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Homem de 42 anos, sem comorbidades, procura atendimento
com queixa de drenagem purulenta perianal intermitente há 6
meses. Ao exame proctológico, identifica-se orifício externo em
posição posterior, a 3 cm da margem anal e cripta deprimida em
6 horas ao toque retal. A ultrassonografia endoanal mostra
trajeto
interesfincteriano,
sem
ramificações,
com
comprometimento de aproximadamente 15% do esfíncter
externo.
A conduta mais adequada para esse paciente é
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Mulher de 44 anos, sem comorbidades, refere constipação
intestinal grave há 10 anos, com frequência evacuatória média de
uma vez por semana, sem resposta a terapia por laxativos
osmóticos, estimulantes, fibras e procinéticos em doses plenas.
Nega dor abdominal como sintoma predominante. A manometria
anorretal e a defecografia não configuram obstrução de saída. O
estudo de trânsito colônico com 24 marcadores radiopacos
demonstra retenção de 19 marcadores no cólon esquerdo no 5º dia
do exame. A conduta mais adequada para essa paciente é
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Mulher de 52 anos, com diagnóstico de retocolite ulcerativa
pancolônica há 11 anos, habitualmente em remissão clínica com
mesalazina oral, procura atendimento por piora do hábito
intestinal há 3 semanas. Realiza-se colonoscopia que demonstra
mucosa com padrão inflamatório difuso e, nas biópsias aleatórias
do cólon transverso, o anatomopatológico revela displasia de
baixo grau. Não há lesão visível ao exame endoscópico.
A conduta mais adequada nesse caso é
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Homem de 54 anos, sem comorbidades, é diagnosticado com
adenocarcinoma de reto médio. A RNM de pelve demonstra
tumor de 4,5 cm, T3N2M0, com margem circunferencial de
ressecção ameaçada (distância tumor-fáscia mesoretal < 1 mm) e
evidência de invasão vascular extramural. As tomografias de
tórax, abdome e pelve não demonstram doença a distância.
A conduta mais adequada para nesee caso é
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Mulher de 48 anos, G3/P3/A0, refere perda involuntária de fezes
sólidas há cerca de 2 anos, com piora progressiva. Nega cirurgias
anorretais prévias. Ao exame proctológico, observa-se tônus
esfincteriano reduzido ao toque retal e cicatriz perineal anterior
compatível com laceração obstétrica prévia. A manometria
anorretal demonstra redução da pressão de repouso e pressão de
contração voluntária dentro dos limites da normalidade.
Assinale a opção que apresenta o exame complementar a ser
solicitado a seguir e o achado esperado que confirmará a
hipótese diagnóstica?
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Mulher de 58 anos, sem comorbidades relevantes, é
diagnosticada com carcinoma de células escamosas do canal anal
após biópsia de lesão ulcerada de 3,5 cm identificada à
anuscopia. O estadiamento clínico da doença mostra tratar-se de
T2-N0-M0. A paciente é submetida a quimiorradioterapia
conforme protocolo de Nigro modificado, com resposta clínica
completa confirmada 26 semanas após o término do tratamento.
A conduta mais adequada para essa paciente para os primeiros 2
anos de seguimento é:
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Uma paciente de 64 anos, não tabagista, com história de náuseas
e vômitos pós-operatórios em uma colecistectomia
videolaparoscópica há 5 anos, é admitida para ressecção anterior
do reto por adenocarcinoma. O anestesiologista aplica a escala
de risco de NVPO preconizada pelo protocolo ERAS no
ambulatório pré-operatório e estratifica o risco da paciente.
A conduta medicamentosa adequada para a prevenção de
náuseas se vômitos pós-operatóriospara o caso, é
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Menino de 8 anos é trazido ao ambulatório com queixa de
diarreia crônica, dor abdominal recorrente e dificuldade de ganho
de peso há cerca de um ano. Episódios esporádicos de
hematoquezia são relatados pelos pais. A família mostra-se
preocupada pois o pai tratou câncer colorretal aos 50 anos. Ao
exame físico, não há alterações na pele ou mucosas. A
colonoscopia realizada para investigação demonstra quatro
pólipos sésseis de aspecto avermelhado e superfície irregular no
cólon e reto, com tamanhos entre 0,8 e 2 cm. O
anatomopatológico revela pólipos hamartomatosos sem
displasia.
A conduta correta, nesse caso, é indicar
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Mulher de 34 anos, tabagista, com IMC de 32 kg/m², apresenta
nódulos subcutâneos dolorosos na região perianal e inguinal há 5
anos, com períodos de melhora espontânea e reagudização.
Ao exame, observam-se trajetos fistulosos intercomunicantes,
com drenagem de secreção purulenta, e cicatrizes retráteis. Os
exames endoscópicos do cólon, reto e ânus são normais.
Assinale a opção que descreve corretamente o mecanismo
etiopatogênico da doença.
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Homem de 45 anos refere abscesso anal drenado
espontaneamente há 4 meses, sem resolução completa, com
drenagem de secreção purulenta persistente por dois orifícios
externos localizados nas regiões isquiorretais direita e esquerda.
A ressonância magnética demonstra trajeto fistuloso posterior
intercomunicante, atravessando o espaço situado entre o
músculo elevador do ânus e o ligamento anococcígeo.
O seguinte espaço anatômico permite a propagação do processo
supurativo de um espaço isquiorretal ao contralateral, nesse
caso:
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