Foram encontradas 80 questões.
Uma paciente de 65 anos, com diagnóstico de doença renal
crônica (DRC) estágio IIIB (clearance de creatinina 40 mL/min),
apresentando hipertensão arterial sistêmica e Diabetes Mellitus
tipo 2, procurou seu médico para se informar sobre quais vacinas
ela deveria tomar, considerando suas condições de saúde. Ela se
preocupa em manter-se protegida contra infecções.
Considerando o calendário de vacinação da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) 2025 para situações especiais, a recomendação mais adequada para essa paciente é
Considerando o calendário de vacinação da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) 2025 para situações especiais, a recomendação mais adequada para essa paciente é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente masculino, 78 anos, procurou o cardiologista com
queixas de dispneia progressiva aos esforços há 2 anos, que agora
o impede de caminhar mais de um quarteirão. Relata episódios
recentes de tontura e quase desmaio durante atividades mais
intensas, além de dor torácica opressiva ao subir escadas, que
alivia com repouso.
Ao exame físico, apresenta pulsos periféricos de amplitude diminuída e ascenso lento (pulsus parvus et tardus). O ictus cordis é palpável no 6º espaço intercostal esquerdo, linha axilar média, com características propulsivas e sustentadas. Há frêmito sistólico palpável no 2º espaço intercostal direito, junto ao esterno. À ausculta cardíaca, as bulhas são rítmicas, a 2ª bulha (B2) apresenta componente aórtico (A2) hipofonético. É audível uma quarta bulha (B4), em ápice cardíaco. Presente sopro sistólico ejetivo (crescendo-decrescendo) de alta intensidade (Grau IV/VI), com pico mesossistólico, mais audível na borda esternal direita alta (2º espaço intercostal) e em foco aórtico acessório (3º espaço intercostal esquerdo), com irradiação nítida para as carótidas e para o ápice (fenômeno de Gallavardin). O sopro diminui discretamente de intensidade à manobra de Valsalva.
O diagnóstico cardiovascular mais provável para esse paciente é
Ao exame físico, apresenta pulsos periféricos de amplitude diminuída e ascenso lento (pulsus parvus et tardus). O ictus cordis é palpável no 6º espaço intercostal esquerdo, linha axilar média, com características propulsivas e sustentadas. Há frêmito sistólico palpável no 2º espaço intercostal direito, junto ao esterno. À ausculta cardíaca, as bulhas são rítmicas, a 2ª bulha (B2) apresenta componente aórtico (A2) hipofonético. É audível uma quarta bulha (B4), em ápice cardíaco. Presente sopro sistólico ejetivo (crescendo-decrescendo) de alta intensidade (Grau IV/VI), com pico mesossistólico, mais audível na borda esternal direita alta (2º espaço intercostal) e em foco aórtico acessório (3º espaço intercostal esquerdo), com irradiação nítida para as carótidas e para o ápice (fenômeno de Gallavardin). O sopro diminui discretamente de intensidade à manobra de Valsalva.
O diagnóstico cardiovascular mais provável para esse paciente é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente do sexo feminino, 72 anos, internada há 10 dias, em
Unidade de Terapia Intensiva, devido à pneumonia grave, tratada
com ceftriaxona. Há 48 horas, iniciou quadro de diarreia líquida
(6 episódios nas últimas 24 horas), acompanhada de dor
abdominal difusa. Apresenta leucocitose de 18.000 células/mm³
e creatinina sérica de 1,8 mg/dL (valor basal de 0,9 mg/dL).
A paciente não possui histórico de diarreia prévia.
Considerando o quadro clínico e os fatores de risco para infecção por Clostridioides difficile, a conduta diagnóstica e terapêutica mais apropriada é
Considerando o quadro clínico e os fatores de risco para infecção por Clostridioides difficile, a conduta diagnóstica e terapêutica mais apropriada é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente feminina, 35 anos, apresenta há 8 anos lesões
recorrentes em axilas e região inguinal, inicialmente com nódulos
dolorosos que evoluíram para abscessos e túneis fistulosos com
drenagem de secreção purulenta e odor fétido. Relata impacto
significativo na qualidade de vida devido à dor crônica e ao
constrangimento social. Seu índice de massa corporal (IMC) é de
32 kg/m², apresentando histórico de dislipidemia, pré-diabetes e
tabagismo. A paciente já havia utilizado diferentes ciclos de
antibióticos sistêmicos em outras ocasiões, sem melhora
expressiva do quadro.
Ao exame, múltiplas lesões ativas e cicatrizes fibróticas são observadas em ambas as axilas e virilhas. O International Hidradenitis Suppurativa Severity Score System (IHS4) é de 12, e o Hurley Staging foi considerado estágio II. A biópsia cutânea de uma das lesões revelou infiltrado inflamatório crônico perianexial, com foliculite e ruptura folicular, sem evidência de infecção por patógenos.
Considerando o quadro clínico de hidradenite supurativa moderada a grave em fase inflamatória, a conduta terapêutica mais apropriada para a paciente é
Ao exame, múltiplas lesões ativas e cicatrizes fibróticas são observadas em ambas as axilas e virilhas. O International Hidradenitis Suppurativa Severity Score System (IHS4) é de 12, e o Hurley Staging foi considerado estágio II. A biópsia cutânea de uma das lesões revelou infiltrado inflamatório crônico perianexial, com foliculite e ruptura folicular, sem evidência de infecção por patógenos.
Considerando o quadro clínico de hidradenite supurativa moderada a grave em fase inflamatória, a conduta terapêutica mais apropriada para a paciente é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente feminina, 28 anos, usuária de lentes de contato de uso
prolongado, procurou o pronto-socorro com dor ocular intensa,
de início súbito, no olho esquerdo, progressiva, não aliviada por
analgésicos e que a impedia de dormir. Relatou que não
consegue manter o olho esquerdo aberto devido a uma sensação
de “algo no olho”, além de marcada sensibilidade à luz
(fotofobia). Há 24 horas, percebeu vermelhidão intensa e
diminuição da acuidade visual no olho afetado, com secreção
purulenta esverdeada.
Ao exame clínico, o olho esquerdo apresentava hiperemia mais acentuada ao redor da córnea (ciliary flush), pupila miótica e um ponto branco opaco visível na córnea. O reflexo pupilar no olho esquerdo estava diminuído. No olho direito não havia alterações.
O provável diagnóstico e a conduta mais apropriada para a paciente são
Ao exame clínico, o olho esquerdo apresentava hiperemia mais acentuada ao redor da córnea (ciliary flush), pupila miótica e um ponto branco opaco visível na córnea. O reflexo pupilar no olho esquerdo estava diminuído. No olho direito não havia alterações.
O provável diagnóstico e a conduta mais apropriada para a paciente são
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente masculino, 72 anos, foi admitido no pronto-socorro com
queixa de inchaço, dor e sensação de peso progressivos na perna
direita, há 48 horas. Há três semanas, foi submetido à cirurgia
para correção de fratura de fêmur direito, tendo alta hospitalar
há uma semana e mantendo-se com mobilidade restrita.
Ao exame físico, a perna direita apresentava edema de 3+/4+, eritema discreto, aumento da temperatura local e dor à palpação da panturrilha. O restante do exame físico era normal, sem sinais de sangramento ativo. Exames laboratoriais revelaram D-dímero elevado (1200 ng/mL, valor de referência < 500 ng/mL), hemograma sem alterações significativas (hemoglobina 14,0 g/dL, plaquetas 250.000/mm³), coagulograma normal e função renal preservada (creatinina 0,9 mg/dL). O ultrassom com doppler venoso do membro inferior direito confirmou a presença de trombose venosa profunda oclusiva no segmento femoropoplíteo, estendendo-se até a veia femoral comum.
Diante do diagnóstico de trombose venosa profunda e das características do paciente, a conduta terapêutica inicial mais apropriada é
Ao exame físico, a perna direita apresentava edema de 3+/4+, eritema discreto, aumento da temperatura local e dor à palpação da panturrilha. O restante do exame físico era normal, sem sinais de sangramento ativo. Exames laboratoriais revelaram D-dímero elevado (1200 ng/mL, valor de referência < 500 ng/mL), hemograma sem alterações significativas (hemoglobina 14,0 g/dL, plaquetas 250.000/mm³), coagulograma normal e função renal preservada (creatinina 0,9 mg/dL). O ultrassom com doppler venoso do membro inferior direito confirmou a presença de trombose venosa profunda oclusiva no segmento femoropoplíteo, estendendo-se até a veia femoral comum.
Diante do diagnóstico de trombose venosa profunda e das características do paciente, a conduta terapêutica inicial mais apropriada é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente feminina, 65 anos, com histórico de Diabetes Mellitus
tipo 2 de longa data e neuropatia autonômica conhecida,
procurou o pronto-socorro devido a uma agudização de sintomas
gastrointestinais. Referiu dor abdominal do tipo cólica de forte
intensidade, distensão abdominal progressiva, náuseas e
episódios de vômitos. É o segundo episódio agudo com esses
sinais e sintomas nos últimos seis meses, sendo o atual o mais
grave. Cronicamente, queixa-se de constipação crônica e inchaço
abdominal pós-prandial.
Ao exame físico, apresentava-se desidratada, com abdome muito distendido, doloroso à palpação difusa, mas sem sinais de peritonite. Ruídos hidroaéreos diminuídos. Hemograma de admissão com leucocitose discreta (11.500/mm³) sem desvio à esquerda. Uma tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste demonstrou alças intestinais difusamente dilatadas em delgado e cólon, sem evidência de obstrução mecânica ou massa intraluminal ou extraluminal, mas com diminutos focos de Pneumatosis intestinalis. Exames laboratoriais de admissão revelaram hipocalemia (potássio sérico 2,8 mEq/L) e hipoalbuminemia (2,5 g/dL).
Diante do quadro clínico e dos resultados dos exames, a conduta inicial mais apropriada para essa paciente é
Ao exame físico, apresentava-se desidratada, com abdome muito distendido, doloroso à palpação difusa, mas sem sinais de peritonite. Ruídos hidroaéreos diminuídos. Hemograma de admissão com leucocitose discreta (11.500/mm³) sem desvio à esquerda. Uma tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste demonstrou alças intestinais difusamente dilatadas em delgado e cólon, sem evidência de obstrução mecânica ou massa intraluminal ou extraluminal, mas com diminutos focos de Pneumatosis intestinalis. Exames laboratoriais de admissão revelaram hipocalemia (potássio sérico 2,8 mEq/L) e hipoalbuminemia (2,5 g/dL).
Diante do quadro clínico e dos resultados dos exames, a conduta inicial mais apropriada para essa paciente é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente masculino, 68 anos, com histórico de doença arterial
coronariana, hipertensão e dislipidemia foi submetido, há cinco
dias, a uma cineangiografia coronariana diagnóstica devido à dor
torácica anginosa. Desde então, começou a apresentar fraqueza
progressiva, dor abdominal difusa e uma redução significativa do
volume urinário.
No exame físico, estava afebril, com pressão arterial de 130/70 mmHg, mas apresentava livedo reticular extenso em ambas as pernas e plantas dos pés com arroxeamento dos dedos do pé direito, além de pulsos distais palpáveis. Os exames laboratoriais revelaram elevação progressiva da creatinina sérica (de 1,2 mg/dL para 3,8 mg/dL), leucocitose de 14.500/mm³ (com 6% de eosinófilos) e hipocomplementemia (C3 e C4 reduzidos). A urina tipo I mostrava cilindros granulosos e alguns eosinófilos.
Diante do quadro clínico e dos achados laboratoriais descritos, a conduta diagnóstica e/ou terapêutica mais apropriada é
No exame físico, estava afebril, com pressão arterial de 130/70 mmHg, mas apresentava livedo reticular extenso em ambas as pernas e plantas dos pés com arroxeamento dos dedos do pé direito, além de pulsos distais palpáveis. Os exames laboratoriais revelaram elevação progressiva da creatinina sérica (de 1,2 mg/dL para 3,8 mg/dL), leucocitose de 14.500/mm³ (com 6% de eosinófilos) e hipocomplementemia (C3 e C4 reduzidos). A urina tipo I mostrava cilindros granulosos e alguns eosinófilos.
Diante do quadro clínico e dos achados laboratoriais descritos, a conduta diagnóstica e/ou terapêutica mais apropriada é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente feminina de 20 anos, HIV positiva em uso de terapia
antirretroviral (CD4 e carga viral não disponíveis), foi admitida
com tumoração em região cervical e submandibular esquerda de
início há 7 dias, acompanhada de febre não aferida, prostração,
dificuldade de deglutição progressiva e trismo intenso,
impedindo abertura oral em mais 1 cm. Relata histórico de
fratura de dente recente na região mandibular esquerda.
Ao exame físico, apresenta-se taquicárdica (FC 110 bpm), febril (Tax: 38,8 ºC), com massa endurecida, dolorosa e quente na região afetada, e dor à mobilização lateral do pescoço. Exames laboratoriais de urgência demonstram leucocitose de 18.000/mm³ com desvio à esquerda (85% neutrófilos) e Proteína C Reativa (PCR) de 150 mg/L.
Na conduta diagnóstica e terapêutica inicial para esse quadro, é apropriada a seguinte conduta:
Ao exame físico, apresenta-se taquicárdica (FC 110 bpm), febril (Tax: 38,8 ºC), com massa endurecida, dolorosa e quente na região afetada, e dor à mobilização lateral do pescoço. Exames laboratoriais de urgência demonstram leucocitose de 18.000/mm³ com desvio à esquerda (85% neutrófilos) e Proteína C Reativa (PCR) de 150 mg/L.
Na conduta diagnóstica e terapêutica inicial para esse quadro, é apropriada a seguinte conduta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Mulher de 58 anos foi internada para investigação de paraplegia
em 72 horas de evolução, associada à perda urinária.
Apresentava histórico de câncer de mama em tratamento
quimioterápico por doença metastática óssea e pleural. Relatou
febre de 38,5 ºC na véspera e cansaço há 5 dias.
O exame físico demonstrava nível sensitivo em altura da 4ª vértebra torácica, redução da sensibilidade vibratória e propioceptiva e paraparesia espástica com sinais piramidais em ambos os membros inferiores. Havia dor em palpação de coluna torácica alta e presença de massa em topografia pélvica. Ao realizar a passagem de cateter vesical de demora, percebeu-se saída de aproximadamente 1 L de urina turva. O exame laboratorial de urgência demonstrou anemia normocítica e normocrômica, leucocitose com desvio e PCR ultrassensível elevada. Não havia alterações na bioquímica como disfunção renal ou hepática. Foram coletadas hemoculturas, pesquisa de elementos anormais urinários e urinocultura.
Sobre a abordagem desse quadro, é correto afirmar que
O exame físico demonstrava nível sensitivo em altura da 4ª vértebra torácica, redução da sensibilidade vibratória e propioceptiva e paraparesia espástica com sinais piramidais em ambos os membros inferiores. Havia dor em palpação de coluna torácica alta e presença de massa em topografia pélvica. Ao realizar a passagem de cateter vesical de demora, percebeu-se saída de aproximadamente 1 L de urina turva. O exame laboratorial de urgência demonstrou anemia normocítica e normocrômica, leucocitose com desvio e PCR ultrassensível elevada. Não havia alterações na bioquímica como disfunção renal ou hepática. Foram coletadas hemoculturas, pesquisa de elementos anormais urinários e urinocultura.
Sobre a abordagem desse quadro, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container