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Foram encontradas 50 questões.

2273683 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Assinale alternativa correta sobre a finalidade da utilização dos filtros nos equipamentos utilizados para a realização dos potenciais evocados auditivos de curta latência.
 

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2273403 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Assinale a alternativa correta da caracterização audiológica da deficiência auditiva progressiva do ponto de vista didático das variações dos limiares tonais.
 

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2273263 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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De acordo com BEHLAU (2010), analise o que se afirma a seguir e assinale a alternativa correta que corresponde à categoria da disfonia descrita a seguir.
“Está relacionada aos transtornos de humor (depressão e bipolar), ao uso e abuso de substâncias (alcoolismo), aos transtornos da ansiedade (pânico e ansiedade generalizada), esquizofrenia, demência, transtornos alimentares (anorexia e bulimia nervosa) e transtornos somatoformes (somatização e conversão)”.
 

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2272980 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Os distúrbios de fala em pacientes com fissura labiopalatina podem ser classificados em obrigatórios e compensatórios. Assinale a alternativa que NÃO faz parte de um dos tipos de adaptação compensatória observada nesses indivíduos.
 

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2272873 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Assinale a alternativa correta que corresponde a um dos princípios importantes para a reabilitação do paciente afásico na terapia das desordens emissivas com o objetivo de eliciar a linguagem.
 

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2272869 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Em relação à Disfonia Infantil, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. A criança com disfonia infantil possui uma voz que é o resultado da interação entre os fatores anatômicos, fisiológicos, sociais, emocionais e ambientais, com forte impacto na sua vida pessoal.
II. É incomum a criança evitar situações de comunicação e atividades em grupo que utilizem a comunicação.
III. A disfonia da infância ocorre quando a voz deixa de cumprir seu papel de transmissão de mensagem tanto verbal quanto emocional.
IV. É importante lembrar que as disfonias comportamentais não são a maioria nesse grupo e estão relacionadas com abuso e mau uso vocal.
V. Falar demais não, necessariamente, causa problemas vocais.
 

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2272863 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Paciente com 73 anos e diagnóstico de Esclerose Múltipla foi encaminhada ao hospital com o quadro de disfagia, apresentando as seguintes queixas: engasgos com líquidos e alimentos mais secos e duros como a carne, restos de alimentos na boca e dificuldade para engolir. Após avaliação fonoaudiológica, a referida paciente foi encaminhada para um exame de videofluoroscopia, cujo resultado indicou as seguintes alterações da fase oral: lentidão na mastigação, trituração parcial do bolo alimentar, escape prematuro dos alimentos e ejeção do bolo alimentar insuficiente.
Assinale a alternativa correta que apresenta as funções estomatognáricas que deverão ser priorizadas para a fase oral neste caso.
 

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2272578 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Paciente de 27 anos foi encaminhado ao hospital candidato à Cirurgia Ortognática com diagnóstico de Deformidade Dentofacial, por apresentar Classe II mandibular. O referido paciente apresenta queixa de dor na região facial e dores de cabeça. Ao ser avaliado pelo setor de fonoaudiologia, quais as possíveis alterações nas funções orofaciais podem ser encontradas durante a deglutição no referido paciente?
Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma alteração das funções orofaciais.
 

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2272576 Ano: 2013
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um dos fatores auditivos que influenciam na extensão do efeito de uma perda auditiva, que são obtidos a partir dos testes auditivos da bateria básica.
 

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Sobre a origem de tudo
Marcelo Gleiser
Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único.
Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos.
Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento.
A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes?
A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes.
Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela.
Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável.
Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo.
O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa.
Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais.
Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode
resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-
sobre-a-origem-de-tudo.shtml.
NÃO será mantida a gramática do texto se a expressão
 

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