Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
Leia o Texto VI e responda à questão.
TEXTO VI
O espírito do nosso tempo
Interpretar o espírito do tempo é tarefa complexa para quem se aventura nesse campo. Periodicamente, este escriba tenta percorrer essa trilha, mesmo conhecendo as dificuldades que se apresentam. Discorrer sobre o espírito do nosso tempo é um exercício que abriga camadas de abstração, bagagem educacional, circunstâncias que cercam o analista e a intrincada floresta da política, da economia e dos costumes. Afinal, trata-se de construir uma passagem entre o ontem e o hoje, e procurar enxergar além dos horizontes. Haja risco.
Começo com a hipótese de que vivemos um tempo de angústia acumulada. O labor do cotidiano carrega a pressa, sob o peso de encurtamento de tarefas, cargas amontoadas de informação despejadas sobre nosso aparelho cognitivo, embate surdo com o ponteiro do relógio, que corre sem a percepção de nossos sentidos. O ontem era mais largo e demorado. O tempo parecia esticar sua duração, maximizando o usufruto. A palavra, expressa pela voz, tinha força. Embutia compromisso, firmeza, seriedade. Contratos de palavra entre duas pessoas não exigiam carimbo de cartório.
A ciência chega mais perto dos cidadãos, criando remédios para as dores e o sofrimento mental. Até o famigerado câncer, em algumas áreas, passou a ter cura. No entanto, uma enxurrada de novas endemias e pandemias abate a Humanidade, a par de conflitos e mortes em combates e por fome em cantões da África e isoladas regiões do planeta. O medo e mesmo o terror brandem o facão fundamentalista que assombra milhões de seres em lugares tomados pela barbárie.
[...]
O relógio corre, abrindo imensidões nos espaços da educação, com defasagens no processo de elevação do conhecimento para milhões de crianças que se veem privadas da escola presencial por causa da pandemia maior do século 21. Atraso civilizacional. Enquanto isso, os laboratórios das ciências biológicas produzem substâncias quase milagrosas para evitar a mortandade que assola o planeta, sob volumes sonantes que enchem os cofres das companhias farmacêuticas. Tempos de alívio, padecimento e riqueza.
Se os direitos humanos ganham aplausos, com o adensamento de meios de prevenção e defesa, são, por outro lado, desprezados por grupos que adotam métodos ancestrais na realização de suas atividades, como temos visto nos flagrantes de trabalhadores obrigados a trabalhar sob o ferrão da escravidão. Tempos de opressão e massacre.
[..]
O espírito do nosso tempo passa ao largo. Quase imperceptível.
Sêneca, o filósofo que nasceu em Córdova, na Espanha, no ano 1 a.C., alertava: "Não é curto o tempo que temos, mas dele muito perdemos. A vida é suficientemente longa e com generosidade nos foi dada, para a realização das maiores coisas, se a empregamos bem. Mas, quando ela se esvai no luxo e na indiferença, quando não a empregamos em nada de bom, então, finalmente constrangidos pela fatalidade, sentimos que já passou por nós sem que tivéssemos percebido"
"Olhe a régua, olhe a régua", alertava Vanderlei, neurocirurgião amigo, paraibano e habitante da metrópole paulistana. Abria as palmas das mãos no tamanho de uma régua imaginária de 100 centímetros para arrematar: "Até aqui, a régua marca 50"; apontava para o meio. "Quando passa desse ponto, a régua costuma apressar o tempo."
A sensação é a de um vácuo em nossas vidas. Não vimos o tempo passar. Elos perdidos na teia do cotidiano.
TORQUATO, Gaudêncio. O espírito do nosso tempo. Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/gaudencio-torquato/o-espirito-do-nosso-tempo/ Acesso em: 30 ago. 2024 (Adaptado)
De acordo com o Texto VI e conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta quanto à acentuação gráfica:
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Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
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Leia o Texto VI e responda à questão.
TEXTO VI
O espírito do nosso tempo
Interpretar o espírito do tempo é tarefa complexa para quem se aventura nesse campo. Periodicamente, este escriba tenta percorrer essa trilha, mesmo conhecendo as dificuldades que se apresentam. Discorrer sobre o espírito do nosso tempo é um exercício que abriga camadas de abstração, bagagem educacional, circunstâncias que cercam o analista e a intrincada floresta da política, da economia e dos costumes. Afinal, trata-se de construir uma passagem entre o ontem e o hoje, e procurar enxergar além dos horizontes. Haja risco.
Começo com a hipótese de que vivemos um tempo de angústia acumulada. O labor do cotidiano carrega a pressa, sob o peso de encurtamento de tarefas, cargas amontoadas de informação despejadas sobre nosso aparelho cognitivo, embate surdo com o ponteiro do relógio, que corre sem a percepção de nossos sentidos. O ontem era mais largo e demorado. O tempo parecia esticar sua duração, maximizando o usufruto. A palavra, expressa pela voz, tinha força. Embutia compromisso, firmeza, seriedade. Contratos de palavra entre duas pessoas não exigiam carimbo de cartório.
A ciência chega mais perto dos cidadãos, criando remédios para as dores e o sofrimento mental. Até o famigerado câncer, em algumas áreas, passou a ter cura. No entanto, uma enxurrada de novas endemias e pandemias abate a Humanidade, a par de conflitos e mortes em combates e por fome em cantões da África e isoladas regiões do planeta. O medo e mesmo o terror brandem o facão fundamentalista que assombra milhões de seres em lugares tomados pela barbárie.
[...]
O relógio corre, abrindo imensidões nos espaços da educação, com defasagens no processo de elevação do conhecimento para milhões de crianças que se veem privadas da escola presencial por causa da pandemia maior do século 21. Atraso civilizacional. Enquanto isso, os laboratórios das ciências biológicas produzem substâncias quase milagrosas para evitar a mortandade que assola o planeta, sob volumes sonantes que enchem os cofres das companhias farmacêuticas. Tempos de alívio, padecimento e riqueza.
Se os direitos humanos ganham aplausos, com o adensamento de meios de prevenção e defesa, são, por outro lado, desprezados por grupos que adotam métodos ancestrais na realização de suas atividades, como temos visto nos flagrantes de trabalhadores obrigados a trabalhar sob o ferrão da escravidão. Tempos de opressão e massacre.
[..]
O espírito do nosso tempo passa ao largo. Quase imperceptível.
Sêneca, o filósofo que nasceu em Córdova, na Espanha, no ano 1 a.C., alertava: "Não é curto o tempo que temos, mas dele muito perdemos. A vida é suficientemente longa e com generosidade nos foi dada, para a realização das maiores coisas, se a empregamos bem. Mas, quando ela se esvai no luxo e na indiferença, quando não a empregamos em nada de bom, então, finalmente constrangidos pela fatalidade, sentimos que já passou por nós sem que tivéssemos percebido"
"Olhe a régua, olhe a régua", alertava Vanderlei, neurocirurgião amigo, paraibano e habitante da metrópole paulistana. Abria as palmas das mãos no tamanho de uma régua imaginária de 100 centímetros para arrematar: "Até aqui, a régua marca 50"; apontava para o meio. "Quando passa desse ponto, a régua costuma apressar o tempo."
A sensação é a de um vácuo em nossas vidas. Não vimos o tempo passar. Elos perdidos na teia do cotidiano.
TORQUATO, Gaudêncio. O espírito do nosso tempo. Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/gaudencio-torquato/o-espirito-do-nosso-tempo/ Acesso em: 30 ago. 2024 (Adaptado)
No Texto VI, o autor descreve a percepção do tempo e sua relação com a sociedade contemporânea. A partir da leitura do texto, é correto afirmar que:
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Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
Leia o Texto V e responda à questão.
TEXTO V
Armandinho

FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://educador360.com/gestao/tirinhas- para-refletir-sobre-educacao/ Acesso em: 01 set 2024
No primeiro quadrinho, há o seguinte período: "Hoje as pessoas não têm tempo para pensar, filho..." Assinale a alternativa em que os termos em negrito desempenham, na mesma sequência, função sintática idêntica à desempenhada pelos vocábulos em destaque no período acima.
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Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
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Leia o Texto V e responda à questão.
TEXTO V
Armandinho

FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://educador360.com/gestao/tirinhas- para-refletir-sobre-educacao/ Acesso em: 01 set 2024
No Texto V, o primeiro quadrinho apresenta o verbo ter. Assinale a alternativa em que os verbos destacados estejam no mesmo tempo, no mesmo modo e na mesma pessoa do verbo mencionado:
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Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
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Leia o Texto V e responda à questão.
TEXTO V
Armandinho

FRAGA, Alexandre Beck. Armandinho. Disponível em: https://educador360.com/gestao/tirinhas- para-refletir-sobre-educacao/ Acesso em: 01 set 2024
Na tirinha, há uma crítica à sociedade atual retratada pela conversa entre Armandinho e sua mãe. Dessa forma, após a leitura, é correto afirmar que:
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Disciplina: Português
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Leia o Texto IV e responda à questão.
TEXTO IV
Seiscentos e sessenta e seis
Mário Quintana
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é 6ª feira..
Quando se vê, passaram 60 anos.
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem - um dia - uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre, sempre em frente...
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.
JUINTANA, Mário. Seiscentos e sessenta e seis.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-o-tempo le-mario-quintana/Acesso em: 20 ago 2024
Com base no Texto IV, analise as seguintes afirmações e marque a alternativa correta:
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Disciplina: Português
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Leia o Texto IV e responda à questão.
TEXTO IV
Seiscentos e sessenta e seis
Mário Quintana
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é 6ª feira..
Quando se vê, passaram 60 anos.
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem - um dia - uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre, sempre em frente...
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.
JUINTANA, Mário. Seiscentos e sessenta e seis.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-o-tempo le-mario-quintana/Acesso em: 20 ago 2024
O Texto IV é um poema cujo tema central é a percepção do tempo que passa e o arrependimento por não ter vivido de forma mais plena e autêntica. Percebe-se que, nesse gênero textual, é comum o uso de palavras conotativas. Tendo em vista essas informações, é correto afirmar que a alternativa que carrega a conotação d e um valor associado ao tempo é:
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Disciplina: Português
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Leia o texto e responda à questão.
TEXTO III
Não há nada que diferencie tanto a sociedade ocidental de nossos dias das sociedades mais antigas da Europa e do Oriente do que o conceito de tempo. Tanto para os antigos gregos e chineses quanto para os nômades árabes de hoje, o tempo é representado pelos processos cíclicos da natureza, pela sucessão dos dias e das noites, pela passagem das estações. Os nômades e os fazendeiros costumavam medir, e ainda hoje o fazem, seu dia do amanhecer até o crepúsculo e os anos em termos de tempo de plantar e de colher, das folhas que caem e do gelo derretendo nos lagos e rios.
O homem do campo trabalhava em harmonia com os elementos, como um artesão, durante tanto tempo quanto julgasse necessário. O homem ocidental civilizado, entretanto, vive num mundo que gira de acordo com os símbolos mecânicos e matemáticos das horas marcadas pelo relógio. É ele que vai determinar seus movimentos e dificultar suas ações. O relógio modificou o tempo, transformando-o de um processo natural em uma mercadoria que pode ser comprada, vendida e medida como um sabonete ou um punhado de passas de uvas.
O relógio representa um elemento de ditadura mecânica na vida do homem moderno, mais poderoso do que qualquer outro explorador isolado ou do que qualquer outra máquina.
Assim, o homem que não conseguir ajustar-se deve enfrentar a desaprovação da sociedade e a ruína econômica, a menos que abandone tudo, passando a ser um dissidente para o qual o tempo deixa de ser importante. O operário transforma-se em um especialista em "olhar o relógio", preocupado apenas em saber quando poderá escapar para gozar as escassas e monótonas formas de lazer que a sociedade industrial lhe proporciona; onde ele, para "matar o tempo", programará tantas atividades mecânicas com tempo marcado, como ir ao cinema, ouvir rádio e ler jornais quanto permitir o seu salário e o seu cansaço. Agora, são os movimentos do relógio que vão determinar o ritmo da vida do ser humano.
WOODCOCK, George. A ditadura do relógio. Porto Alegre: L&PM Editores (Adaptado).
No primeiro parágrafo, o autor utiliza o verbo haver em uma de suas significações, conforme transcrito abaixo.
"Não há nada que diferencie tanto a sociedade ocidental de nossos dias das sociedades mais antigas da Europa e do Oriente do que o conceito de tempo."
Assinale a opção que atende a estas duas condições simultaneamente:
I - O verbo destacado mantém o valor semântico com que foi utilizado no trecho acima; e
Il - A concordância verbal segue a norma-padrão da Língua Portuguesa escrita.
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Leia o texto e responda à questão.
TEXTO III
Não há nada que diferencie tanto a sociedade ocidental de nossos dias das sociedades mais antigas da Europa e do Oriente do que o conceito de tempo. Tanto para os antigos gregos e chineses quanto para os nômades árabes de hoje, o tempo é representado pelos processos cíclicos da natureza, pela sucessão dos dias e das noites, pela passagem das estações. Os nômades e os fazendeiros costumavam medir, e ainda hoje o fazem, seu dia do amanhecer até o crepúsculo e os anos em termos de tempo de plantar e de colher, das folhas que caem e do gelo derretendo nos lagos e rios.
O homem do campo trabalhava em harmonia com os elementos, como um artesão, durante tanto tempo quanto julgasse necessário. O homem ocidental civilizado, entretanto, vive num mundo que gira de acordo com os símbolos mecânicos e matemáticos das horas marcadas pelo relógio. É ele que vai determinar seus movimentos e dificultar suas ações. O relógio modificou o tempo, transformando-o de um processo natural em uma mercadoria que pode ser comprada, vendida e medida como um sabonete ou um punhado de passas de uvas.
O relógio representa um elemento de ditadura mecânica na vida do homem moderno, mais poderoso do que qualquer outro explorador isolado ou do que qualquer outra máquina.
Assim, o homem que não conseguir ajustar-se deve enfrentar a desaprovação da sociedade e a ruína econômica, a menos que abandone tudo, passando a ser um dissidente para o qual o tempo deixa de ser importante. O operário transforma-se em um especialista em "olhar o relógio", preocupado apenas em saber quando poderá escapar para gozar as escassas e monótonas formas de lazer que a sociedade industrial lhe proporciona; onde ele, para "matar o tempo", programará tantas atividades mecânicas com tempo marcado, como ir ao cinema, ouvir rádio e ler jornais quanto permitir o seu salário e o seu cansaço. Agora, são os movimentos do relógio que vão determinar o ritmo da vida do ser humano.
WOODCOCK, George. A ditadura do relógio. Porto Alegre: L&PM Editores (Adaptado).
Com base no Texto III, assinale a alternativa em que o enunciado destacado não pode ser transposto para a voz passiva.
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Leia o texto e responda à questão.
TEXTO III
Não há nada que diferencie tanto a sociedade ocidental de nossos dias das sociedades mais antigas da Europa e do Oriente do que o conceito de tempo. Tanto para os antigos gregos e chineses quanto para os nômades árabes de hoje, o tempo é representado pelos processos cíclicos da natureza, pela sucessão dos dias e das noites, pela passagem das estações. Os nômades e os fazendeiros costumavam medir, e ainda hoje o fazem, seu dia do amanhecer até o crepúsculo e os anos em termos de tempo de plantar e de colher, das folhas que caem e do gelo derretendo nos lagos e rios.
O homem do campo trabalhava em harmonia com os elementos, como um artesão, durante tanto tempo quanto julgasse necessário. O homem ocidental civilizado, entretanto, vive num mundo que gira de acordo com os símbolos mecânicos e matemáticos das horas marcadas pelo relógio. É ele que vai determinar seus movimentos e dificultar suas ações. O relógio modificou o tempo, transformando-o de um processo natural em uma mercadoria que pode ser comprada, vendida e medida como um sabonete ou um punhado de passas de uvas.
O relógio representa um elemento de ditadura mecânica na vida do homem moderno, mais poderoso do que qualquer outro explorador isolado ou do que qualquer outra máquina.
Assim, o homem que não conseguir ajustar-se deve enfrentar a desaprovação da sociedade e a ruína econômica, a menos que abandone tudo, passando a ser um dissidente para o qual o tempo deixa de ser importante. O operário transforma-se em um especialista em "olhar o relógio", preocupado apenas em saber quando poderá escapar para gozar as escassas e monótonas formas de lazer que a sociedade industrial lhe proporciona; onde ele, para "matar o tempo", programará tantas atividades mecânicas com tempo marcado, como ir ao cinema, ouvir rádio e ler jornais quanto permitir o seu salário e o seu cansaço. Agora, são os movimentos do relógio que vão determinar o ritmo da vida do ser humano.
WOODCOCK, George. A ditadura do relógio. Porto Alegre: L&PM Editores (Adaptado).
Após a leitura do Texto III, é correto afirmar que:
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