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Foram encontradas 120 questões.

227918 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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Texto para o item.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que agricultores e indústria alimentar deixem de usar

antibióticos rotineiramente para promover o crescimento e prevenir doenças em animais saudáveis. As novas

recomendações da OMS têm o objetivo de ajudar a preservar a eficácia dos antibióticos importantes para a medicina

humana reduzindo seu uso desnecessário em animais.

Em alguns países, aproximadamente 80% do consumo total de antibióticos medicamente importantes está no setor

animal, em grande parte para a promoção do crescimento de animais saudáveis.

O uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos está contribuindo para a crescente ameaça

de resistência a esses medicamentos. Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já

desenvolveram resistência à maioria ou a todos os tratamentos disponíveis e há poucas opções promissoras de pesquisa

em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de doença súbita e mortal”,

diz o diretor-geral da OMS. “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da

resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro”.

A OMS recomenda fortemente uma redução global no uso de todas as classes de antibióticos de importância médica

em animais produtores de alimentos, o que inclui a restrição completa desses antibióticos para a promoção do crescimento

e a prevenção de doenças sem diagnóstico. Animais saudáveis só devem receber antibióticos para prevenir doenças se

elas tiverem sido diagnosticadas em outros animais no mesmo rebanho ou em população de peixes.

“A evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o

aparecimento de resistência a esses medicamentos”, afirma o diretor do Departamento de Segurança Alimentar e

Zoonoses da OMS. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado

por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”.

Muitos países já adotaram medidas para reduzir o uso de antibióticos em animais produtores de alimentos. Desde

2006, por exemplo, a União Europeia proibiu o uso de antibióticos para promoção do crescimento animal. Os consumidores

também estão impulsionando a demanda por carne sem o uso rotineiro de antibióticos e algumas grandes cadeias

alimentares já adotam políticas “sem antibióticos” para seus suprimentos de carne.

Entre as opções alternativas para o uso de antibióticos com o intuito de prevenir doenças em animais, estão a

melhora na higiene, a otimização do uso de vacinas e as mudanças na habitação de animais e nas práticas de criação.

As diretrizes da OMS sobre o uso de antimicrobianos medicamente importantes em animais produtores de

alimentos têm base em décadas de relatórios de especialistas e avaliações do papel do uso de antibióticos agrícolas na

crescente ameaça de resistência a antibióticos.

Internet: <www.paho.org> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Na oração “há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico” (linhas 9 e 10), o sujeito está posposto ao verbo.

 

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227917 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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Texto para o item.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que agricultores e indústria alimentar deixem de usar

antibióticos rotineiramente para promover o crescimento e prevenir doenças em animais saudáveis. As novas

recomendações da OMS têm o objetivo de ajudar a preservar a eficácia dos antibióticos importantes para a medicina

humana reduzindo seu uso desnecessário em animais.

Em alguns países, aproximadamente 80% do consumo total de antibióticos medicamente importantes está no setor

animal, em grande parte para a promoção do crescimento de animais saudáveis.

O uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos está contribuindo para a crescente ameaça

de resistência a esses medicamentos. Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já

desenvolveram resistência à maioria ou a todos os tratamentos disponíveis e há poucas opções promissoras de pesquisa

em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de doença súbita e mortal”,

diz o diretor-geral da OMS. “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da

resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro”.

A OMS recomenda fortemente uma redução global no uso de todas as classes de antibióticos de importância médica

em animais produtores de alimentos, o que inclui a restrição completa desses antibióticos para a promoção do crescimento

e a prevenção de doenças sem diagnóstico. Animais saudáveis só devem receber antibióticos para prevenir doenças se

elas tiverem sido diagnosticadas em outros animais no mesmo rebanho ou em população de peixes.

“A evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o

aparecimento de resistência a esses medicamentos”, afirma o diretor do Departamento de Segurança Alimentar e

Zoonoses da OMS. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado

por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”.

Muitos países já adotaram medidas para reduzir o uso de antibióticos em animais produtores de alimentos. Desde

2006, por exemplo, a União Europeia proibiu o uso de antibióticos para promoção do crescimento animal. Os consumidores

também estão impulsionando a demanda por carne sem o uso rotineiro de antibióticos e algumas grandes cadeias

alimentares já adotam políticas “sem antibióticos” para seus suprimentos de carne.

Entre as opções alternativas para o uso de antibióticos com o intuito de prevenir doenças em animais, estão a

melhora na higiene, a otimização do uso de vacinas e as mudanças na habitação de animais e nas práticas de criação.

As diretrizes da OMS sobre o uso de antimicrobianos medicamente importantes em animais produtores de

alimentos têm base em décadas de relatórios de especialistas e avaliações do papel do uso de antibióticos agrícolas na

crescente ameaça de resistência a antibióticos.

Internet: <www.paho.org> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso fosse inserido, na linha 16, o vocábulo caso imediatamente após o conector “se”.

 

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227916 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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Texto para o item.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que agricultores e indústria alimentar deixem de usar

antibióticos rotineiramente para promover o crescimento e prevenir doenças em animais saudáveis. As novas

recomendações da OMS têm o objetivo de ajudar a preservar a eficácia dos antibióticos importantes para a medicina

humana reduzindo seu uso desnecessário em animais.

Em alguns países, aproximadamente 80% do consumo total de antibióticos medicamente importantes está no setor

animal, em grande parte para a promoção do crescimento de animais saudáveis.

O uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos está contribuindo para a crescente ameaça

de resistência a esses medicamentos. Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já

desenvolveram resistência à maioria ou a todos os tratamentos disponíveis e há poucas opções promissoras de pesquisa

em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de doença súbita e mortal”,

diz o diretor-geral da OMS. “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da

resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro”.

A OMS recomenda fortemente uma redução global no uso de todas as classes de antibióticos de importância médica

em animais produtores de alimentos, o que inclui a restrição completa desses antibióticos para a promoção do crescimento

e a prevenção de doenças sem diagnóstico. Animais saudáveis só devem receber antibióticos para prevenir doenças se

elas tiverem sido diagnosticadas em outros animais no mesmo rebanho ou em população de peixes.

“A evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o

aparecimento de resistência a esses medicamentos”, afirma o diretor do Departamento de Segurança Alimentar e

Zoonoses da OMS. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado

por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”.

Muitos países já adotaram medidas para reduzir o uso de antibióticos em animais produtores de alimentos. Desde

2006, por exemplo, a União Europeia proibiu o uso de antibióticos para promoção do crescimento animal. Os consumidores

também estão impulsionando a demanda por carne sem o uso rotineiro de antibióticos e algumas grandes cadeias

alimentares já adotam políticas “sem antibióticos” para seus suprimentos de carne.

Entre as opções alternativas para o uso de antibióticos com o intuito de prevenir doenças em animais, estão a

melhora na higiene, a otimização do uso de vacinas e as mudanças na habitação de animais e nas práticas de criação.

As diretrizes da OMS sobre o uso de antimicrobianos medicamente importantes em animais produtores de

alimentos têm base em décadas de relatórios de especialistas e avaliações do papel do uso de antibióticos agrícolas na

crescente ameaça de resistência a antibióticos.

Internet: <www.paho.org> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Na linha 9, o emprego do acento indicativo de crase em “à maioria” justifica-se pela regência do termo “resistência” e pela anteposição de artigo definido ao termo “maioria”.

 

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227915 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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Texto para o item.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que agricultores e indústria alimentar deixem de usar

antibióticos rotineiramente para promover o crescimento e prevenir doenças em animais saudáveis. As novas

recomendações da OMS têm o objetivo de ajudar a preservar a eficácia dos antibióticos importantes para a medicina

humana reduzindo seu uso desnecessário em animais.

Em alguns países, aproximadamente 80% do consumo total de antibióticos medicamente importantes está no setor

animal, em grande parte para a promoção do crescimento de animais saudáveis.

O uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos está contribuindo para a crescente ameaça

de resistência a esses medicamentos. Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já

desenvolveram resistência à maioria ou a todos os tratamentos disponíveis e há poucas opções promissoras de pesquisa

em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de doença súbita e mortal”,

diz o diretor-geral da OMS. “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da

resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro”.

A OMS recomenda fortemente uma redução global no uso de todas as classes de antibióticos de importância médica

em animais produtores de alimentos, o que inclui a restrição completa desses antibióticos para a promoção do crescimento

e a prevenção de doenças sem diagnóstico. Animais saudáveis só devem receber antibióticos para prevenir doenças se

elas tiverem sido diagnosticadas em outros animais no mesmo rebanho ou em população de peixes.

“A evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o

aparecimento de resistência a esses medicamentos”, afirma o diretor do Departamento de Segurança Alimentar e

Zoonoses da OMS. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado

por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”.

Muitos países já adotaram medidas para reduzir o uso de antibióticos em animais produtores de alimentos. Desde

2006, por exemplo, a União Europeia proibiu o uso de antibióticos para promoção do crescimento animal. Os consumidores

também estão impulsionando a demanda por carne sem o uso rotineiro de antibióticos e algumas grandes cadeias

alimentares já adotam políticas “sem antibióticos” para seus suprimentos de carne.

Entre as opções alternativas para o uso de antibióticos com o intuito de prevenir doenças em animais, estão a

melhora na higiene, a otimização do uso de vacinas e as mudanças na habitação de animais e nas práticas de criação.

As diretrizes da OMS sobre o uso de antimicrobianos medicamente importantes em animais produtores de

alimentos têm base em décadas de relatórios de especialistas e avaliações do papel do uso de antibióticos agrícolas na

crescente ameaça de resistência a antibióticos.

Internet: <www.paho.org> (com adaptações).

Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“como” (linha 11) por quanto.

 

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227914 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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Texto para o item.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que agricultores e indústria alimentar deixem de usar

antibióticos rotineiramente para promover o crescimento e prevenir doenças em animais saudáveis. As novas

recomendações da OMS têm o objetivo de ajudar a preservar a eficácia dos antibióticos importantes para a medicina

humana reduzindo seu uso desnecessário em animais.

Em alguns países, aproximadamente 80% do consumo total de antibióticos medicamente importantes está no setor

animal, em grande parte para a promoção do crescimento de animais saudáveis.

O uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos está contribuindo para a crescente ameaça

de resistência a esses medicamentos. Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já

desenvolveram resistência à maioria ou a todos os tratamentos disponíveis e há poucas opções promissoras de pesquisa

em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de doença súbita e mortal”,

diz o diretor-geral da OMS. “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da

resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro”.

A OMS recomenda fortemente uma redução global no uso de todas as classes de antibióticos de importância médica

em animais produtores de alimentos, o que inclui a restrição completa desses antibióticos para a promoção do crescimento

e a prevenção de doenças sem diagnóstico. Animais saudáveis só devem receber antibióticos para prevenir doenças se

elas tiverem sido diagnosticadas em outros animais no mesmo rebanho ou em população de peixes.

“A evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o

aparecimento de resistência a esses medicamentos”, afirma o diretor do Departamento de Segurança Alimentar e

Zoonoses da OMS. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado

por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”.

Muitos países já adotaram medidas para reduzir o uso de antibióticos em animais produtores de alimentos. Desde

2006, por exemplo, a União Europeia proibiu o uso de antibióticos para promoção do crescimento animal. Os consumidores

também estão impulsionando a demanda por carne sem o uso rotineiro de antibióticos e algumas grandes cadeias

alimentares já adotam políticas “sem antibióticos” para seus suprimentos de carne.

Entre as opções alternativas para o uso de antibióticos com o intuito de prevenir doenças em animais, estão a

melhora na higiene, a otimização do uso de vacinas e as mudanças na habitação de animais e nas práticas de criação.

As diretrizes da OMS sobre o uso de antimicrobianos medicamente importantes em animais produtores de

alimentos têm base em décadas de relatórios de especialistas e avaliações do papel do uso de antibióticos agrícolas na

crescente ameaça de resistência a antibióticos.

Internet: <www.paho.org> (com adaptações).

Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“com o intuito de” (linha 26) por com o propósito de.

 

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227913 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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Texto para o item.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que agricultores e indústria alimentar deixem de usar

antibióticos rotineiramente para promover o crescimento e prevenir doenças em animais saudáveis. As novas

recomendações da OMS têm o objetivo de ajudar a preservar a eficácia dos antibióticos importantes para a medicina

humana reduzindo seu uso desnecessário em animais.

Em alguns países, aproximadamente 80% do consumo total de antibióticos medicamente importantes está no setor

animal, em grande parte para a promoção do crescimento de animais saudáveis.

O uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos está contribuindo para a crescente ameaça

de resistência a esses medicamentos. Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já

desenvolveram resistência à maioria ou a todos os tratamentos disponíveis e há poucas opções promissoras de pesquisa

em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de doença súbita e mortal”,

diz o diretor-geral da OMS. “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da

resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro”.

A OMS recomenda fortemente uma redução global no uso de todas as classes de antibióticos de importância médica

em animais produtores de alimentos, o que inclui a restrição completa desses antibióticos para a promoção do crescimento

e a prevenção de doenças sem diagnóstico. Animais saudáveis só devem receber antibióticos para prevenir doenças se

elas tiverem sido diagnosticadas em outros animais no mesmo rebanho ou em população de peixes.

“A evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o

aparecimento de resistência a esses medicamentos”, afirma o diretor do Departamento de Segurança Alimentar e

Zoonoses da OMS. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado

por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”.

Muitos países já adotaram medidas para reduzir o uso de antibióticos em animais produtores de alimentos. Desde

2006, por exemplo, a União Europeia proibiu o uso de antibióticos para promoção do crescimento animal. Os consumidores

também estão impulsionando a demanda por carne sem o uso rotineiro de antibióticos e algumas grandes cadeias

alimentares já adotam políticas “sem antibióticos” para seus suprimentos de carne.

Entre as opções alternativas para o uso de antibióticos com o intuito de prevenir doenças em animais, estão a

melhora na higiene, a otimização do uso de vacinas e as mudanças na habitação de animais e nas práticas de criação.

As diretrizes da OMS sobre o uso de antimicrobianos medicamente importantes em animais produtores de

alimentos têm base em décadas de relatórios de especialistas e avaliações do papel do uso de antibióticos agrícolas na

crescente ameaça de resistência a antibióticos.

Internet: <www.paho.org> (com adaptações).

Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“reduzindo seu uso desnecessário em animais” (linha 4) por por meio da redução desnecessária de seu uso em animais.
 

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227912 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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Texto para o item.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que agricultores e indústria alimentar deixem de usar

antibióticos rotineiramente para promover o crescimento e prevenir doenças em animais saudáveis. As novas

recomendações da OMS têm o objetivo de ajudar a preservar a eficácia dos antibióticos importantes para a medicina

humana reduzindo seu uso desnecessário em animais.

Em alguns países, aproximadamente 80% do consumo total de antibióticos medicamente importantes está no setor

animal, em grande parte para a promoção do crescimento de animais saudáveis.

O uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos está contribuindo para a crescente ameaça

de resistência a esses medicamentos. Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já

desenvolveram resistência à maioria ou a todos os tratamentos disponíveis e há poucas opções promissoras de pesquisa

em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de doença súbita e mortal”,

diz o diretor-geral da OMS. “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da

resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro”.

A OMS recomenda fortemente uma redução global no uso de todas as classes de antibióticos de importância médica

em animais produtores de alimentos, o que inclui a restrição completa desses antibióticos para a promoção do crescimento

e a prevenção de doenças sem diagnóstico. Animais saudáveis só devem receber antibióticos para prevenir doenças se

elas tiverem sido diagnosticadas em outros animais no mesmo rebanho ou em população de peixes.

“A evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o

aparecimento de resistência a esses medicamentos”, afirma o diretor do Departamento de Segurança Alimentar e

Zoonoses da OMS. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado

por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”.

Muitos países já adotaram medidas para reduzir o uso de antibióticos em animais produtores de alimentos. Desde

2006, por exemplo, a União Europeia proibiu o uso de antibióticos para promoção do crescimento animal. Os consumidores

também estão impulsionando a demanda por carne sem o uso rotineiro de antibióticos e algumas grandes cadeias

alimentares já adotam políticas “sem antibióticos” para seus suprimentos de carne.

Entre as opções alternativas para o uso de antibióticos com o intuito de prevenir doenças em animais, estão a

melhora na higiene, a otimização do uso de vacinas e as mudanças na habitação de animais e nas práticas de criação.

As diretrizes da OMS sobre o uso de antimicrobianos medicamente importantes em animais produtores de

alimentos têm base em décadas de relatórios de especialistas e avaliações do papel do uso de antibióticos agrícolas na

crescente ameaça de resistência a antibióticos.

Internet: <www.paho.org> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Na linha 3, a acentuação gráfica em “têm” indica que o verbo está no plural, concordando com o núcleo do sujeito da oração, o substantivo “recomendações”.

 

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227911 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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Texto para o item.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que agricultores e indústria alimentar deixem de usar

antibióticos rotineiramente para promover o crescimento e prevenir doenças em animais saudáveis. As novas

recomendações da OMS têm o objetivo de ajudar a preservar a eficácia dos antibióticos importantes para a medicina

humana reduzindo seu uso desnecessário em animais.

Em alguns países, aproximadamente 80% do consumo total de antibióticos medicamente importantes está no setor

animal, em grande parte para a promoção do crescimento de animais saudáveis.

O uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos está contribuindo para a crescente ameaça

de resistência a esses medicamentos. Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já

desenvolveram resistência à maioria ou a todos os tratamentos disponíveis e há poucas opções promissoras de pesquisa

em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de doença súbita e mortal”,

diz o diretor-geral da OMS. “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da

resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro”.

A OMS recomenda fortemente uma redução global no uso de todas as classes de antibióticos de importância médica

em animais produtores de alimentos, o que inclui a restrição completa desses antibióticos para a promoção do crescimento

e a prevenção de doenças sem diagnóstico. Animais saudáveis só devem receber antibióticos para prevenir doenças se

elas tiverem sido diagnosticadas em outros animais no mesmo rebanho ou em população de peixes.

“A evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o

aparecimento de resistência a esses medicamentos”, afirma o diretor do Departamento de Segurança Alimentar e

Zoonoses da OMS. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado

por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”.

Muitos países já adotaram medidas para reduzir o uso de antibióticos em animais produtores de alimentos. Desde

2006, por exemplo, a União Europeia proibiu o uso de antibióticos para promoção do crescimento animal. Os consumidores

também estão impulsionando a demanda por carne sem o uso rotineiro de antibióticos e algumas grandes cadeias

alimentares já adotam políticas “sem antibióticos” para seus suprimentos de carne.

Entre as opções alternativas para o uso de antibióticos com o intuito de prevenir doenças em animais, estão a

melhora na higiene, a otimização do uso de vacinas e as mudanças na habitação de animais e nas práticas de criação.

As diretrizes da OMS sobre o uso de antimicrobianos medicamente importantes em animais produtores de

alimentos têm base em décadas de relatórios de especialistas e avaliações do papel do uso de antibióticos agrícolas na

crescente ameaça de resistência a antibióticos.

Internet: <www.paho.org> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

O objetivo do texto, estruturado em forma dissertativa, é alertar o público leitor do risco da resistência antimicrobiana causada pelo uso excessivo e indevido de antibióticos.

 

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227910 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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Texto para o item.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que agricultores e indústria alimentar deixem de usar

antibióticos rotineiramente para promover o crescimento e prevenir doenças em animais saudáveis. As novas

recomendações da OMS têm o objetivo de ajudar a preservar a eficácia dos antibióticos importantes para a medicina

humana reduzindo seu uso desnecessário em animais.

Em alguns países, aproximadamente 80% do consumo total de antibióticos medicamente importantes está no setor

animal, em grande parte para a promoção do crescimento de animais saudáveis.

O uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos está contribuindo para a crescente ameaça

de resistência a esses medicamentos. Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já

desenvolveram resistência à maioria ou a todos os tratamentos disponíveis e há poucas opções promissoras de pesquisa

em etapa de desenvolvimento para uso clínico.

“A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de doença súbita e mortal”,

diz o diretor-geral da OMS. “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da

resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro”.

A OMS recomenda fortemente uma redução global no uso de todas as classes de antibióticos de importância médica

em animais produtores de alimentos, o que inclui a restrição completa desses antibióticos para a promoção do crescimento

e a prevenção de doenças sem diagnóstico. Animais saudáveis só devem receber antibióticos para prevenir doenças se

elas tiverem sido diagnosticadas em outros animais no mesmo rebanho ou em população de peixes.

“A evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o

aparecimento de resistência a esses medicamentos”, afirma o diretor do Departamento de Segurança Alimentar e

Zoonoses da OMS. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado

por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”.

Muitos países já adotaram medidas para reduzir o uso de antibióticos em animais produtores de alimentos. Desde

2006, por exemplo, a União Europeia proibiu o uso de antibióticos para promoção do crescimento animal. Os consumidores

também estão impulsionando a demanda por carne sem o uso rotineiro de antibióticos e algumas grandes cadeias

alimentares já adotam políticas “sem antibióticos” para seus suprimentos de carne.

Entre as opções alternativas para o uso de antibióticos com o intuito de prevenir doenças em animais, estão a

melhora na higiene, a otimização do uso de vacinas e as mudanças na habitação de animais e nas práticas de criação.

As diretrizes da OMS sobre o uso de antimicrobianos medicamente importantes em animais produtores de

alimentos têm base em décadas de relatórios de especialistas e avaliações do papel do uso de antibióticos agrícolas na

crescente ameaça de resistência a antibióticos.

Internet: <www.paho.org> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Estaria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserida uma vírgula após o termo “humanos” (linha 7), dada a extensão do sujeito da oração.
 

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227909 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-RN
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O Brasil atingiu, pela primeira vez em sua história, o patamar de 31,6 homicídios por 100 mil habitantes. A taxa, registrada em 2017, corresponde a 65.602 homicídios naquele ano e revela a premência de ações efetivas para reverter o aumento da violência. É o que aponta o Atlas da Violência 2019, com dados de 2017, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgado no dia 5 de junho.
Internet:<www.ipea.gov.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
O Atlas da Violência apontou um componente étnico nos homicídios em 2017 que já é histórico: a diferença entre o número de homicídios de negros e brancos se alarga a cada ano.
 

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