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Foram encontradas 60 questões.

Qual alternativa justifica o emprego correto da modalidade de concordância nominal?
 

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1405981 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Em s istemas de transmissão e recepção Very High Frequency (VHF) e Ultra High Frequency (UHF), o projeto de amplificadores é de extrema importância para garantir o alcance e a integridade do rádio enlace. A figura abaixo ilustra o diagrama esquemático de um circuito amplificador ressonante simples, localizado no receptor.

Enunciado 1405981-1

(Fonte: captura de tela de simulação feita a partir do software LTSpice XVII®.)

Avalie as afirmações a respeito desse tipo de circuito.

I. O capacitor C1 tem o papel de manter estável o ponto quiescente do transistor.

II. Os polos da função de transferência desse circuito localizam-se à direita do eixo imaginário do plano da Transformada de Laplace.

III. Para garantir a fidelidade da forma de onda de saída, o transistor deve operar no modo Classe C.

IV. O capacitor C2 e o indutor L1 exercem o papel de filtro ressonante.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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1405687 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Uma grande preocupação dos engenheiros durante o projeto e a operação de sistemas de transmissão de dados se refere ao casamento de impedância. Isso porque qualquer descasamento pode levar a reflexões de alta potência, as quais podem ser danosas aos equipamentos. Suponha um sistema de transmissão, contendo equipamentos e cabos com impedâncias de 50Ω, no qual um sinal com conteúdo espectral relevante na faixa de 210 a 216MHz e potência média igual a 100W é utilizado para alimentar uma antena cuja impedância é especificada em sua folha de dados como:

Frequência (MHz)

Impedância (Ω)

205

35 + j10

215

40 + j5

225

38 + j7

Supondo que os equipamentos são capazes de suportar até 20W de potência reversa, pode-se afirmar que

 

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Leia o texto de Ferreira Gullar, poeta maranhense fundador do neoconcretismo.
Traduzir-se
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
[...]
(Disponível em: <http://escolaeducacao.com.br/melhores-poemas-de-ferreira-gullar/>. Acesso em: 20 mar. 2017)
Observe abaixo as palavras grifadas no seu contexto. Em qual alternativa a classificação morfológica está corretamente indicada no colchete?
 

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1402832 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Um engenheiro projetou um sistema de comunicação óptico e, em seu primeiro teste, verificou que o receptor não detectou sinal luminoso inteligível, oriundo do transmissor. Dentre as possíveis falhas de projeto, é possível atribuir como causa(s)

 

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1402290 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Em sistemas de comunicação, a integridade do sinal transmitido é um parâmetro de projeto muito importante. Nesse contexto, a escolha do tipo de linha de transmissão é crucial para que se garanta a inteligibilidade do sinal que chega aos receptores. Sobre os cabos coaxiais, pode-se afirmar que

 

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Observe os períodos a seguir:
O homem assistia ao jogo de futebol. O homem assistia o doente, no jogo de futebol.
Qual alternativa apresenta informações corretas em relação aos empregos lógico-semânticos do verbo “assistir”?
 

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Leia o fragmento de um texto publicado em agosto de 1957 pelo escritor mineiro João Guimarães Rosa.
“Inconfidente, brasileira, paulista, emboaba, lírica e sábia, lendária, épica, mágica, diamantina, aurífera, ferrífera, ferrosa, férrica, balneária, hidromineral, jê, puri, acroá, goitacá, goianá, cafeeira, agrária, barroca, luzia, árcade, alpestre, rupestre, campestre, de el-rei, das minas, do ouro das minas, das pretas minas, negreira, mandingueira, moçambiqueira, conga, dos templos, santeira, quaresmeira, processional, granítica, de ouro em ferro, siderúrgica, calcárea, das perambeiras, serrana bela, idílica, ilógica, translógica, supralógica, intemporal, interna, leiteira [...] Minas.”
(Disponível em: <http://acervo.revistabula.com/posts/web-stuff/ai-esta-minas-a-mineiridade>. Acesso em: 20 mar. 2017 - Adaptado).
Avalie as afirmativas sobre esse fragmento de texto.
I – O texto é destituído de elementos coesivos, porém é coerente, se considerarmos que tem como fio condutor algumas características de Minas Gerais.
II – O receptor do texto busca interpretá-lo, mas ainda que assuma uma atitude de cooperação, não consegue estabelecer elos coesivos, pela ausência de informações.
III – O leitor consegue produzir sentidos e estabelecer a coerência necessária para a compreensão do texto, a partir dos elementos existentes.
IV – O leitor, em seu trabalho para produzir sentido, deve levar em conta o vocabulário, os recursos sintáticos e a associação a fatos históricos, entre outros aspectos.
Está correto apenas o que se afirma em
 

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1400109 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Avalie as seguintes afirmações sobre as Zonas de Fresnel.

I. Trata-se de um modelo que explica o fenômeno da refração.

II. Se a obstrução não bloqueia o elipsóide definido pela 1ª Zona de Fresnel, a perda por caminho em excesso será mínima.

III. Quanto mais distante da 1ª Zona de Fresnel, maior é a contribuição para o sinal no receptor.

IV. A posição da obstrução em relação ao transmissor e ao receptor tem influência sobre os níveis de sinal percebidos pelo receptor.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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A questão se refere ao texto a seguir.
Cumulonimbus-informáticos
Há, pairando sobre nossas cabeças, gigantescas nuvens informacionais, ameaçando-nos com seus raios, trovões e ventanias. As tormentas já iniciam suas precipitações e começam a cair sobre nós. Nós somos o seu elemento. A faísca que produz o ribombar do trovão e a própria tempestade.
1. Que estamos fazendo com nossos sistemas cibernético-informacionais? Acaso paramos de pensar autonomamente com nossas próprias cabeças? Quiçá cessamos de procurar e manter o conhecimento por nós mesmos, intuitivamente, sensivelmente, abdutivamente, humanamente – como sempre fizemos, indagamos –, de buscar o sentido, o significado, a importância e a razão seminal de tudo que há à nossa volta? Daquilo que foi concebido, refletido e significado axiologicamente através dos tempos imemoriais, entregando tudo isso “de bandeja” – o melhor de nós e de nossa civilização – às máquinas e aos sistemas informacionais que nós mesmos construímos e usamos? Seria isso – resumidamente – o que está a ocorrer conosco nesses dias velozes e acríticos que vivemos na atualidade?
2. Você que me lê, por exemplo, nesse exato momento, não tem mais sequer que pensar, raciocinar, localizar-se por si, com livre arbítrio e autonomia, pois há – certamente – um aplicativo muito prático e conveniente fazendo isso por você, e muito mais, o tempo todo. Substituindo-nos acintosamente, explicitamente, trivialmente, das tarefas mais banais até às mais complexas, delicadas e especializadas. E nós ainda nos tranquilizamos em saber que, se ocorrer algo de fato importante no nosso planeta, e até fora dele, seremos informados de imediato.
3. O sistema faz isso quase que automaticamente. Do mesmo modo que não é mais necessário também guardar, anotar ou memorizar nomes e sobrenomes do dia a dia das relações societais, ou ainda direções e caminhos a serem trilhados nas urbes ou fora delas. O mesmo acontece com os dados e as imagens, pois certamente seu celular ou seu tablet pretensamente inteligentes, grandes feras no assunto, fazem isso e muito mais por você.
4. Uma delícia – convenhamos – e uma tragédia também. Sim, pois na cibercultura, a verdade, a notícia, o valor, a relevância – e, no extremo, o significado, não têm caráter único, sofrem alterações e são ditados pelo sistema e seus incontáveis aparatos. Todavia, o fato refutável que não pode ser ignorado é que estamos completamente deslumbrados com o que criamos, e que acolhemos essas novas tecnologias sem o menor sacrifício.
5. Não sabemos praticamente quase nada acerca desse novo modo de viver que começamos a cristalizar. Mas é em rede que nos reconhecemos, mensuramos nossas necessidades. E quem não souber decifrar os seus sinais e signos será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes. O que não pode deixar de ser percebido é que uma ubiquidade onipresente está transformando significativamente as relações sociais. E o faz rapidamente. Não é algo simplesmente bom ou ruim, é simplesmente diferente e está marcando a nossa época, os nossos hábitos, a nossa cultura e os nossos tempos.
6. Bem depois, quando tudo se autodeterminar e se acalmar, em conformidade diametral com as sensibilidades sociais, é que nós poderemos – talvez – verificar o que sobrou do nosso antigo e milenarizado mundo não informatizado, analógico e enciclopédico, aquele ao qual estávamos tão confortavelmente acostumados, e, também, sermos capazes de mensurar que outro mundo novo é esse – cibertecnologizado – que edificamos em seu lugar, mesmo que sejamos críticos em relação a ele ou que nos cause desconforto. O resto são arbitrariedades ou especulações.
(QUARESMA, Alexandre. Cumulonimbus-Informáticos. Revista Sociologia, ano VII, edição 67, p. 65 – Adaptado)
Assinale o segmento em que foram empregadas, enfaticamente, palavras ou expressões conotativas.
 

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