Foram encontradas 40 questões.
Uma loja de móveis vendeu 56 armários em
janeiro. Em fevereiro, vendeu o dobro e,
em março, o triplo das vendas de janeiro.
Quantos armários essa loja vendeu nesses
três meses?
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Pensei em um número, somei-o com 31,
depois subtrai do resultado 18 e obtive o
número 81. Em qual número pensei?
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Lucas fez uma compra no mercado, onde
gastou R$ 73,00. Se Lucas pagou com uma
nota de R$ 100,00, então qual foi o troco que
ele recebeu?
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Das 50 pessoas de uma família, 22 são
crianças. Qual é a fração que representa o
número de crianças dessa família?
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Gabriel é 13 anos mais novo do que João.
João é 9 anos mais velho que Tiago. Se
Tiago tem 21 anos, então quantos anos tem
Gabriel?
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Em um recém-nascido, o coração bate 120
vezes por minuto. Sabendo disso, quantas
vezes o coração desse recém-nascido vai
bater em 1 hora?
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Subtraindo o sucessor de 57 pelo antecessor
de 23, obtemos como resultado o número
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- FonologiaEncontros Consonantais: Dígrafos
- MorfologiaAdvérbios
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Desacelerar desde cedo – seria hora de ensinar
meditação para as crianças?
Daniel Martins de Barros
1. A meditação ensina a acalmar a mente,
escapando da aceleração que tanto nos cerca. Por
que não ensiná-la desde cedo para as crianças?
2. A prática da meditação tem sido cada vez mais
estudada e seus benefícios comprovados. Isso é
tão difundido que nem seria preciso dizer que ela
promove redução do estresse, melhora da função
imunológica, aumento da compaixão, redução da
pressão arterial, aumento das emoções positivas,
redução da ansiedade, melhora na concentração,
a lista é grande. Por outro lado, embora esteja
presente na humanidade há milênios, na maioria das
vezes é bem difícil iniciar exercícios de meditação,
sobretudo para nós, ocidentais. Acalmar a mente
não é conosco.
3. Como os efeitos positivos no controle da
ansiedade são claros, com frequência indico a prática
para meus pacientes com transtornos ansiosos como
uma medida adjuvante aos medicamentos, terapias
ou atividades físicas. E invariavelmente me deparo
com a dificuldade que as pessoas demonstram só
de pensar em meditar. Numa dessas consultas,
conversando com uma paciente, comentei que
meditação poderia ser ensinada nas escolas: as
crianças têm muito mais facilidade de desenvolver
determinadas habilidades, e via de regra não estão
ainda tão aceleradas como os adultos. Além disso,
como a capacidade de se focar e manter a atenção é
uma habilidade cada vez mais rara – mas indispensável
para a educação – elas ainda ganhariam qualidade de
estudo. Que gênio! Por que ninguém pensou nisso
antes?
4. Claro que já pensaram. Fui atrás de mais
informação, e me deparei com uma revisão sistemática
da literatura científica publicada em 2015, reunindo os
estudos mais consistentes. Descobri que em vários
países já há programas para incluir a meditação no
currículo escolar. Segundo os dados levantados,
que somando todos os estudos alcançava 1797
alunos, existem resultados positivos consistentes
em diversos parâmetros. Maior bem-estar entre
os estudantes, menos ansiedade, melhora no
autocontrole emocional foram alguns dos benefícios
comprovados, em maior ou menor grau. Melhora também nas funções cognitivas, notadamente
a atenção, foi encontrada, embora não tenham sido
atestados expressivos ganhos rendimento escolar
até o momento.
5. Várias técnicas foram utilizadas nesses
diversos experimentos, mas praticamente toda
meditação se baseia em três princípios: 1 – manter
o foco num único estímulo (um som, uma imagem,
um pensamento, os imputs sensoriais, a respiração
etc.); 2 – perceber quando surgem distrações, e
tranquilamente se desligar delas; 3 – retornar o
foco para o estímulo escolhido. Embora muitas
remetam a tradições orientais, místicas etc., esses
princípios são totalmente independentes de crenças
ou religiões, e fazem todo sentido: nossa mente
vaga inquieta por um sem número de pensamentos,
ruminações, preocupações, dando origem a
emoções de toda espécie, muitas vezes negativas e
prejudiciais. Meditar nada mais é do que aquietar a
mente, impedindo-a de entrar nesse turbilhão
descontrolado de pensamentos – daí a redução do
estresse, melhora da atenção e assim por diante.
6. Educar é preparar as crianças para a vida,
fornecendo-lhes conhecimentos, competências e
habilidades. Além de ensinar a raciocinar, a ler e fazer
contas, a escola também as prepara – formalmente ou
não – para estabelecer relações, gerenciar conflitos,
fazer escolhas. Da mesma forma como lhes damos
educação física – considerando que o uso do corpo
pode e deve ser aprimorado para uma vida mais
plena – por que não lhes dar também uma educação
mental?
7. Para além de qualquer ideologia, religião ou
crença, diante dos resultados consistentes que
vêm surgindo, fornecer às pessoas desde cedo
uma habilidade mental para lidar com os desafios
que irão enfrentar pode fazer muito sentido numa
sociedade cada vez mais inquieta.
Adaptado de: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/desacelerar-desde-cedo-seria-hora-de-ensinar-meditacao-para-criancas/.
Acesso em: 23 de março de 2016.
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Desacelerar desde cedo – seria hora de ensinar
meditação para as crianças?
Daniel Martins de Barros
1. A meditação ensina a acalmar a mente,
escapando da aceleração que tanto nos cerca. Por
que não ensiná-la desde cedo para as crianças?
2. A prática da meditação tem sido cada vez mais
estudada e seus benefícios comprovados. Isso é
tão difundido que nem seria preciso dizer que ela
promove redução do estresse, melhora da função
imunológica, aumento da compaixão, redução da
pressão arterial, aumento das emoções positivas,
redução da ansiedade, melhora na concentração,
a lista é grande. Por outro lado, embora esteja
presente na humanidade há milênios, na maioria das
vezes é bem difícil iniciar exercícios de meditação,
sobretudo para nós, ocidentais. Acalmar a mente
não é conosco.
3. Como os efeitos positivos no controle da
ansiedade são claros, com frequência indico a prática
para meus pacientes com transtornos ansiosos como
uma medida adjuvante aos medicamentos, terapias
ou atividades físicas. E invariavelmente me deparo
com a dificuldade que as pessoas demonstram só
de pensar em meditar. Numa dessas consultas,
conversando com uma paciente, comentei que
meditação poderia ser ensinada nas escolas: as
crianças têm muito mais facilidade de desenvolver
determinadas habilidades, e via de regra não estão
ainda tão aceleradas como os adultos. Além disso,
como a capacidade de se focar e manter a atenção é
uma habilidade cada vez mais rara – mas indispensável
para a educação – elas ainda ganhariam qualidade de
estudo. Que gênio! Por que ninguém pensou nisso
antes?
4. Claro que já pensaram. Fui atrás de mais
informação, e me deparei com uma revisão sistemática
da literatura científica publicada em 2015, reunindo os
estudos mais consistentes. Descobri que em vários
países já há programas para incluir a meditação no
currículo escolar. Segundo os dados levantados,
que somando todos os estudos alcançava 1797
alunos, existem resultados positivos consistentes
em diversos parâmetros. Maior bem-estar entre
os estudantes, menos ansiedade, melhora no
autocontrole emocional foram alguns dos benefícios
comprovados, em maior ou menor grau. Melhora também nas funções cognitivas, notadamente
a atenção, foi encontrada, embora não tenham sido
atestados expressivos ganhos rendimento escolar
até o momento.
5. Várias técnicas foram utilizadas nesses
diversos experimentos, mas praticamente toda
meditação se baseia em três princípios: 1 – manter
o foco num único estímulo (um som, uma imagem,
um pensamento, os imputs sensoriais, a respiração
etc.); 2 – perceber quando surgem distrações, e
tranquilamente se desligar delas; 3 – retornar o
foco para o estímulo escolhido. Embora muitas
remetam a tradições orientais, místicas etc., esses
princípios são totalmente independentes de crenças
ou religiões, e fazem todo sentido: nossa mente
vaga inquieta por um sem número de pensamentos,
ruminações, preocupações, dando origem a
emoções de toda espécie, muitas vezes negativas e
prejudiciais. Meditar nada mais é do que aquietar a
mente, impedindo-a de entrar nesse turbilhão
descontrolado de pensamentos – daí a redução do
estresse, melhora da atenção e assim por diante.
6. Educar é preparar as crianças para a vida,
fornecendo-lhes conhecimentos, competências e
habilidades. Além de ensinar a raciocinar, a ler e fazer
contas, a escola também as prepara – formalmente ou
não – para estabelecer relações, gerenciar conflitos,
fazer escolhas. Da mesma forma como lhes damos
educação física – considerando que o uso do corpo
pode e deve ser aprimorado para uma vida mais
plena – por que não lhes dar também uma educação
mental?
7. Para além de qualquer ideologia, religião ou
crença, diante dos resultados consistentes que
vêm surgindo, fornecer às pessoas desde cedo
uma habilidade mental para lidar com os desafios
que irão enfrentar pode fazer muito sentido numa
sociedade cada vez mais inquieta.
Adaptado de: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/desacelerar-desde-cedo-seria-hora-de-ensinar-meditacao-para-criancas/.
Acesso em: 23 de março de 2016.
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Questão presente nas seguintes provas
Desacelerar desde cedo – seria hora de ensinar
meditação para as crianças?
Daniel Martins de Barros
1. A meditação ensina a acalmar a mente,
escapando da aceleração que tanto nos cerca. Por
que não ensiná-la desde cedo para as crianças?
2. A prática da meditação tem sido cada vez mais
estudada e seus benefícios comprovados. Isso é
tão difundido que nem seria preciso dizer que ela
promove redução do estresse, melhora da função
imunológica, aumento da compaixão, redução da
pressão arterial, aumento das emoções positivas,
redução da ansiedade, melhora na concentração,
a lista é grande. Por outro lado, embora esteja
presente na humanidade há milênios, na maioria das
vezes é bem difícil iniciar exercícios de meditação,
sobretudo para nós, ocidentais. Acalmar a mente
não é conosco.
3. Como os efeitos positivos no controle da
ansiedade são claros, com frequência indico a prática
para meus pacientes com transtornos ansiosos como
uma medida adjuvante aos medicamentos, terapias
ou atividades físicas. E invariavelmente me deparo
com a dificuldade que as pessoas demonstram só
de pensar em meditar. Numa dessas consultas,
conversando com uma paciente, comentei que
meditação poderia ser ensinada nas escolas: as
crianças têm muito mais facilidade de desenvolver
determinadas habilidades, e via de regra não estão
ainda tão aceleradas como os adultos. Além disso,
como a capacidade de se focar e manter a atenção é
uma habilidade cada vez mais rara – mas indispensável
para a educação – elas ainda ganhariam qualidade de
estudo. Que gênio! Por que ninguém pensou nisso
antes?
4. Claro que já pensaram. Fui atrás de mais
informação, e me deparei com uma revisão sistemática
da literatura científica publicada em 2015, reunindo os
estudos mais consistentes. Descobri que em vários
países já há programas para incluir a meditação no
currículo escolar. Segundo os dados levantados,
que somando todos os estudos alcançava 1797
alunos, existem resultados positivos consistentes
em diversos parâmetros. Maior bem-estar entre
os estudantes, menos ansiedade, melhora no
autocontrole emocional foram alguns dos benefícios
comprovados, em maior ou menor grau. Melhora também nas funções cognitivas, notadamente
a atenção, foi encontrada, embora não tenham sido
atestados expressivos ganhos rendimento escolar
até o momento.
5. Várias técnicas foram utilizadas nesses
diversos experimentos, mas praticamente toda
meditação se baseia em três princípios: 1 – manter
o foco num único estímulo (um som, uma imagem,
um pensamento, os imputs sensoriais, a respiração
etc.); 2 – perceber quando surgem distrações, e
tranquilamente se desligar delas; 3 – retornar o
foco para o estímulo escolhido. Embora muitas
remetam a tradições orientais, místicas etc., esses
princípios são totalmente independentes de crenças
ou religiões, e fazem todo sentido: nossa mente
vaga inquieta por um sem número de pensamentos,
ruminações, preocupações, dando origem a
emoções de toda espécie, muitas vezes negativas e
prejudiciais. Meditar nada mais é do que aquietar a
mente, impedindo-a de entrar nesse turbilhão
descontrolado de pensamentos – daí a redução do
estresse, melhora da atenção e assim por diante.
6. Educar é preparar as crianças para a vida,
fornecendo-lhes conhecimentos, competências e
habilidades. Além de ensinar a raciocinar, a ler e fazer
contas, a escola também as prepara – formalmente ou
não – para estabelecer relações, gerenciar conflitos,
fazer escolhas. Da mesma forma como lhes damos
educação física – considerando que o uso do corpo
pode e deve ser aprimorado para uma vida mais
plena – por que não lhes dar também uma educação
mental?
7. Para além de qualquer ideologia, religião ou
crença, diante dos resultados consistentes que
vêm surgindo, fornecer às pessoas desde cedo
uma habilidade mental para lidar com os desafios
que irão enfrentar pode fazer muito sentido numa
sociedade cada vez mais inquieta.
Adaptado de: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/desacelerar-desde-cedo-seria-hora-de-ensinar-meditacao-para-criancas/.
Acesso em: 23 de março de 2016.
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