenho profissional nesses
períodos. Diagnóstico de transtorno disfórico pré-menstrual
(TDPM) é estabelecido conforme critérios do DSM-5.
O tratamento farmacológico de primeira linha, com maior nível de evidência para os sintomas graves dessa condição, é o uso de
O tratamento farmacológico de primeira linha, com maior nível de evidência para os sintomas graves dessa condição, é o uso de
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Homem trans de 35 anos, em uso de testosterona há 4 anos, sem
histórico de histerectomia, mantendo o colo uterino. Relata
prática sexual com penetração pênis-vagina e nunca realizou
colpocitologia oncótica. Demonstra desconforto significativo com
a perspectiva do exame especular.
A conduta mais adequada em relação ao rastreamento do câncer do colo do útero para esse paciente é
A conduta mais adequada em relação ao rastreamento do câncer do colo do útero para esse paciente é
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Mulher de 36 anos, com ciclos menstruais regulares, tenta
engravidar há sete meses, com relações sexuais frequentes e sem
uso de método contraceptivo. O parceiro não apresenta
comorbidades conhecidas nem cirurgias prévias relevantes.
Considerando a idade da paciente, a conduta mais adequada
nesse momento é
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Menina de 3 anos é trazida por desenvolvimento mamário
bilateral, notado pelos pais há dois meses. Ao exame, não há
pelos pubianos, sinais de virilização ou estirão de crescimento. A
idade óssea é compatível com a idade cronológica.
Assinale a opção correta em relação ao diagnóstico mais provável e à conduta adequada.
Assinale a opção correta em relação ao diagnóstico mais provável e à conduta adequada.
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Mulher de 35 anos, assintomática, sem história familiar de câncer
de mama, realiza ultrassonografia mamária de rotina que
evidencia nódulo sólido, circunscrito, sem calcificações, de forma
ovoide. O achado é classificado como BI-RADS 3.
A conduta mais adequada diante desse achado é
A conduta mais adequada diante desse achado é
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Mulher de 38 anos (pré-menopausa) apresenta massa anexial
complexa de 6 cm à ultrassonografia transvaginal, associada a
ascite identificada no mesmo exame de imagem. O CA-125 sérico
é de 250 U/mL (referência: < 35 U/mL). Não há história familiar
de câncer de ovário ou de mama em parentes de primeiro grau.
Segundo os critérios do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) e da Society of Gynecologic Oncology (SGO) para encaminhamento a especialista em ginecologia oncológica, essa paciente deve ser referenciada porque
Segundo os critérios do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) e da Society of Gynecologic Oncology (SGO) para encaminhamento a especialista em ginecologia oncológica, essa paciente deve ser referenciada porque
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Mulher de 52 anos, na pós-menopausa, apresenta sangramento
vaginal há dois meses. Biópsia de endométrio obtida por
histeroscopia revela hiperplasia endometrial com atipia. A
paciente não deseja preservar a fertilidade, e o estadiamento
pré-operatório não evidencia doença extrauterina.
A conduta terapêutica de escolha para essa paciente énvolve
A conduta terapêutica de escolha para essa paciente énvolve
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