Uma paciente de 30 anos, diagnosticada com artrite reumatoide,
relata aumento da dor e rigidez nas articulações, principalmente
nas mãos e nos pulsos. O reumatologista pretende adotar uma
abordagem terapêutica que alie medicação a técnicas físicas para
maximizar o controle da dor e manter a funcionalidade das
articulações.
Um paciente de 40 anos com diagnóstico de neuropatia periférica
apresenta dor crônica e debilidade muscular nas extremidades
inferiores. O médico especialista em reabilitação considera
diversas técnicas para otimizar o tratamento e melhorar a
qualidade de vida do paciente.
Uma paciente de 68 anos, com histórico de osteoartrite severa no
joelho direito, busca tratamento para aliviar a dor e melhorar a
mobilidade. Durante a consulta, ela relata dificuldade crescente
para caminhar e realizar atividades diárias.
O médico decide aplicar princípios de biomecânica para ajustar o
plano de reabilitação da paciente, considerando a redistribuição
de carga e a melhora do alinhamento articular.
Paciente de 72 anos procura neurologista para uma segunda
opinião quanto a um quadro de desequilíbrio de marcha que vem
evoluindo há 2 anos. Relata piora progressiva: inicialmente
conseguia deambular sem ajuda, mas depois passou a necessitar
de uma bengala e há 6 meses está usando um andador. Nega
queixas cognitivas. Quando questionado sobre o controle
urinário, informa que está apresentando urgência miccional há 6
meses. Foi diagnosticado inicialmente com doença de Parkinson,
mas não teve melhora com as medicações prescritas. O exame
neurológico evidencia marcha com base alargada, passos curtos,
instabilidade às mudanças de direção e instabilidade postural ao
pull-test, necessitando ser amparado. Nervos cranianos, força,
reflexos, tônus, sensibilidade e coordenação não mostram
anormalidades objetivas.
A investigação complementar estabelece o diagnóstico ao
identificar, em exame de neuroimagem:
Uma mulher de 50 anos sofre TCE por bala perdida com fratura
de osso frontal e lesão de áreas da face lateral do cérebro, à
esquerda. Atendida na emergência, está acordada.
O exame neurológico identifica as seguintes síndromes
neurológicas:
Paciente de 55 anos está apresentando fraqueza nas mãos há 1
ano. O quadro iniciou na mão direita e alguns meses depois,
passou para a mão esquerda. Ao exame, são observadas paresia
de pinça, abdução e flexão dos dedos das mãos mais acentuada à
direita. Atrofia de região tenar na mão direita. Reflexos
profundos abolidos em membros superiores e vivos em membros
inferiores com reflexo cutâneo-plantar em extensão bilateral.
Sem outras alterações. Traz à consulta ressonância magnética de
crânio e coluna cervical normais.
O padrão eletroneuromiográfico que confirma a síndrome do
segundo neurônio motor é:
Um paciente de 45 anos, casado, sem comorbidades, procura
serviço de reabilitação por estar apresentando desequilíbrio de
marcha há 1 ano. Já teve algumas quedas e tem necessitado de
assistência da esposa para deambular em ambiente comunitário.
Nega dor, dormências ou alteração do controle urinário. Ao
exame, é observada marcha típica tabética. A força é grau V nos 4
membros, com arreflexia global. Sensibilidade tátil, térmica e
dolorosa estão preservadas. Apresenta apalestesia distal e erra
posição segmentar em membros inferiores. Dismetria calcanharjoelho bilateral, que se acentua com os olhos fechados. Sinal de
Romberg positivo. Em investigação, foi diagnosticado com
neuroinfecção após exame do liquor.
O tratamento adequado para o paciente, instituído na ocasião,
foi:
Um paciente de 60 anos queixa-se de parestesias e dor em pés
iniciadas há mais de 3 anos, que vêm se agravando lentamente e
afetaram as mãos no último ano. O exame neurológico
demonstra leve hipoestesia tátil, térmica e dolorosa distalmente
abaixo dos cotovelos e joelhos. Apresenta força grau V nos 4
membros com reflexos preservados bilateralmente e
propriocepção preservada. Não há comorbidades conhecidas.
Quanto à investigação desse tipo de neuropatia, é correto afirmar
que:
Uma paciente de 8 anos é levada pelos pais a consulta com
neurologista. Observam que, desde que ela adquiriu marcha,
tinha dificuldade principalmente para pular, correr e subir
escadas. Relatam que o quadro tem piorado lentamente, e hoje
ela tem quedas frequentes e deambula com assistência de
terceiros. Negam queixas cognitivas, afirmando que a filha tem
bom desempenho escolar. De história familiar, informam que
duas tias maternas tiveram pé equino na infância, e uma delas fez
alongamento de tendão e tem dificuldade de locomoção. Ao
exame neurológico, apresenta pés cavos, tetraparesia de
predomínio distal, hipoestesia dolorosa em bota de cano curto,
hipopalestesia distal em membros inferiores e marcha escarvante
com apoio unilateral. O teste genético detectou duplicação do
gene PMP22 no cromossomo 17.
Quanto ao diagnóstico, é correto afirmar que se trata:
Paciente, 30 anos, sexo feminino, obesa e tabagista, procura
avaliação neurológica com queixa de dor em queimação na
região palmar da mão direita, que se estende do 1º dedo à
metade radial do 4º dedo. A dor é mais intensa à noite. Ao
exame, observa-se discreta atrofia da região tenar e incapacidade
de realizar a oponência do polegar.
O diagnóstico topográfico é consistente com nervo: