Foram encontradas 35 questões.

A imagem ilustra o sistema de feedback associado ao controle da glândula hipófise sobre a glândula tireoide.
Com base nas informações da imagem e no conhecimento sobre o sistema de feedback endócrino, é correto afirmar:
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O biólogo chileno Humberto Maturana, um dos autores da teoria da Autopoiese, que morreu no dia 06/05/21, aos 92 anos, informou a Universidade do Chile, onde era professor. Com doutorado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e pósdoutorado no MIT do mesmo país, nos anos 1970, Maturana criou e desenvolveu, junto com o também biólogo chileno Francisco Varela, o conceito de Autopoiese que afirma que, ao contrário das máquinas, os organismos governam a si próprios em um modelo de auto conservação.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/mundo>. Acesso: maio 2021.
Quando falamos de seres vivos, já estamos pressupondo algo em comum entre eles – de outro modo, não os incluiríamos na mesma classe que designamos com o nome “vivos”. O que não foi respondido, todavia, é: “Qual é a organização que os define como classe?” Nossa proposta é que os seres vivos se caracterizam por, literalmente, produzirem continuamente a si mesmos (autoprodução) – o que indicamos ao chamarmos a organização que os definem de organização autopoiética.
MATURANA, Umberto & VARELA, Francisco. A árvore do Conhecimento. São Paulo: Palas Athena .2001. P. 85.
Com base nas informações dos textos e nos conceitos de Autopoiese desenvolvidos pelos pesquisadores chilenos, é correto afirmar:
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O coronavírus só tem um molécula de RNA, que é protegida por um capsídeo composto da proteína N, que mantém o RNA estável e forma uma espiral. Por fora do capsídeo, fica o envelope onde quatro tipos de proteína ficam ancorados: S, M, E e HE. A maior delas, e a mais evidente, é a proteína S que dá o aspecto de coroa ao vírus.
IAMARINO, Átila & LOPES, Sônia. Coronavírus: explorando a pandemia que mudou o mundo. São Paulo: Moderna, 2020. P. 21. Adaptado
Das proteínas virais citadas, a proteína spike (S) representa o alvo principal, em muitos estudos, para o desenvolvimento de medicamentos e vacinas que sejam eficientes no combate ao vírus Sars-Cov-2.
Deve-se considerar como principal motivo para esta estratégia, tanto profilática quanto terapêutica, o fato da proteína S ser responsável
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A respiração aeróbica é, às vezes, descrita como um processo fisiológico de transporte de oxigênio do sistema respiratório para as células. No entanto, essa é uma maneira estranha de analisar a questão, pois ignora o propósito da respiração. Organismos respiram para liberar energia. Respirar é um processo celular, e a maneira como funciona é conhecida desde que o pesquisador Peter Mitchell propôs sua teoria quimiosmótica, há mais de 50 anos.
CHAMARY, JV. 50 ideias de biologia que você precisa conhecer. São Paulo: Planeta do Brasil, 2019. P. 74.
A respeito da teoria quimiosmótica e de sua repercussão na compreensão dos processos bioenergéticos, é possível afirmar:
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Ao longo da evolução animal, o encéfalo sofreu um processo de enorme crescimento. Essa expansão foi causada pelo acúmulo de neurônios que se associaram, formando circuitos cada vez mais complexos. Estes circuitos acrescentaram, pouco a pouco, capacidades e habilidades novas na interação com o meio ambiente. Isso possibilitou o surgimento de comportamentos sofisticados, além de novos processos mentais.
COSENZA, Ramon & GUERRA, Eleonor. Neurociência e educação. Porto Alegre: Artmed, 2011. P. 16.
A base anátomo-fisiológica determinante do processo de aprendizagem e memorização, presente no interior do sistema nervoso e desenvolvido ao longo da evolução nos animais, encontra-se estruturada
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Vaccines work by training and preparing the body’s natural defences – the immune system – to recognize and fight off viruses and bacteria. If the body is exposed to those disease-causing pathogens later, it will be ready to destroy them quickly – which prevents illness. When a person gets vaccinated against a disease, their risk of infection is also reduced – so they’re also less likely to transmit the virus or bacteria to others. As more people in a community get vaccinated, fewer people remain vulnerable, and there is less possibility for an infected person to pass the pathogen on to another person.
‘Herd immunity’, also known as ‘population immunity’, is the indirect protection from an infectious disease that happens when immunity develops in a population either through vaccination or through previous infection. In communities with high immunity, the non-immune people have a lower risk of disease than they otherwise would, but their reduced risk results from the immunity of people in the community in which they are living (i.e. herd immunity) not because they are personally immune. When vaccine coverage is very high, the risk of disease among those who are non-immune can become similar to those who are truly immune.
The World Health Organization (WHO) supports achieving ‘herd immunity’ through vaccination, not by allowing a disease to spread through a population, as this would result in unnecessary cases and deaths.
Disponível em:<http://crp.com.pe/en/folleto/how-do-vaccines-protect-individuals-and-communities>. Acesso em: jun. 2021. Adaptado.
Herd immunity is reached when
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Vaccines work by training and preparing the body’s natural defences – the immune system – to recognize and fight off viruses and bacteria. If the body is exposed to those disease-causing pathogens later, it will be ready to destroy them quickly – which prevents illness. When a person gets vaccinated against a disease, their risk of infection is also reduced – so they’re also less likely to transmit the virus or bacteria to others. As more people in a community get vaccinated, fewer people remain vulnerable, and there is less possibility for an infected person to pass the pathogen on to another person.
‘Herd immunity’, also known as ‘population immunity’, is the indirect protection from an infectious disease that happens when immunity develops in a population either through vaccination or through previous infection. In communities with high immunity, the non-immune people have a lower risk of disease than they otherwise would, but their reduced risk results from the immunity of people in the community in which they are living (i.e. herd immunity) not because they are personally immune. When vaccine coverage is very high, the risk of disease among those who are non-immune can become similar to those who are truly immune.
The World Health Organization (WHO) supports achieving ‘herd immunity’ through vaccination, not by allowing a disease to spread through a population, as this would result in unnecessary cases and deaths.
Disponível em:<http://crp.com.pe/en/folleto/how-do-vaccines-protect-individuals-and-communities>. Acesso em: jun. 2021. Adaptado.
According to the text, fill in the parentheses with T (True) or F (False). It’s stated in the text that
( ) Vaccines work by improving a person’s immune system.
( ) The risk of a vaccinated person being infected by the disease is zero.
( ) Vaccinated people don’t usually pass the virus or bacteria to others.
( ) Vaccines protect people against harmful diseases before they come into contact with them.
The correct sequence, from top to bottom, is
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Some of the biggest producers of snack food, such as PepsiCo and Nestlé, have agreed to use front-of-pack nutritional labels colored red, amber or green on their products in an effort to make it easier for consumers to choose healthier options. The traffic-light labels, indicating how much fat, salt and sugar an item contains, will be part of a new hybrid nutritional labeling scheme that combines them with guideline daily amounts (GDAs), which senior doctors have criticized as deceptive and utterly baffling to most consumers.
The new labels are intended to help shoppers know at a glance whether a product contains a low, medium or high amount of fat, saturated fat, salt, sugar and calories. “People will be able to use the colors to understand the level of nutrients in the food they are eating. The labels are not designed to demonize foods with lots of reds but to have people consider what they are eating and make sure it’s part of a balanced diet. The move follows research that found consumers were confused by existing food labels: “Research shows that, of all the current schemes, people like this hybrid label the most and can use the information to make healthier choices.”
Disponível em:<http://www.theguardian.com/society>. Acesso em: jun. 2021. Adaptado
According to the text, the traffic-light labelling system for foods aims to
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Na resposta dada pelo mestre ao questionamento de seu discípulo, o termo “próximo” aparece duas vezes e, nesse contexto, trata-se de vocábulos que
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Antônio Emílio Leite Couto, de onde vem o apelido Mia?
Da minha infância. Quando tinha três anos, pedi a meus pais que me chamassem assim por causa dos gatos que viviam em casa. Eles acharam graça, mas levaram a sério o meu pedido.
Além de escritor, sua formação é de médico e biólogo.
Como está vendo as consequências da pandemia? Nosso espanto em relação a essa nova situação não é tanto por causa do perigo imediato à saúde. O que nos assusta é que perdemos a capacidade de reconhecer o poder que a gente imaginava ter, a solução, o domínio, o controle sobre nossas vidas. De repente, um pequeno vírus revela toda a nossa fragilidade. Acho que isso deveria ser o grande aprendizado.
O que podemos aprender com a pandemia?
A espécie humana notou que não é o centro de tudo, mas apenas a pequena parte de algo maior. Como Darwin, quando descobriu que somos um entre muitos seres livres, ou Freud, ao perceber que não somos feitos só de consciência. Ele viu que ali havia um inconsciente, espécie de sótão escuro que não dominamos. Ou ainda como Copérnico e Galileu, quando constataram que a Terra não era o centro do universo.
Seria o momento de repensar nossa própria natureza como seres humanos e como espécie biológica?
Sim, temos a tendência de colocar a natureza como uma coisa divinizada, a grande Mãe que merece a nossa proteção. Não é o ponto. Esse conceito continua a nos manter fora do que importa e em posição de superioridade, “vamos salvar a natureza”. O grande ensinamento é percebermos que somos a parte de uma orquestra regida a um nível microscópico. Os seres que determinam os grandes processos da vida são as bactérias e os vírus. Somos dispensáveis e, no entanto, todo o discurso da natureza é montado sobre a floresta, o oceano, tudo que é sensível e visível para nós, tudo que está em uma escala visual. A natureza para a gente é o fulano que gosta do cão, do gato, das árvores. Mas a natureza é feita de muitas outras coisas. Seria a grande oportunidade para repensar nosso lugar, nosso papel.
Havia uma certa utopia de que o coronavírus traria uma conscientização, mas parece que aos poucos as coisas voltam ao velho normal. Foi ingenuidade acreditar que as pessoas mudariam?
Acho que, na verdade, vamos voltar ao “velho anormal”. Como sempre, essas crises são resolvidas à custa dos que são mais frágeis, mais fracos. Quem vai pagar a fatura são os que já estavam pagando a velha normalidade. Não sou muito otimista porque o medo, como temos hoje, nunca traz nada positivo. O medo pede uma solução simples, messiânica, salvadora.
COUTO, Antônio Emílio Leite (Mia Couto). Sofro com o que o Brasil está passando hoje. [Entrevista concedida a Felipe Machado].
Disponível em:<https://istoe.com.br/ sofro-com-o-que-o-brasil-esta-passando-hoje> >. Acesso em: mai. 2021. Com cortes.
O termo de coesão textual, que aparece destacado nos fragmentos transcritos, apresenta-se com valor prepositivo na alternativa
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