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O paciente se apresenta para avaliação de doença do refluxo gastroesofageano.
O exame imediato a ser realizado no referido paciente é a(o)
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Um paciente se apresenta para avaliação de doença do refluxo gastroesofageano.
Nesse caso, são considerados sintomas de alarme
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Ao exame físico, está emagrecido, sem linfadenomegalias periféricas. Endoscopia digestiva alta mostra lesão ulcerada e estenosante em terço médio do esôfago. Uma biópsia confirmou um carcinoma escamoso moderadamente diferenciado.
Nesse caso, a conduta mais adequada para o estadiamento e o planejamento terapêutico será
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Nesse caso, a melhor opção terapêutica é
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Ao exame físico geral, está emagrecido, mas sem alterações significativas. Uma endoscopia digestiva alta mostra esôfago dilatado, com retenção de alimentos e resistência na transposição do esfíncter inferior. Realizada esofagografia com bário que mostra imagem em “bico de pássaro” e grande dilatação esofágica.
Diante desse caso clínico, o diagnóstico mais provável e o exame complementar mais adequado para confirmação e classificação são
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Ao exame físico, apresenta distensão abdominal, ruídos hidroaéreos aumentados e massa móvel e dolorosa palpável em mesogástrio. Exames laboratoriais mostram anemia leve normocítica. Uma tomografia de abdome contrastada evidencia uma lesão em “alvo” (target sign) no jejuno proximal com espessamento parietal focal. Não há pneumoperitônio ou líquido livre.
Com base nesse caso clínico, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica são
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Com base na classificação de Hinchey, o estadiamento e a melhor conduta, nesse caso, são
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Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, mas febril e com dor à palpação profunda do quadrante inferior esquerdo, sem sinais de irritação peritoneal difusa. A ausculta apresenta ruídos hidroaéreos discretamente diminuídos. Os exames laboratoriais mostram leucocitose com desvio à esquerda e PCR elevada. Ultrassonografia abdominal foi inconclusiva.
Diante desse quadro clínico o diagnóstico mais provável e a melhor conduta inicial são
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Mulher de 63 anos, menopausada há 10 anos, procura atendimento por aumento progressivo do volume abdominal, distensão e sensação de plenitude pós-prandial nos últimos 3 meses. Refere perda ponderal involuntária, episódios de náusea e alteração do hábito intestinal (alternância entre constipação e evacuações amolecidas). Nega sangramentos genitais.
Ao exame físico: abdome globoso, com ascite moderada, sinal de macicez móvel e presença de nódulos duros em flanco direito (Sinal de Blumer). Ao toque vaginal, palpa-se massa anexial esquerda de consistência pétrea.
Exames laboratoriais revelam:
CA-125: 640 U/mL (normal <35 U/mL); Hemoglobina: 10,2 g/d; Albumina: 2,8 g/Dl; Creatinina: 1,1 mg/dL.
Uma tomografia computadorizada de abdome/pelve evidencia: Massa anexial sólida e cística à esquerda (6,5 cm) e espessamento difuso do peritônio com implantes nodulares, ascite volumosa e linfonodomegalia retroperitoneal.
Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável, a preparação adequada do paciente e o tratamento de escolha são, respectivamente,
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