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Alguns minutos após iniciado um procedimento endovascular, o arco-em-C que está em uso estranhamente superaquece e, após um leve curto-circuito que desarma o disjuntor da sala, interrompe a emissão de raios. Restabelecida de pronto a energia, o técnico tranquiliza a equipe médica, dizendo que esse aparelho já está antigo para as revascularizações distais.

A equipe então nota algumas gotas de óleo no braço do arco, talvez oriundas da ampola emissora de raios-x. O profissional técnico em radiologia que assiste a equipe prontamente oferece a solução de não continuar usando esse aparelho velho e trazer o novo da sala ao lado para que a cirurgia seja reiniciada sem prejuízo de tempo.

É adequado que nesse momento, a equipe:

 

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O Serviço de Pneumologia encaminha um homem na quarta década de vida com sequelas de tuberculose pulmonar e, entre elas, episódios prévios de hemoptise. Este é exatamente o motivo de o terem trazido com pressa a um especialista. Ao examiná-lo, nota-se hemoptise com conteúdo rutilante, acompanhando quase todas as salvas de tosse. Previamente hígido, ainda resiste lúcido, mas é nítida a intensidade da anemia, como mostra sua palidez cutaneomucosa, taquidispneia e taquicardia.

Tendo disponíveis adequados recursos diagnósticos e terapêuticos, é esperado que o especialista:

 

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Um paciente, hoje com 73 anos, foi operado há onze anos por AAA infrarrenal com instalação de endoprótese bifurcada mais embolização de artéria ilíaca interna direita, que também se encontrava muito dilatada. Sem complicações importantes, houve uma certa demora para a cicatrização da ferida inguinal direita, por onde foi introduzido o corpo principal da endoprótese (embora não houvesse infecção) e claudicação glútea decorrente da oclusão da hipogástrica, mas que cedeu após vários meses de caminhada programada e fisioterapia.

O paciente foi acompanhado regularmente ao longo desse período, e até o momento estava assintomático. Seus exames agora mostram aneurismas das artérias ilíacas esquerdas (comum = 1,3 cm; externa = 1,5 cm; interna = 1,9 cm). Confirmam a adequação do tratamento antigo (sem migração, fratura, endoleaks etc.), porém há progressão da doença.

Nesse quadro, deve-se optar por:

 

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Ao realizar ultrassonografia abdominal, mulher de 67 anos encontra uma dilatação aórtica medindo 6,44 x 5,94 cm, em seus maiores diâmetros, com 10 cm de extensão. Nitidamente palpável ao exame, De Bakey negativo, e indolor. A paciente encontra-se completamente assintomática. Ela é hipertensa em uso de ramipril, ezetimibe atenolol e AAS, tendo interrompido o tabagismo 15 anos antes. É revascularizada do miocárdio com safenas para DP e marginal e uma mamária para DA.

Para essa paciente, é correta a conduta:

 

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A endarterectomia, técnica aliada do cirurgião vascular, salva artérias em várias ocasiões.

O local da parede arterial em que se inicia a deposição de lipídeos, dando início ao processo da formação da placa, é:

 

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O Serviço de Atendimento de Urgência traz um paciente de 47 anos com lesão por arma branca. Agredido pela esposa com faca de cozinha no oco clavicular direito, o paciente está vigil, torporoso, pálido e sem pulsos em membros superiores ou inferiores. O socorrista relata ter presenciado quantidade impressionante (sic) de sangue no local. O exame do membro superior direito não mostra isquemia crítica, mas há temperatura um pouco diminuída e leve palidez em relação ao contralateral. Tomografia de tórax não identifica lesão nos vasos subclávios e mostra pequeno extravasamento de contraste na musculatura e tecido celular subcutâneo.

A conduta mais adequada diante dessa situação é:

 

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Um paciente, de 75 anos, ex-tabagista, diabético tipo II, dislipidêmico, hipertenso em controle adequado das comorbidades, foi operado de apendicite quando jovem e fez colecistectomia videolaparoscópica há quinze anos, endarterectomia carotídea direita há oito anos e angioplastia femoral direita e catarata bilateral há seis anos. Além disso, submeteu-se a revascularização miocárdica há quatro anos com uma ponte de safena para coronária direita e uma com mamária para coronária esquerda. Há seis meses, queixa-se de claudicação intermitente pior no membro inferior esquerdo, de início para 300 metros, agora 150 metros. Faz atividades físicas leves regulares desde que revascularizou o miocárdio, época em que também interrompeu o tabagismo. Traz claras as queixas de claudicação dos membros inferiores (mais à esquerda) e do membro superior esquerdo quando faz suas atividades com seu treinador pessoal, além de um desconforto ou dor precordiais também quando levanta os pesos de seu exercício com bíceps esquerdo ou sobe escadas na sua casa. Nega dispneia a esforços, edema ou nictúria.

Em vista do quadro desse paciente, é necessário investigar:

 

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Um homem de 62 anos, hipertenso em uso de losartana e hidroclorotiazida, chega a seu polo de espuma densa referenciado pela unidade básica, com dor, edema, varizes e dermatite ocre em membros inferiores, já classificado como CEAP IV, com exame de doppler venoso mostrando safenas magnas e parvas dilatadas e insuficientes. É indicado para tratamento por espuma densa ecoguiada como rege o fluxo da instituição local. Apesar da conduta já determinada, o residente plantonista hipocraticamente colhe a história do paciente e o examina, descobrindo que, além de hipertenso, ele é diabético e tabagista e que suas dores são típicas de claudicação intermitente com uma distância de marcha não maior que 100 metros. Seus pulsos poplíteos e tibiais são diminuídos e os pediosos, ausentes.

Diante do quadro clínico em questão, é esperado que o residente:

 

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Um homem de aproximadamente 20 anos dá entrada no prontosocorro com lesão por projetil de arma de fogo em região coxofemoral esquerda, além de agressões pelo corpo. O exame na sala de trauma mostra um paciente muito agitado, com orifício único de entrada não maior que 1,0 cm de diâmetro, quatro centímetros abaixo da prega inguinal no terço externo da face anterior da raiz da coxa. Tem trajeto levemente ascendente. Não é visualizado orifício de saída. Há sangramento ativo no local de um sangue claro e rutilante. O curativo que veio do atendimento pré-hospitalar (empapado de sangue e coágulos) não consegue conter o extravasamento. Uma radiografia mostra um projetil alojado no colo do fêmur, que está fraturado e com múltiplos pequenos fragmentos, e duas costelas fraturadas à direita. O pulso femoral está diminuído, e há enorme hematoma local que se estende por toda a coxa, porém com pulsos poplíteos e distais palpáveis, isócronos e isóbaros, aos contralaterais, embora finos bilateralmente.

Em uma primeira avaliação na sala de trauma, há que se supor que se trata de:

 

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Após uma endarterectomia carotídea esquerda, uma paciente de 63 anos, com diabetes, dislipidemia e hipertensão, de que sofria com repetidos ataques isquêmicos transitórios, despertou lúcida, orientada, sem sinais neurológicos e mobilizando os quatro membros. Durante o pós-operatório imediato na noite do CTI, queixou-se de certa rouquidão, atribuída naturalmente à intubação orotraqueal da cirurgia. Na primeira revisão no consultório, a sua voz não havia voltado ao normal, e ela relatou alguns momentos de dispneia.

Observando sua queixa, é coerente afirmar que pode ter havido lesão no nervo:

 

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