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3280220 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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Texto 1

O diamante

Um dia Maria chegou em casa da escola muito triste.

– O que foi? – perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:

– Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa de jantar, Maria de repente falou:

– Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

– Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

– Não valho.

– Mas o que é isso? – disse a mãe de Maria. – Você é nossa filha querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a muitas outras pessoas. A milhões de outras pessoas. – Só na minha aula tem sete Marias!

– Querida... – começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

– Maria – disse o pai –, você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

– Porque é bonito.

– Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

– Por quê?

– Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

– Ia ser a coisa mais valiosa do mudo.

– Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

– Só na minha aula são sete.

– Mas são outras Marias.

– São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

– Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

– É...

– Você já se deu conta de que em todo o mundo só existe uma você?

– Mas, pai...

– Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

– Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.

– Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite, a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy¹:

– Sabe um diamante?

(Luís Fernando Veríssimo. O santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. In. Na Ponta do Lápis, ano V, nº 12)

O texto 1 termina com a indagação “ – Sabe um diamante?” (l. 45), tendo em vista o desenvolvimento do texto, com essa pergunta feita a Snoopy, deduz-se que a menina falará sobre a

 

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3280219 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Salvador
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Texto 1

O diamante

Um dia Maria chegou em casa da escola muito triste.

– O que foi? – perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:

– Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa de jantar, Maria de repente falou:

– Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

– Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

– Não valho.

– Mas o que é isso? – disse a mãe de Maria. – Você é nossa filha querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a muitas outras pessoas. A milhões de outras pessoas. – Só na minha aula tem sete Marias!

– Querida... – começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

– Maria – disse o pai –, você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

– Porque é bonito.

– Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

– Por quê?

– Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

– Ia ser a coisa mais valiosa do mudo.

– Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

– Só na minha aula são sete.

– Mas são outras Marias.

– São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

– Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

– É...

– Você já se deu conta de que em todo o mundo só existe uma você?

– Mas, pai...

– Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

– Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.

– Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite, a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy¹:

– Sabe um diamante?

(Luís Fernando Veríssimo. O santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. In. Na Ponta do Lápis, ano V, nº 12)

Leia atentamente o trecho abaixo:

“A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.” (l. 5-7)

Propomos a seguir a reescrita desse trecho, empregando a forma de diálogo (discurso direto). Esta reescrita se faz de forma adequada em:

 

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3280218 Ano: 2013
Disciplina: Português
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Texto 1

O diamante

Um dia Maria chegou em casa da escola muito triste.

– O que foi? – perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:

– Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa de jantar, Maria de repente falou:

– Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

– Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

– Não valho.

– Mas o que é isso? – disse a mãe de Maria. – Você é nossa filha querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a muitas outras pessoas. A milhões de outras pessoas. – Só na minha aula tem sete Marias!

– Querida... – começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

– Maria – disse o pai –, você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

– Porque é bonito.

– Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

– Por quê?

– Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

– Ia ser a coisa mais valiosa do mudo.

– Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

– Só na minha aula são sete.

– Mas são outras Marias.

– São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

– Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

– É...

– Você já se deu conta de que em todo o mundo só existe uma você?

– Mas, pai...

– Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

– Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.

– Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite, a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy¹:

– Sabe um diamante?

(Luís Fernando Veríssimo. O santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. In. Na Ponta do Lápis, ano V, nº 12)

O diálogo a seguir corresponde a um trecho de conversa que poderia ter acontecido entre Maria e seu pai. Agora, é com você! Preencha corretamente as lacunas com as palavras de uma das alternativas abaixo.

– Papai, você quer saber o _________ da minha tristeza?

– Sim, Maria ... gostaria, pois não entendi _________ razão você continua tão calada...

– É __________,em minha sala, existem meninas que têm o mesmo nome que eu.

– Mas, são diferentes, minha filha. Nós já conversamos sobre isso e você, ainda, não entendeu, _________?

– Ah, papai, lembrei .... a conversa sobre os diamantes? Desculpa, papai. Eu só não entendi, _________ estava meio triste com o meu nome.

Para completar o diálogo proposto, o correto seria empregar nas lacunas respectivamente

 

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3280217 Ano: 2013
Disciplina: Português
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Texto 1

O diamante

Um dia Maria chegou em casa da escola muito triste.

– O que foi? – perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:

– Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa de jantar, Maria de repente falou:

– Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

– Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

– Não valho.

– Mas o que é isso? – disse a mãe de Maria. – Você é nossa filha querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a muitas outras pessoas. A milhões de outras pessoas. – Só na minha aula tem sete Marias!

– Querida... – começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

– Maria – disse o pai –, você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

– Porque é bonito.

– Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

– Por quê?

– Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

– Ia ser a coisa mais valiosa do mudo.

– Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

– Só na minha aula são sete.

– Mas são outras Marias.

– São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

– Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

– É...

– Você já se deu conta de que em todo o mundo só existe uma você?

– Mas, pai...

– Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

– Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.

– Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite, a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy¹:

– Sabe um diamante?

(Luís Fernando Veríssimo. O santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. In. Na Ponta do Lápis, ano V, nº 12)

No início da conversa entre o pai e a filha, faz-se referência à flexão do verbo valer. Percebemos que este verbo é irregular, e que tal irregularidade se apresenta na 1ª pessoa do presente do indicativo e, consequentemente, em todo o presente do subjuntivo.

Imagine que o pai de Maria tentasse convencê-la de sua importância, fazendo referência a seus amigos. Observe as frases que ele poderia utilizar empregando o verbo valer.

I. Duvido de que os seus amigos valham mais que você.

II. Não sei se eles valhem tanto quanto você, Maria.

III. Ah, Maria, se eles valessem tanto quanto você, o mundo seria diferente.

Dentre as frases citadas, está(ão) correta(s) somente:

 

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3279793 Ano: 2013
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Texto 1

O diamante

Um dia Maria chegou em casa da escola muito triste.

– O que foi? – perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:

– Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa de jantar, Maria de repente falou:

– Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

– Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

– Não valho.

– Mas o que é isso? – disse a mãe de Maria. – Você é nossa filha querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a muitas outras pessoas. A milhões de outras pessoas. – Só na minha aula tem sete Marias!

– Querida... – começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

– Maria – disse o pai –, você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

– Porque é bonito.

– Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

– Por quê?

– Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

– Ia ser a coisa mais valiosa do mudo.

– Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

– Só na minha aula são sete.

– Mas são outras Marias.

– São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

– Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

– É...

– Você já se deu conta de que em todo o mundo só existe uma você?

– Mas, pai...

– Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

– Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.

– Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite, a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy¹:

– Sabe um diamante?

(Luís Fernando Veríssimo. O santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. In. Na Ponta do Lápis, ano V, nº 12)

Observe as expressões sublinhadas no trecho abaixo, para responder ao item 5.

“Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.” (l. 11)

Com a expressão “com cara de amigo nenhum”, na última frase, o autor

 

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3279792 Ano: 2013
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Texto 1

O diamante

Um dia Maria chegou em casa da escola muito triste.

– O que foi? – perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:

– Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa de jantar, Maria de repente falou:

– Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

– Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

– Não valho.

– Mas o que é isso? – disse a mãe de Maria. – Você é nossa filha querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a muitas outras pessoas. A milhões de outras pessoas. – Só na minha aula tem sete Marias!

– Querida... – começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

– Maria – disse o pai –, você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

– Porque é bonito.

– Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

– Por quê?

– Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

– Ia ser a coisa mais valiosa do mudo.

– Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

– Só na minha aula são sete.

– Mas são outras Marias.

– São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

– Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

– É...

– Você já se deu conta de que em todo o mundo só existe uma você?

– Mas, pai...

– Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

– Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.

– Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite, a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy¹:

– Sabe um diamante?

(Luís Fernando Veríssimo. O santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. In. Na Ponta do Lápis, ano V, nº 12)

Em: “ – Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.” (l. 42), a palavra em destaque traduz no texto ideia de

 

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3279641 Ano: 2013
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O diamante

Um dia Maria chegou em casa da escola muito triste.

– O que foi? – perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:

– Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa de jantar, Maria de repente falou:

– Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

– Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

– Não valho.

– Mas o que é isso? – disse a mãe de Maria. – Você é nossa filha querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a muitas outras pessoas. A milhões de outras pessoas. – Só na minha aula tem sete Marias!

– Querida... – começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

– Maria – disse o pai –, você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

– Porque é bonito.

– Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

– Por quê?

– Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

– Ia ser a coisa mais valiosa do mudo.

– Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

– Só na minha aula são sete.

– Mas são outras Marias.

– São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

– Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

– É...

– Você já se deu conta de que em todo o mundo só existe uma você?

– Mas, pai...

– Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

– Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.

– Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite, a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy¹:

– Sabe um diamante?

(Luís Fernando Veríssimo. O santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. In. Na Ponta do Lápis, ano V, nº 12)

Observe o trecho:

“Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.”(l. 3-4)

Quanto à classe gramatical e ao significado no texto, a palavra emburrada, em destaque, foi empregada como

 

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3279640 Ano: 2013
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O diamante

Um dia Maria chegou em casa da escola muito triste.

– O que foi? – perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:

– Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa de jantar, Maria de repente falou:

– Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

– Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

– Não valho.

– Mas o que é isso? – disse a mãe de Maria. – Você é nossa filha querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a muitas outras pessoas. A milhões de outras pessoas. – Só na minha aula tem sete Marias!

– Querida... – começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

– Maria – disse o pai –, você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

– Porque é bonito.

– Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

– Por quê?

– Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

– Ia ser a coisa mais valiosa do mudo.

– Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

– Só na minha aula são sete.

– Mas são outras Marias.

– São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

– Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

– É...

– Você já se deu conta de que em todo o mundo só existe uma você?

– Mas, pai...

– Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

– Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.

– Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite, a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy¹:

– Sabe um diamante?

(Luís Fernando Veríssimo. O santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. In. Na Ponta do Lápis, ano V, nº 12)

Para Maria, Snoopy representava um

 

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3279639 Ano: 2013
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Texto 1

O diamante

Um dia Maria chegou em casa da escola muito triste.

– O que foi? – perguntou a mãe de Maria.

Mas Maria nem quis conversa. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na cama, onde ficou deitada, emburrada.

A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era, então.

– Nada – disse Maria.

A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy, emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:

– Melhor nem falar com ela...

Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.

Na mesa de jantar, Maria de repente falou:

– Eu não valo nada.

O pai de Maria disse:

– Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. É “eu não valho nada”. Em segundo lugar, não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.

– Não valho.

– Mas o que é isso? – disse a mãe de Maria. – Você é nossa filha querida. Todos gostam de você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.

Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a muitas outras pessoas. A milhões de outras pessoas. – Só na minha aula tem sete Marias!

– Querida... – começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.

– Maria – disse o pai –, você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?

– Porque é bonito.

– Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte. Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o ouro vale tanto?

– Por quê?

– Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora, imagina se em todo o mundo só existisse uma pepita de ouro.

– Ia ser a coisa mais valiosa do mudo.

– Pois é. E em todo o mundo só existe uma Maria.

– Só na minha aula são sete.

– Mas são outras Marias.

– São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...

– Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.

– É...

– Você já se deu conta de que em todo o mundo só existe uma você?

– Mas, pai...

– Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.

– Então eu sou uma coisa mais valiosa do mundo.

– Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...

Naquela noite, a mãe de Maria passou perto do quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy¹:

– Sabe um diamante?

(Luís Fernando Veríssimo. O santinho. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. In. Na Ponta do Lápis, ano V, nº 12)

O texto nos mostra que existem pais

 

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3280248 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Col.Mil. Salvador
Orgão: Col.Mil. Salvador
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Sobre um tabuleiro quadrangular e plano, de ordem 4x4, conforme a figura 3 podem ser colocados cubos idênticos, com arestas de mesma medida que os lados dos quadrados que formam o tabuleiro, conforme exemplifica a figura 4. João Pedro colocou alguns cubos sobre o tabuleiro e depois desenhou a vista frontal e a vista lateral do tabuleiro com os cubos, conforme a figura 5A e 5B.

Enunciado 3590510-1

Sobre o tabuleiro com os cubos colocados por João Pedro pode-se afirmar corretamente que tem no máximo:

Questão Anulada

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