Foram encontradas 120 questões.
Assinale a alternativa que indica a relação existente entre
as orações subordinadas adverbiais “Ela prestou socorro,
conforme manda a lei”.
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Considere os itens abaixo:
I - Minha mãe assistiu ao filme;
II - O evento não agradou o público;
III - Ele aspira ao cargo de supervisor.
Conforme a norma culta da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que indica o(s) item(ns) com regência verbal correta:
I - Minha mãe assistiu ao filme;
II - O evento não agradou o público;
III - Ele aspira ao cargo de supervisor.
Conforme a norma culta da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que indica o(s) item(ns) com regência verbal correta:
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Assinale a alternativa em que o emprego do acento
indicativo de crase é facultativo.
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Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras
grafadas segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.
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Conforme a NORMA CULTA da Língua Portuguesa, assinale
a alternativa em que a concordância nominal está correta.
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O ENCONTRO MELANCÓLICO
Sentaram-se, os dois, já arrependidos de terem marcado o
encontro. Esvaziaram os pulmões, num suspiro da
saciedade. Aos dois, faltava a coragem de perguntar: - Por
que isto? Por que não vamos embora de uma vez?
Preferiram ser gentis e tentar. Ele perguntou se ela queria
beber alguma coisa, ou comer alguma coisa. Ela respondeu
um "nada" de quem anseia abreviar a angústia de estarem
juntos. Ambos sentiram calor, ou porque a tarde estivesse
fria, ambos suaram, sem calor, na testa e no pescoço. Que
saudade os trouxera ali? Nenhuma. Vieram, simplesmente,
porque um gostaria de saber, no coração do outro, o
tamanho da falta que estava fazendo. As pessoas são
muito vaidosas e, quando acabam seus romances, têm a
mania de pensar que, de um modo ou de outro, marcaram,
para sempre, a pessoa amada. É uma pretensão tola, esta
de ser inesquecível, na carne ou na alma de quem se
amou. O mundo renova muito a todos nós. Ou, quando
não renova, envelhece, muda-nos sempre, enchendo-nos a
vida de quatro ou cinco belezas novas ou de uma nova dor,
que abrange todo o ser, defendendo-o contra qualquer
recaída na doença de que saímos vivos.
Sentados frente a frente, fumavam e trocavam perguntas,
cujas respostas eram dispensáveis: "Como vai sua irmã?"
"Sua tia viajou, afinal?" "Como estão as aulas de
taquigrafia?" Pediram uma cerveja, para fazer jus à mesa e
à tolerância do garçom. Era uma cerveja amarga, porque o
gosto das cervejas é a gente quem faz, com a doçura, o
tanino ou o amargo que se traz na vida. Ela evitou que ele
lhe acendesse o cigarro. Ele guardou o isqueiro, sem o
menor constrangimento. Depois de tudo isso foi que se
olharam bem nos olhos. Um olhar sem enlevo, sem
mensagem, sem mágoa. Um olhar corajoso, só isso. Como
era estranho, depois de tanto amor, depois de tantas vezes
terem chegado ao trágico, verem-se agora como se fossem
dois parentes. Nem ao menos se odiavam. Como a vida é
sábia, em suas acomodações! Riram-se, cada um de si
mesmo e os dois da vida. Não havia nada a dizer, porque
sabiam de tudo, sem linguagem. A palavra complica muito.
Levantaram-se. Deram-se as mãos nas pontas dos dedos,
foram caminhando e largando-se aos poucos, até que
passou um táxi e ele correu para alcançá-lo. Ao entrar no
carro, ainda olhou para trás e gritou-lhe um "adeus"
qualquer. Que ela não ouviu, porque entrara em uma loja
de bombons. E dali por diante, nada os uniu ou mesmo
separou, no ar, nas pedras e na música da cidade.
Maria, Antônio. O encontro melancólico. Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5828/o-encontro-melancolico.
Acesso em: 22 de ago. de 2024.
I - Um olhar corajoso, só isso;
II - Aos dois, faltava a coragem de perguntar.
Assinale a alternativa que indica, respectivamente, a classe gramatical dos termos CORAJOSO e CORAGEM.
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O ENCONTRO MELANCÓLICO
Sentaram-se, os dois, já arrependidos de terem marcado o
encontro. Esvaziaram os pulmões, num suspiro da
saciedade. Aos dois, faltava a coragem de perguntar: - Por
que isto? Por que não vamos embora de uma vez?
Preferiram ser gentis e tentar. Ele perguntou se ela queria
beber alguma coisa, ou comer alguma coisa. Ela respondeu
um "nada" de quem anseia abreviar a angústia de estarem
juntos. Ambos sentiram calor, ou porque a tarde estivesse
fria, ambos suaram, sem calor, na testa e no pescoço. Que
saudade os trouxera ali? Nenhuma. Vieram, simplesmente,
porque um gostaria de saber, no coração do outro, o
tamanho da falta que estava fazendo. As pessoas são
muito vaidosas e, quando acabam seus romances, têm a
mania de pensar que, de um modo ou de outro, marcaram,
para sempre, a pessoa amada. É uma pretensão tola, esta
de ser inesquecível, na carne ou na alma de quem se
amou. O mundo renova muito a todos nós. Ou, quando
não renova, envelhece, muda-nos sempre, enchendo-nos a
vida de quatro ou cinco belezas novas ou de uma nova dor,
que abrange todo o ser, defendendo-o contra qualquer
recaída na doença de que saímos vivos.
Sentados frente a frente, fumavam e trocavam perguntas,
cujas respostas eram dispensáveis: "Como vai sua irmã?"
"Sua tia viajou, afinal?" "Como estão as aulas de
taquigrafia?" Pediram uma cerveja, para fazer jus à mesa e
à tolerância do garçom. Era uma cerveja amarga, porque o
gosto das cervejas é a gente quem faz, com a doçura, o
tanino ou o amargo que se traz na vida. Ela evitou que ele
lhe acendesse o cigarro. Ele guardou o isqueiro, sem o
menor constrangimento. Depois de tudo isso foi que se
olharam bem nos olhos. Um olhar sem enlevo, sem
mensagem, sem mágoa. Um olhar corajoso, só isso. Como
era estranho, depois de tanto amor, depois de tantas vezes
terem chegado ao trágico, verem-se agora como se fossem
dois parentes. Nem ao menos se odiavam. Como a vida é
sábia, em suas acomodações! Riram-se, cada um de si
mesmo e os dois da vida. Não havia nada a dizer, porque
sabiam de tudo, sem linguagem. A palavra complica muito.
Levantaram-se. Deram-se as mãos nas pontas dos dedos,
foram caminhando e largando-se aos poucos, até que
passou um táxi e ele correu para alcançá-lo. Ao entrar no
carro, ainda olhou para trás e gritou-lhe um "adeus"
qualquer. Que ela não ouviu, porque entrara em uma loja
de bombons. E dali por diante, nada os uniu ou mesmo
separou, no ar, nas pedras e na música da cidade.
Maria, Antônio. O encontro melancólico. Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5828/o-encontro-melancolico.
Acesso em: 22 de ago. de 2024.
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O ENCONTRO MELANCÓLICO
Sentaram-se, os dois, já arrependidos de terem marcado o
encontro. Esvaziaram os pulmões, num suspiro da
saciedade. Aos dois, faltava a coragem de perguntar: - Por
que isto? Por que não vamos embora de uma vez?
Preferiram ser gentis e tentar. Ele perguntou se ela queria
beber alguma coisa, ou comer alguma coisa. Ela respondeu
um "nada" de quem anseia abreviar a angústia de estarem
juntos. Ambos sentiram calor, ou porque a tarde estivesse
fria, ambos suaram, sem calor, na testa e no pescoço. Que
saudade os trouxera ali? Nenhuma. Vieram, simplesmente,
porque um gostaria de saber, no coração do outro, o
tamanho da falta que estava fazendo. As pessoas são
muito vaidosas e, quando acabam seus romances, têm a
mania de pensar que, de um modo ou de outro, marcaram,
para sempre, a pessoa amada. É uma pretensão tola, esta
de ser inesquecível, na carne ou na alma de quem se
amou. O mundo renova muito a todos nós. Ou, quando
não renova, envelhece, muda-nos sempre, enchendo-nos a
vida de quatro ou cinco belezas novas ou de uma nova dor,
que abrange todo o ser, defendendo-o contra qualquer
recaída na doença de que saímos vivos.
Sentados frente a frente, fumavam e trocavam perguntas,
cujas respostas eram dispensáveis: "Como vai sua irmã?"
"Sua tia viajou, afinal?" "Como estão as aulas de
taquigrafia?" Pediram uma cerveja, para fazer jus à mesa e
à tolerância do garçom. Era uma cerveja amarga, porque o
gosto das cervejas é a gente quem faz, com a doçura, o
tanino ou o amargo que se traz na vida. Ela evitou que ele
lhe acendesse o cigarro. Ele guardou o isqueiro, sem o
menor constrangimento. Depois de tudo isso foi que se
olharam bem nos olhos. Um olhar sem enlevo, sem
mensagem, sem mágoa. Um olhar corajoso, só isso. Como
era estranho, depois de tanto amor, depois de tantas vezes
terem chegado ao trágico, verem-se agora como se fossem
dois parentes. Nem ao menos se odiavam. Como a vida é
sábia, em suas acomodações! Riram-se, cada um de si
mesmo e os dois da vida. Não havia nada a dizer, porque
sabiam de tudo, sem linguagem. A palavra complica muito.
Levantaram-se. Deram-se as mãos nas pontas dos dedos,
foram caminhando e largando-se aos poucos, até que
passou um táxi e ele correu para alcançá-lo. Ao entrar no
carro, ainda olhou para trás e gritou-lhe um "adeus"
qualquer. Que ela não ouviu, porque entrara em uma loja
de bombons. E dali por diante, nada os uniu ou mesmo
separou, no ar, nas pedras e na música da cidade.
Maria, Antônio. O encontro melancólico. Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5828/o-encontro-melancolico.
Acesso em: 22 de ago. de 2024.
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3386708
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: CRMV-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: CRMV-PB
Provas:
Conforme indicado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia
e Inovação - MCTI, em 2024 acontecerá a 21ª Semana
Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), evento de
importante contribuição para a popularização da ciência
no país. De acordo com o MCTI, qual será o tema do
evento neste ano?
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3386707
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: CRMV-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBADE
Orgão: CRMV-PB
Provas:
Qual é o nome do acordo internacional, adotado em 2015,
que estabelece metas globais para limitar o aumento da
temperatura média do planeta e combater as mudanças
climáticas?
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