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Foram encontradas 39 questões.

TEXTO 1

Fazer o que se gosta

A escolha de uma profissão é o primeiro calvário de todo adolescente. Muitos tios, pais e orientadores vocacionais acabam recomendando "fazer o que se gosta", um conselho confuso e equivocado.
Empresas pagam profissionais para fazer o que a comunidade acha importante ser feito, não aquilo que os funcionários gostariam de fazer, que, normalmente, é jogar futebol, ler um livro ou tomar chope na praia.
Seria um mundo perfeito se as coisas que queremos fazer coincidissem exatamente com o que a sociedade acha importante ser feito. Mas, aí, quem tiraria o lixo, algo necessário, mas que ninguém quer fazer?
Muitos jovens sonham trabalhar no terceiro setor, porque é o que gostariam de fazer. Toda semana recebo jovens que querem trabalhar em minha consultoria num projeto social. "Quero ajudar os outros, não quero participar desse capitalismo selvagem." Nesses casos, peço que deixem comigo os sapatos e as meias e voltem para conversar em uma semana.
É uma arrogância intelectual que se ensina nas universidades brasileiras e um insulto aos sapateiros e aos trabalhadores dizer que eles não ajudam os outros. A maioria das pessoas que ajudam os outros o faz de graça.
As coisas que realmente gosto de fazer, como jogar tênis, velejar e organizar o Prêmio Bem Eficiente, eu faço de graça. O "ócio criativo", o sonho brasileiro de receber um salário para "fazer o que se gosta", somente é alcançado por alguns professores felizardos de filosofia que podem ler o que gostam em tempo integral.
O que seria de nós se ninguém produzisse sapatos e meias, só porque alguns membros da sociedade só querem "fazer o que gostam"? Pediatras e obstetras atendem às 2 da manhã. Médicos e enfermeiras atendem aos sábados e domingos não porque gostam, mas porque isso tem de ser feito.
Empresas, hospitais, entidades beneficentes estão aí para fazer o que é preciso ser feito, aos sábados, domingos e feriados. Eu respeito muito mais os altruístas que fazem aquilo que tem de ser feito do que os egoístas que só querem "fazer o que gostam".
Então teremos de trabalhar em algo que odiamos, condenados a uma vida profissional chata e opressiva? Existe um final feliz. A saída para esse dilema é aprender a gostar do que você faz. E isso é mais fácil do que se pensa. Basta fazer seu trabalho com esmero. Curta o prazer da excelência, o prazer estético da qualidade e da perfeição.
Aliás, isso não é um conselho simplesmente profissional, é um conselho de vida. Se algo vale a pena ser feito na vida, vale a pena ser bem feito. Viva com esse objetivo. Você poderá não ficar rico, mas será feliz. Provavelmente, nada lhe faltará, porque se paga melhor àqueles que fazem o trabalho bem feito do que àqueles que fazem o mínimo necessário.
Se quiser procurar algo, descubra suas habilidades naturais, que permitirão que realize seu trabalho com distinção e o colocarão à frente dos demais. Muitos profissionais odeiam o que fazem porque não se prepararam adequadamente, não
estudaram o suficiente, não sabem fazer aquilo que gostam, e aí odeiam o que fazem mal feito.
Sempre fui um perfeccionista. Fiz muitas coisas chatas na vida, mas sempre fiz questão de fazê-las bem feitas. Sou até criticado por isso, porque demoro demais, vivo brigando com quem é incompetente, reescrevo estes artigos umas quarenta vezes para o desespero de meus editores, sou superexigente comigo e com os outros.
Hoje, percebo que foi esse perfeccionismo que me permitiu sobreviver à chatice da vida, que me fez gostar das coisas chatas que tenho de fazer.
Se você não gosta de seu trabalho, tente fazê-lo bem feito. Seja o melhor em sua área, destaque-se pela precisão. Você será aplaudido, valorizado, procurado, e outras portas se abrirão. Começará a ser criativo, inventando coisa nova, e isso é um raro prazer.
Faça seu trabalho mal feito e você odiará o que faz, odiando a sua empresa, seu patrão, seus colegas, seu país e a si mesmo.

KANITZ, Stephen. Disponível em < http://veja.abril.com.br/241104/ponto_de_vista.htm>. Acesso em: 9 maio 2014. (fragmento adaptado)


O autor desse texto defende que, se alguém supera a dificuldade de gostar de seu trabalho,
 

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INSTRUÇÃO - Observe a seguinte planilha gerada pelo MS Excel para resolver a questão

enunciado 249468-1
Assinale a alternativa que apresenta o mesmo resultado da fórmula =D1*E1.
 

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INSTRUÇÃO - Observe a seguinte planilha gerada pelo MS Excel para resolver a questão

enunciado 249467-1
Assinale a alternativa que apresenta o CORRETO resultado da fórmula =E1+F1/D1.
 

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Observe o seguinte texto redigido no MS Word.

Metamorfose significa mudança, é a transformação de um ser em outro.

Assinale a alternativa que apresenta o nome CORRETO do estilo usado para grifar a palavra metamorfose.
 

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249351 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDEP
Orgão: COPASA
Mahfuz menciona, em seu livro Ensaio sobre a razão compositiva (1995), que totalidade é a capacidade de um objeto de ser considerado um todo. Isso é, ao mesmo tempo, óbvio e muito vago, e não avança muito a discussão. Segundo o autor, a noção de totalidade se traduz melhor discutindo três tipos de totalidade em conexão com artefatos arquitetônicos.

Assinale a alternativa que apresenta a denominação que não é o tipo de totalidade apresentado pelo autor nesse ensaio.
 

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249350 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDEP
Orgão: COPASA
Um tema contemporâneo que faz parte das nossas reflexões é a cidade como espaço cívico. Segundo Otília Arantes (1993), a principal inspiração de revalorização da vida pública vem de Hannah Arendt que foi buscar na polis grega o modelo a partir do qual é possível julgar as transformações modernas da esfera pública.

A transição do antigo para o moderno desfez essa distribuição harmoniosa das funções sociais, alargando indefinidamente o território privado conforme se implantava a propriedade burguesa. Essa prática não só debilitou como propiciou o declínio do caráter público da liberdade.

Assinale a alternativa que apresenta a definição CORRETA que Hannah Arendt dá para o “privado”.
 

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249349 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDEP
Orgão: COPASA
No coração de Londres, a sede da Swiss Reinsurance Company não é apenas um marco distintivo no horizonte da cidade, mas é também o primeiro arranha-céu construído em critérios ecológicos na capital britânica. A torre futurista, que parece quase pronta para decolar da terra para o céu, tem uma incrível aerodinâmica e o projeto ganhou, em 2004, o prestigiado RIBA Stirling Prize por unanimidade.

enunciado 249349-1
Segundo Leonardo Benevolo (2007), autor do livro A arquitetura do novo milênio, o arquiteto responsável pelo projeto do Edifício Swiss Re é um dos inovadores da arquitetura europeia.

Assinale a alternativa que apresenta quem foi o arquiteto que elaborou o projeto do Edifício Swiss Re na capital londrina.
 

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249348 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDEP
Orgão: COPASA
A Norma ABNT NBR 9050/04 – Acessibilidade às edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, estabelece que, quando for prevista a aproximação frontal, os balcões de vendas ou serviços devem ser acessíveis a P.C.R., devendo estar localizados em rotas acessíveis e deve ser garantido um M.R. – Módulo de Referência, posicionado para a aproximação frontal ao balcão, conforme figura abaixo.

enunciado 249348-1

Balcão, Vista superior, Norma ABNT NBR 9050 (2004)

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a altura livre inferior mínima e a profundidade livre inferior mínima do balcão estabelecido nessa norma, respectivamente.
 

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249347 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDEP
Orgão: COPASA
A Norma ABNT NBR 6492/94 nos apresenta a convenção da representação dos materiais mais usados.

Relacione as representações da COLUNA I com as definições de acordo com a norma apresentadas na COLUNA II.

COLUNA I COLUNA II

1- enunciado 249347-1 ( ) Borracha.
2 - enunciado 249347-2 ( ) Compensado em madeira.
3- enunciado 249347-3 ( ) Madeira em vista.
4- enunciado 249347-4 ( ) Mármore ou granito em vista.
5- enunciado 249347-5 ( ) Madeira em corte.
6- enunciado 249347-6 ( ) Concreto em vista.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
 

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249346 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: FUNDEP
Orgão: COPASA
O arquiteto acha-se impossibilitado de controlar economicamente cada uma das decisões do projeto porque desconhece não apenas sua influência no custo total, mas também suas inter-relações. Para referenciar a relação de custo das construções desde a fase de projeto, o autor Juan Luis Mascaró apresenta em seu livro O custo das decisões arquitetônicas o índice de eficiência econômica de projeto.

Tomando como base esse indicador, qual é o Índice de Eficiência Econômica de Projeto (IEP), utilizando a versão simplificada, de uma edificação da COPASA de padrão médio com elevador para ampliação da área de atendimento ao cliente com área total de 980m² e área útil de 824m².
 

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