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TEXTO I

ADOTE UMA VIDA. Disponível em: https://cm-Sintra.pt. Acesso em: 27 de JUN de 2021. Adaptado.
TEXTO II

Disponível em: https: / /www.petinabag.com. br/post/qua is-os-benef%C3%ADcios-de-ter-um-animal-de-estima%C3%A 7%C3%A3o Acesso em: 27 de JUN de 2021
Observe o excerto a seguir:
| " Razões para adotar um cão. Adote uma vida!" |
O vocábulo "um" pode ser compreendido como
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TEXTO I

ADOTE UMA VIDA. Disponível em: https://cm-Sintra.pt. Acesso em: 27 de JUN de 2021. Adaptado.
TEXTO II

Disponível em: https: / /www.petinabag.com. br/post/qua is-os-benef%C3%ADcios-de-ter-um-animal-de-estima%C3%A 7%C3%A3o Acesso em: 27 de JUN de 2021
Com base no texto II, assinale a alternativa em que o vocábulo entre parênteses pode substituir o termo destacado sem alterar o significado e o sentido da frase.
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TEXTO I

ADOTE UMA VIDA. Disponível em: https://cm-Sintra.pt. Acesso em: 27 de JUN de 2021. Adaptado.
TEXTO II

Disponível em: https: / /www.petinabag.com. br/post/qua is-os-benef%C3%ADcios-de-ter-um-animal-de-estima%C3%A 7%C3%A3o Acesso em: 27 de JUN de 2021
Ainda sobre o texto I, leia e analise o trecho, a seguir, descrito no item 3 do referido texto.
| " Proporciona um modo de vida mais ativo! Correr, brincar, treinar, são algumas das atividades [...]" |
O uso das vírgulas justifica-se por
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TEXTO I

ADOTE UMA VIDA. Disponível em: https://cm-Sintra.pt. Acesso em: 27 de JUN de 2021. Adaptado.
TEXTO II

Disponível em: https: / /www.petinabag.com. br/post/qua is-os-benef%C3%ADcios-de-ter-um-animal-de-estima%C3%A 7%C3%A3o Acesso em: 27 de JUN de 2021
Os textos I e II são cartazes ou propagandas informativas que apresentam conteúdos verbais e não verbais. Esses gêneros textuais são criados com o objetivo específico de instruir, persuadir e/ou informar. Sobre os textos é incorreto afirmar:
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Leia a tirinha abaixo para responder ao item.

Disponível em:tirinhasarmandinho.tumblr.com Acesso em 26 de julho de 2021.Acesso em: 29 JUL 21.
Leia o fragmento de texto abaixo.
| "Pense bem antes de adotar um bichinho". |
Analise os termos grifados nas orações abaixo e assinale a alternativa que apresenta a mesma relação de sentido e significado do termo destacado.
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Disponível em:tirinhasarmandinho.tumblr.com Acesso em 26 de julho de 2021.Acesso em: 29 JUL 21.
No primeiro quadrinho, quando Fê, a amiga de Armandinho, diz "...mas ele cresce e precisa de atenção e cuidados" o vocábulo destacado tem, dentro do contexto da tira, o valor semântico de
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Leia a tirinha abaixo para responder ao item.

Disponível em:tirinhasarmandinho.tumblr.com Acesso em 26 de julho de 2021.Acesso em: 29 JUL 21.
A "tirinha" utiliza elementos verbais e não verbais. Esse gênero textual apresenta geralmente uma temática humorística. Analise todos os componentes do texto acima e assinale a alternativa que explica o que gera o humor da tira .
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A DISCIPLINA DO AMOR
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta à casa.
A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua v ida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera.
O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias.
Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, "mas quem esse cachorro está esperando?". Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho sempre voltado para "aquela" direção.
TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p. 99-100. Adaptado.
A expressão "relógio preso à pata" sugere que
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A DISCIPLINA DO AMOR
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta à casa.
A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua v ida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera.
O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias.
Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, "mas quem esse cachorro está esperando?". Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho sempre voltado para "aquela" direção.
TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p. 99-100. Adaptado.
Observe o fragmento abaixo, extraído do texto
| Quiseram prendê-lo, distraí-lo. |
Os termos destacados referem-se ao
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A DISCIPLINA DO AMOR
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta à casa.
A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua v ida normal de cachorro, até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera.
O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias.
Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, "mas quem esse cachorro está esperando?". Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho sempre voltado para "aquela" direção.
TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p. 99-100. Adaptado.
Analise o período abaixo extraído do conto.
| "Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho." |
O uso dos dois pontos justifica-se por
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