Homem de 28 anos, sem comorbidades, inicia quadro de tosse
seca, febre e dispneia progressiva. Radiografia mostra infiltrado
bilateral. Está em uso de sulfassalazina por artrite reumatoide.
Saturação em ar ambiente: 88%.
O exame complementar inicial mais indicado, nesse caso, é
Paciente de 52 anos com queixa de dispneia aos esforços.
Espirometria com padrão restritivo. Tomografia de alta resolução
mostra vidro fosco difuso com bronquiectasias por tração e
faveolamento.
Um paciente de 45 anos, portador de asma moderada
persistente, comparece à consulta com queixas de piora da
dispneia e uso frequente de SABA. Refere adesão ao uso de
budesonida/formoterol duas vezes ao dia.
Um paciente de 63 anos, tabagista (30 maços/ano), apresenta
tosse crônica e dispneia progressiva há dois anos. Realizou
espirometria que evidenciou VEF1/CVF de 60%, VEF1 de 55% do
previsto e resposta broncodilatadora negativa. Foi iniciado
tratamento com broncodilatadores de longa ação e reabilitação
pulmonar. O diagnóstico mais provável para esse paciente e a medida mais indicada para reduzir a progressão da doença são, respectivamente,
Lactente de 4 meses é encaminhado ao pneumologista por
apresentar infecções respiratórias de repetição, com episódios de
tosse produtiva, febre e desconforto respiratório. Radiografia de
tórax mostra opacidade heterogênea no lobo inferior esquerdo. A
tomografia computadorizada com contraste demonstra massa
pulmonar com densidade sólida e irrigação por artéria sistêmica
oriunda da aorta torácica descendente. Não há comunicação
visível com a árvore brônquica.
Assinale a opção que apresente o diagnóstico mais provável e a
conduta indicada.
Paciente de 75 anos, com DPOC grave e insuficiência cardíaca
controlada, é diagnosticado com adenocarcinoma pulmonar
periférico no lobo superior esquerdo, medindo 2,3 cm, sem
evidência de linfonodomegalia ou metástases. Avaliação cirúrgica
contraindica lobectomia devido à baixa reserva pulmonar.
A equipe multidisciplinar discute opções de tratamento com
intenção curativa.
Nessa situação, a melhor abordagem terapêutica com base no
estágio e nas condições clínicas do paciente é
Paciente de 62 anos, tabagista por 40 anos, apresenta tosse seca,
emagrecimento e dor torácica há dois meses. A tomografia
computadorizada de tórax revela uma massa pulmonar periférica
no lobo superior direito com linfadenomegalia hilar. A biópsia por
broncoscopia confirma adenocarcinoma pulmonar. Estadiamento
com PET-CT mostra linfonodos mediastinais acometidos e
ausência de metástases à distância. O tumor é testado para
mutações em EGFR, ALK e ROS1, que resultam negativos.
A análise imuno-histoquímica demonstra expressão de PD-L1 em
80% das células tumorais.
Com base nesse cenário, a conduta terapêutica mais apropriada
para início do tratamento sistêmico é a
Dois pacientes estão em ventilação mecânica contínua: um
homem de 29 anos, vítima de trauma cervical com lesão
completa de medula espinhal em C2 e uma mulher de 63 anos
com ressecção tumoral de mediastino anterior, evoluindo com
paralisia bilateral dos nervos frênicos. Ambos possuem
musculatura diafragmática preservada anatomicamente.
Em relação aos dois pacientes, assinale a afirmativa correta.
Paciente de 42 anos com diagnóstico de síndrome de
hipoventilação central congênita (síndrome de Ondine) apresenta
dependência crônica de ventilação mecânica, apesar de
musculatura diafragmática íntegra e ausência de lesão medular.
Exames demonstram função adequada do nervo frênico e do
diafragma. A equipe considera o uso de marcapasso
diafragmático para promover ventilação espontânea.
Dos critérios a seguir, assinale o que contraindicaria o uso de
marcapasso diafragmático para esse paciente.