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Mulher de 50 anos, natural da Paraíba, aos 15 anos apresentou um linfoma, tendo sido submetida a sessões de quimioterapia e radioterapia (região mediastinal). Atualmente apresenta fadiga, dispneia aos pequenos esforços, anasarca e pressão venosa jugular elevada.

Tomografia computorizada realizada evidenciou espessura pericárdica de 2 mm. Seu estudo hemodinâmico invasivo, apresenta os seguintes achados: fração de ejeção do ventrículo direito de 54%, pressão arterial direita de 16 mmHg, pressão de oclusão da artéria pulmonar de 19 mmHg, pressão diastólico final do ventrículo esquerdo de 22 mmHg, pressão sistólica da artéria pulmonar de 44 mmHg, índice cardíaco de 2,6 L/min/m2.

Na análise das curvas de pressão intracardíaca nota-se aspecto em raiz quadrada e ausência de mudanças das pressões intracavitárias dos ventrículos, durante manobras respiratórias, não evidenciando interdependência ventricular.

O cardiologista, perante esses achados clínico-hemodinâmicos, apresentou corretamente o seguinte diagnóstico:

 

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Paciente de 66 anos, com passado de tuberculose pulmonar, iniciou quadro de inchaço no abdome e, após dois meses, edema bilateral dos membros inferiores. A sua pressão venosa jugular está elevada e acentua com a inspiração.

Na ausculta, o seguinte achado corrobora o raciocínio clínico de pericardite constritiva:

 

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Homem de 70 anos, ativo fisicamente, vem percebendo sensação de falta de ar ao amarrar seus sapatos. Devido ao sintoma persistente, foi ao clínico geral, que solicitou a dosagem sérica do BNP, um ecocardiograma e o medicou para insuficiência cardíaca, o que fez desaparecer suas queixas.

Esse tipo especial de dispneia identificada pelo paciente, denomina-se

 

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Mulher, 72 anos, durante uma viagem ao exterior, ganhou, no cassino, o equivalente a 300 mil reais e apresenta forte dor no peito. Foi levada ao hospital de helicóptero e, ao chegar, apresentava supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm, nas derivações do plano horizontal; ao fazer o cateterismo, as artérias estavam normais.

A ventriculografia mostrou grave disfunção global do ventrículo esquerdo, hipercontratilidade das porções basais e acinesia das paredes ântero-apicais do ventrículo esquerdo. A ressonância cardíaca apresentava paredes miocárdicas com igual padrão contrátil da ventriculografia contrastada e ausência de edema ou captação tardia do gadolínio.

A paciente apresentava pequena elevação da troponina I e valor de 15.000 pg/dL do BNP, evoluindo com insuficiência respiratória e choque cardiogênico, sendo instalado o ECMO. A paciente foi tratada com medidas de suporte e, após 10 dias, recuperou completamente a função ventricular esquerda e teve alta hospitalar.

O correto raciocínio clínico da equipe da cardiointensiva foi de provável quadro de

 

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Paciente, 22 anos, veio procurar o cardiologista para saber se poderia fazer atividade física, pois tinha sido proibido de fazer esporte por ter sido identificada miocardiopatia hipertrófica durante a adolescência. Ele tornou-se sedentário e nunca teve sintomas. Um recente conjunto de exames revelou: ecocardiograma com hipertrofia septal de 2,2 cm, com função normal e demais estruturas preservadas.

Durante a manobra de valsalva, o gradiente sistólico na via de saída do VE foi de 20 mmHg. Teste de esforço e holter normais. Não há história de morte súbita na família.

Em relação à prática de exercícios físicos por parte do paciente, o cardiologista fez a seguinte recomendação baseada nas atuais diretrizes:

 

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Paciente de 72 anos refere falta de ar aos médios esforços. É hipertenso, usa clortalidona, sua pressão arterial está controlada. O seu IMC é de 35 e o exame físico mostra-se normal. ECG: ritmo sinusal normal.

A avaliação prévia do pneumologista encontrou espirometria e TC tórax normais, BNP 24pg/dL. Ecocardiograma: leve aumento atrial esquerdo e demais medidas dentro da normalidade.

A relação E/e’ igual a 6. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 65%. Foi realizado o ecocardiograma de esforço e mostrou uma relação E/e’ igual a 20. Após carga de 25 mmHg, a pressão sistólica na artéria pulmonar foi de 25 para 40 mmHg. Os demais parâmetros tiveram alterações durante o exame.

O cardiologista confirmou o diagnóstico de

 

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Paciente mulher, 35 anos, queixa de palpitação aos esforços, há dez anos. Apresenta, no holter, 12.000 extrassístoles ventriculares com morfologia do ventrículo esquerdo e surtos de taquicardia ventricular sustentada. Ressonância cardíaca com hipocontratilidade difusa, leve dilatação e fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 45%. Há, também, área de fibrose mesocárdica e epicárdica de 30% do ventrículo esquerdo e infiltração lipídica na parede livre do ventrículo esquerdo.

Frente aos achados morfofuncionais do ventrículo esquerdo presentes na ressonância cardíaca, o time cardiológico estabeleceu o diagnóstico de

 

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Paciente de 30 anos, com episódio de desmaio no esforço físico, teve temperatura aferida na sala de emergência de 36,7 ºC e o ECG apresentou QRS com inversão da onda T, nas derivações V1-V2 e V3 e uma onda anormal, de baixa amplitude, prolongada no final do QRS em V1 e V2. Possuía um holter prévio com 3.000 extrassístoles ventriculares nas 24h.

O eletrofisiologista foi acionado e identificou essa onda como sendo

 

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Paciente feminina, de 49 anos, apresentou quadro de infarto do miocárdio devido a oclusão da artéria descendente anterior esquerda, ocasionando fibrose da parede anterior do ventrículo esquerdo (ecocardiograma).

A paciente apresentou um exame prévio de angiotomografia coronária, que não revelou obstruções nas artérias coronárias e mostrou zero de escore de cálcio. A paciente queria entender por que o exame realizado previamente não foi útil para prever o seu quadro de infarto.

O médico especializado em cardioimagem, apresentou a seguinte explicação, baseada em evidências:

 

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Paciente de 29 anos apresentou quadro de morte súbita recuperada durante uma internação hospitalar decorrente de um episódio de fibrilação atrial. Fazia uso de propranolol cronicamente para enxaqueca. No setor de emergência foi medicado com propafenona oral, surgindo um supradesnível de 2,5 mm do segmento ST nas derivações V1 e V2, aspecto em sela terminando com uma onda T invertida. O ecocardiograma apresentava um leve aumento atrial esquerdo. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo foi calculada em 65%.

Um cardiologista foi acionado para avaliar o ECG e identificou esse achado como

 

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