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Foram encontradas 30 questões.

3835212 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para questão abaixo.

 

Povos indígenas são medalha de ouro em resistência cultural: conheça as Olimpíadas originárias do Brasil

 

Enunciado 4755956-1

 

Todos os anos, vários povos indígenas do Brasil realizam os Jogos Indígenas. Nos territórios, diversas comunidades se encontram para celebrar a cultura dos esportes tradicionalmente praticados pelos povos originários.

 

As modalidades praticadas não são aleatórias, estão enraizadas de acordo com o modo de produção e reprodução da vida dos povos: Arco e Flecha, Arremesso de Lança, Bodoque, Cabo de Guerra, Corrida do maracá, Patxu miúca (Derruba o maracá), Futebol e Zarabatana.

 

Cada categoria é premiada com um troféu confeccionado pelos indígenas das comunidades. O prêmio não guarda nenhuma relação com o ouro, porque acumular ouro não é a verdadeira riqueza para os povos originários.

 

Disponível em: <https://apiboficial.org/2024/08/09/povos-indigenas-sao-medalha-de-ouro-em-resistencia-cultural-conheca-as-olimpiadas-originarias-do-brasil/>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações

 

No trecho “O prêmio não guarda nenhuma relação com o ouro, porque acumular ouro não é a verdadeira riqueza para os povos originários”, o termo “com o ouro” exerce a função sintática de

 

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3835211 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para questão abaixo.

 

Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".

 

Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.

 

Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.

 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.

 

A repetição da frase “Hoje não sei mais” é um recurso utilizado pelo autor para indicar o caráter

 

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3835210 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para questão abaixo.

 

Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".

 

Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.

 

Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.

 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.

 

Considerando que a narrativa é contada sob o ponto de vista de um narrador que relata suas próprias experiências, é correto afirmar que o principal tipo de discurso utilizado no texto é o discurso

 

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3835209 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para questão abaixo.

 

Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".

 

Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.

 

Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.

 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.

 

O tema principal da história narrada no texto de Luis Fernando Veríssimo é

 

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3835208 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para questão abaixo.

 

Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".

 

Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.

 

Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.

 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.

 

O texto de Luis Fernando Veríssimo conta a história de um adulto que relembra brincadeiras que fazia na infância. O primeiro período do texto permite inferir essa informação, mas não garante que seja precisa. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta o momento da narrativa que reforça essa ideia e possibilita ao leitor o claro entendimento de que o narrador é um adulto relembrando a infância.

 

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3835207 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para questão abaixo.

 

Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude".

 

Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude.

 

Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números.

 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. História Estranha. In: Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.

 

Assinale a alternativa em que a forma verbal sublinhada está conjugada no mesmo tempo e modo verbal que “sabia”, no trecho “Eu sabia fazer pipa”.

 

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3835206 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para responder questão abaixo.

 

Enunciado 4755950-1

 

O Lançador de Disco, também conhecido como Discóbolo, é uma das esculturas mais importantes da história da arte e remonta a cerca de 450 a.C., tendo sido criada por Míron (480 a.C a 449 a.C.), que viveu a maior parte de seu tempo em Atenas e que tinha predileção por representar atletas. O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleável, o que lhe permitia dar às suas obras posições mais dinâmicas, detalhes mais realistas, além de mais fáceis de serem transportadas. Míron retratou o atleta no momento em que esse se encontrava imóvel, concentrando-se para o arremesso do disco. Seu corpo retraído mostra a sua anatomia perfeita.

 

Disponível em: <https://virusdaarte.net/o-lancador-de-discos/#:~:text=Ele%20joga%20todo%20o%20seu,tudo%20pode%20na%20sua%20representa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.

 

Os pronomes são utilizados para evitar repetições e para garantir a coesão e a clareza de um texto. No que se refere à classificação e ao emprego dos pronomes “Seu” e “sua” no último período do texto, é correto afirmar que eles são pronomes

 

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3835205 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para responder questão abaixo.

 

Enunciado 4755949-1

 

O Lançador de Disco, também conhecido como Discóbolo, é uma das esculturas mais importantes da história da arte e remontaA) a cerca de 450 a.C., tendo sido criada por Míron (480 a.C a 449 a.C.), que viveu a maior parte de seu tempo em Atenas e que tinha predileçãoB) por representar atletas. O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleávelC), o que lhe permitia dar às suas obras posições mais dinâmicas, detalhes mais realistas, além de mais fáceis de serem transportadas. Míron retratou o atleta no momento em que esse se encontrava imóvel, concentrando-se para o arremesso do disco. Seu corpo retraídoD) mostra a sua anatomia perfeita.

 

Disponível em: <https://virusdaarte.net/o-lancador-de-discos/#:~:text=Ele%20joga%20todo%20o%20seu,tudo%20pode%20na%20sua%20representa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.

 

De acordo com os sentidos do texto, o vocábulo

 

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3835204 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para responder questão abaixo.

 

Enunciado 4755948-1

 

O Lançador de Disco, também conhecido como Discóbolo, é uma das esculturas mais importantes da história da arte e remonta a cerca de 450 a.C., tendo sido criada por Míron (480 a.C a 449 a.C.), que viveu a maior parte de seu tempo em Atenas e que tinha predileção por representar atletas. O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleável, o que lhe permitia dar às suas obras posições mais dinâmicas, detalhes mais realistas, além de mais fáceis de serem transportadas. Míron retratou o atleta no momento em que esse se encontrava imóvel, concentrando-se para o arremesso do disco. Seu corpo retraído mostra a sua anatomia perfeita.

 

Disponível em: <https://virusdaarte.net/o-lancador-de-discos/#:~:text=Ele%20joga%20todo%20o%20seu,tudo%20pode%20na%20sua%20representa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.

 

No trecho “O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleável”, a conjunção “pois” liga duas orações, introduzindo, em relação à primeira oração, uma

 

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3835203 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: Col. Mil. Dom Pedro II

Texto base para responder questão abaixo.

 

Enunciado 4755947-1

 

O Lançador de Disco, também conhecido como Discóbolo, é uma das esculturas mais importantes da história da arte e remonta a cerca de 450 a.C., tendo sido criada por Míron (480 a.C a 449 a.C.), que viveu a maior parte de seu tempo em Atenas e que tinha predileção por representar atletas. O artista preferia o bronze ao mármore, pois o primeiro era maleável, o que lhe permitia dar às suas obras posições mais dinâmicas, detalhes mais realistas, além de mais fáceis de serem transportadas. Míron retratou o atleta no momento em que esse se encontrava imóvel, concentrando-se para o arremesso do disco. Seu corpo retraído mostra a sua anatomia perfeita.

 

Disponível em: <https://virusdaarte.net/o-lancador-de-discos/#:~:text=Ele%20joga%20todo%20o%20seu,tudo%20pode%20na%20sua%20representa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em: 28 ago. 2025, com adaptações.

 

De acordo com as ideias do texto, é possível inferir que o Discóbolo

 

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