Foram encontradas 50 questões.
Sobre a diálise peritoneal, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a Resolução RE No. 1671/2006, assinale a alternativa que corresponde ao método de cálculo proposto para o indicador de resultado para paciente em Diálise Peritoneal Intermitente (DPI).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma parte essencial do sucesso da terapia dialítica renal é o preparo do dialisato e em nenhum outro procedimento hospitalar a qualidade da água é obrigatoriamente tão pura como em diálise renal.
Diante disso, a Resolução RDC N°. 154/2004 normatiza componentes, valores máximos permitidos e peridiocidade de análise da água utilizada na preparação de diálise, sendo correto afirmar que em análises mensais
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Proteína não-glicosilada, de baixo peso molecular, produzida a uma taxa constante por todas as células nucleadas e, que devido ao seu baixo peso molecular, é livremente filtrada no glomérulo, sendo reabsorvida e metabolizada no túbulo renal proximal, sem secreção renal ou extra-renal. Dessa forma, esse biomarcador reflete exclusivamente a filtração glomerular e seu aumento está associado à redução da taxa de filtração glomerular, não sendo significativamente afetado por idade, sexo, raça ou massa muscular. Que biomarcador da insuficiência renal aguda possui essas características?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem proíbe a todo profissional de enfermagem administrar medicamentos sem conhecer a ação da droga e sem se certificar da possibilidade de riscos, bem como executar prescrições de qualquer natureza que comprometam a segurança da pessoa. Assinale a alternativa que apresenta a situação em que NÃO é ético executar a prescrição médica.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Puérpera, 33 anos, foi internada na Unidade de Terapia Intensiva com choque hemorrágico por atonia uterina, evoluindo com insuficiência renal aguda. Ontem, apesar do sangramento estar controlado e os níveis de hemoglobina estarem estáveis há dois dias, apresentou pico febril com sudorese e redução da temperatura após Dipirona 2cc + 8ml de água destilada; mantendo pressão arterial com noradrenalina 16mg diluída em 250ml de solução glicosada 5% a 10ml/hora; sob analgo-sedação contínua com fentanil 5ml/ hora e midazolan 2ml/hora; soro de manutenção com eletrólitos (250ml em 24 horas); e outras medicações endovenosas intermitentes que totalizaram um volume de 300ml. Além disso, ontem também recebeu dieta enteral polimérica via sonda nasoenteral 50ml/hora ininterrupta; realizou sessão de hemodiálise com duração de 4 horas e ultrafiltração de 4000ml; com apenas 100ml de débito urinário no dia, evacuou uma vez pequena quantidade pastosa. Diante desse caso, o balanço hídrico nesse dia, sem se considerar as perdas insensíveis, foi de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Homem, 55 anos, diabético, hipertenso, após receber alta da UTI foi admitido na Clínica Médica, mantendo cateter de hemodiálise temporário percutâneo, puncionado no setor de origem há cerca de 21 dias, com hiperemia no sítio de inserção, continuará realizando sessões de diálise intermitente. Para tratamento tópico e redução da infecção primária de corrente sanguínea, é permissivo realizar o curativo com
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a origem de tudo
Marcelo Gleiser
Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único.
Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos.
Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento.
A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes?
A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes.
Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela.
Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável.
Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo.
O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa.
Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais.
Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode
resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-
sobre-a-origem-de-tudo.shtml.
NÃO será mantida a gramática do texto se a expressão
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para remoção farmacológica de potássio via extra-renal, tem-se como opção terapêutica
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a origem de tudo
Marcelo Gleiser
Volta e meia retorno ao tema da origem de tudo, que inevitavelmente leva a reflexões em que as fronteiras entre ciência e religião meio que se misturam. Sabemos que as primeiras narrativas de criação do mundo vêm de textos religiosos, os mitos de criação. O Gênesis, primeiro livro da bíblia, é um exemplo deles, se bem que é importante lembrar que não é o único.
Talvez seja surpreendente, especialmente para as pessoas de fé, que a ciência moderna tenha algo a dizer sobre o assunto. E não há dúvida que o progresso da cosmologia e da astronomia levaram a um conhecimento sem precedentes da história cósmica, que hoje sabemos teve um começo há aproximadamente 13,8 bilhões de anos.
Tal como você e eu, o Universo também tem uma data de nascimento.
A questão complica se persistimos com essa analogia: você e eu tivemos pais que nos geraram. Existe uma continuidade nessa história, que podemos traçar até a primeira entidade viva. Lá, nos deparamos com um dilema: como surgiu a primeira entidade viva, se nada vivo havia para gerá-la? Presumivelmente, a vida veio da não vida, a partir de reações químicas entre as moléculas que existiam na Terra primordial. E o Universo? Como surgiu se nada existia antes?
A situação aqui é ainda mais complexa, visto que o Universo inclui tudo o que existe. Como que tudo pode vir do nada? A prerrogativa da ciência é criar explicações sem intervenção divina. No caso da origem cósmica, explicações científicas encontram desafios conceituais enormes.
Isso não significa que nos resta apenas a opção religiosa como solução da origem cósmica. Significa que precisamos criar um novo modo de explicação científica para lidar com ela.
Para dar conta da origem do Universo, os modelos que temos hoje combinam os dois pilares da física do século 20, a teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como produto da curvatura do espaço, e a mecânica quântica, que descreve o comportamento dos átomos. A combinação é inevitável, dado que, nos seus primórdios, o Universo inteiro era pequeno o bastante para ser dominado por efeitos quânticos. Modelos da origem cósmica usam a bizarrice dos efeitos quânticos para explicar o que parece ser inexplicável.
Por exemplo, da mesma forma que um núcleo radioativo decai espontaneamente, o Cosmo por inteiro pode ter surgido duma flutuação aleatória de energia, uma bolha de espaço que emergiu do “nada”, que chamamos de vácuo.
O interessante é que essa bolha seria uma flutuação de energia zero, devido a uma compensação entre a energia positiva da matéria e a negativa da gravidade. Por isso que muitos físicos, como Stephen Hawking e Lawrence Krauss, falam que o Universo veio do “nada”. E declaram que a questão está resolvida. O que é um absurdo. O nada da física é uma entidade bem complexa.
Esse é apenas um modelo, que pressupõe uma série de conceitos e extrapolações para fazer sentido: espaço, tempo, energia, leis naturais.
Como tal, está longe de ser uma solução para a questão da origem de tudo. Não me parece que a ciência, tal como é formulada hoje, pode
resolver de vez a questão da origem cósmica. Para tal, precisaria descrever suas próprias origens, abranger uma teoria das teorias. O infinito e seu oposto, o nada, são conceitos essenciais; mas é muito fácil nos perdermos nos seus labirintos metafísicos.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/1385521-
sobre-a-origem-de-tudo.shtml.
O fragmento em que a concordância verbal NÃO está de acordo com a norma padrão é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container