Foram encontradas 60 questões.
Texto base para questão abaixo.
Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".
Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.
Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.
Considerando que a narrativa é contada sob o ponto de vista de um narrador que relata suas próprias experiências, é correto afirmar que o principal tipo de discurso utilizado no texto é o discurso
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Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".
Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.
Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.
O tema principal da história narrada no texto de Luis Fernando Veríssimo é
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Texto base para questão abaixo.
Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".
Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.
Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.
O texto de Luis Fernando Veríssimo conta a história de um adulto que relembra brincadeiras que fazia na infância. O primeiro período do texto permite inferir essa informação, mas não garante que seja precisa. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta o momento da narrativa que reforça essa ideia e possibilita ao leitor o claro entendimento de que o narrador é um adulto relembrando a infância.
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Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".
Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.
Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.
Assinale a alternativa em que a forma verbal sublinhada está conjugada no mesmo tempo e modo verbal que “sabia”, no trecho “Eu sabia fazer pipa”.
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Texto base para responder questão abaixo.

O Lançador de Disco, também conhecido como Discóbolo, é uma das esculturas mais importantes da história da arte e remonta a cerca de 450 a.C., tendo sido criada por Míron (480 a.C a 449 a.C.), que viveu a maior parte de seu tempo em Atenas e que tinha predileção por representar atletas. O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleável, o que lhe permitia dar às suas obras posições mais dinâmicas, detalhes mais realistas, além de mais fáceis de serem transportadas. Míron retratou o atleta no momento em que esse se encontrava imóvel, concentrando-se para o arremesso do disco. Seu corpo retraído mostra a sua anatomia perfeita.
Disponível em: <https://virusdaarte.net/o-lancador-de-discos/#:~:text=Ele%20joga%20todo%20o%20seu,tudo%20pode%20na%20sua%20representa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.
Os pronomes são utilizados para evitar repetições e para garantir a coesão e a clareza de um texto. No que se refere à classificação e ao emprego dos pronomes “Seu” e “sua” no último período do texto, é correto afirmar que eles são pronomes
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O Lançador de Disco, também conhecido como Discóbolo, é uma das esculturas mais importantes da história da arte e remontaA) a cerca de 450 a.C., tendo sido criada por Míron (480 a.C a 449 a.C.), que viveu a maior parte de seu tempo em Atenas e que tinha predileçãoB) por representar atletas. O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleávelC), o que lhe permitia dar às suas obras posições mais dinâmicas, detalhes mais realistas, além de mais fáceis de serem transportadas. Míron retratou o atleta no momento em que esse se encontrava imóvel, concentrando-se para o arremesso do disco. Seu corpo retraídoD) mostra a sua anatomia perfeita.
Disponível em: <https://virusdaarte.net/o-lancador-de-discos/#:~:text=Ele%20joga%20todo%20o%20seu,tudo%20pode%20na%20sua%20representa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.
De acordo com os sentidos do texto, o vocábulo
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O Lançador de Disco, também conhecido como Discóbolo, é uma das esculturas mais importantes da história da arte e remonta a cerca de 450 a.C., tendo sido criada por Míron (480 a.C a 449 a.C.), que viveu a maior parte de seu tempo em Atenas e que tinha predileção por representar atletas. O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleável, o que lhe permitia dar às suas obras posições mais dinâmicas, detalhes mais realistas, além de mais fáceis de serem transportadas. Míron retratou o atleta no momento em que esse se encontrava imóvel, concentrando-se para o arremesso do disco. Seu corpo retraído mostra a sua anatomia perfeita.
Disponível em: <https://virusdaarte.net/o-lancador-de-discos/#:~:text=Ele%20joga%20todo%20o%20seu,tudo%20pode%20na%20sua%20representa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.
No trecho “O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleável”, a conjunção “pois” liga duas orações, introduzindo, em relação à primeira oração, uma
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O Lançador de Disco, também conhecido como Discóbolo, é uma das esculturas mais importantes da história da arte e remonta a cerca de 450 a.C., tendo sido criada por Míron (480 a.C a 449 a.C.), que viveu a maior parte de seu tempo em Atenas e que tinha predileção por representar atletas. O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleável, o que lhe permitia dar às suas obras posições mais dinâmicas, detalhes mais realistas, além de mais fáceis de serem transportadas. Míron retratou o atleta no momento em que esse se encontrava imóvel, concentrando-se para o arremesso do disco. Seu corpo retraído mostra a sua anatomia perfeita.
Disponível em: <https://virusdaarte.net/o-lancador-de-discos/#:~:text=Ele%20joga%20todo%20o%20seu,tudo%20pode%20na%20sua%20representa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.
De acordo com as ideias do texto, é possível inferir que o Discóbolo
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Capoeira
A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.
Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>. Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na descrição das ações realizadas no trecho "Os escravos africanos inventaram a capoeira... Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança", as formas verbais destacadas estão conjugadas no
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“Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.
Era um convite para o despertar.
Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.
O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.
Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.
“Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.
Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.
Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.
“É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”
Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.
As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.
Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.
“Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.
Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.
O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...
VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
A frase “É bom que tragam as crianças” é um exemplo de discurso
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