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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Seria possível articular o segundo parágrafo ao terceiro, considerando possíveis adaptações sintáticas, mas mantendo-se o valor semântico da articulação, com o operador organizacional
 

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2517914 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo, acerca do Planejamento e Controle da Produção. A seguir, indique a opção com a sequência correta.

( ) Descartam a referência básica para processos de planejamento e controle existente na obra.

( ) São úteis na eliminação de problemas relacionados a baixa produtividade.

( ) Têm papel fundamental em contribuir para a estabilidade do fluxo de trabalho da obra.

 

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2517781 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Em relação à disposição de condutores, é permitido que os condutos fechados contenham condutores de mais de um circuito, exceto quando

 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Segue o mesmo padrão de regência de “...o direito à existência” o exposto em
 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)
Assinale a alternativa que apresenta todas as separações silábicas corretas.
 

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2515358 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Analisando as sentenças abaixo, assinale qual dos itens não é considerado um dos informes construtivos mais importantes para trabalhos de inspeção e manutenção das obras.

 

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2514194 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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A corrosão é um fenômeno que merece particular atenção tendo em vista as consequências que acarretam nas instalações prediais de água fria. Associe as duas colunas relacionando os tipos de corrosão as suas definições.

Corrosão

(1) Galvânica

(2) Generalizada

(3) Por erosão

(4) Por pite

Definição

( ) a camada protetora que se forma nos metais é danificada pelo escoamento da água.

( ) ocorre de maneira uniforme em toda área do metal provocando perda de espessura do tubo.

( ) ocorre devido à presença de metais e ligas com potenciais de eletrodo diferentes entram em contato pela presença de água.

( ) ocorrência localizada que induz a perfuração na região de manifestação.

 

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2513887 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Utilize o texto a seguir para responder à questão.

Para se determinar as propriedades de um material, realizou-se um ensaio de tração com a utilização de um corpo de prova de seção transversal retangular com 12,5 mm de largura por 3,0 mm de espessura, e um comprimento de referência de 50 mm. Os dados resultantes deste ensaio são apresentados na tabela abaixo.

Carga (kN)

Alongamento (mm)

0,00

0,0000

2,01

0,0131

5,63

0,0366

9,87

0,0642

13,42

0,0873

16,00

0,1041

15,90

0,2389

15,98

0,3652

15,88

0,4895

18,32

0,9245

20,60

1,4789

22,57

2,6895

21,48

3,7592

18,19

5,3412

De acordo com os dados informados, pode-se concluir que a densidade de energia de deformação elástica vale

 

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Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
Considerando o contexto em que foi aplicada, a palavra “cedência” (1º§) tem o sentido de
 

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2513010 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Sobre os domínios de deformação do concreto armado na ruína, analise as afirmações abaixo.

I. O domínio 1 corresponde a um alongamento constante da seção transversal igual a 1%.

II. No domínio 2, a borda superior da peça começa a ser comprimida com a deformações no aço e no concreto sendo representadas por !$ \varepsilon_S = 1 \% !$ e !$ 0 < \varepsilon_c<0,35 \% !$ respectivamente.

III. Assim como no domínio 3, o domínio 4 apresenta a borda comprimida com a deformação !$ \varepsilon_{cu} = 0,35 \% !$, porém neste, o aço tracionado atinge o escoamento.

IV. Com a seção transversal inteiramente comprimida, o domínio 5 se caracteriza por uma deformação !$ \varepsilon_{c} = 0,2 \% !$ constante e, na borda mais comprimida !$ 0,35 \% < \varepsilon_{cu} < 0,2 \% !$.

São verdadeiras apenas as afirmativas:

 

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