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Leia o texto abaixo e escolha a alternativa que o completa corretamente.
Originalmente denominado Sistema de Referência Geocêntrico da América do Sul, concebido em 1993, com 65 estações de rastreio, em sua primeira campanha, realizou-se a segunda campanha, após 5 anos, com 184 estações, distribuídas não só na América do Sul mas em todo o continente americano. Foi quando houve a mudança do significado do sistema
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Coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso sobre as características da projeção ilustrada abaixo. A seguir, indique a opção com a sequência correta.

( ) Apropriada para uso em países ou regiões de extensão predominantemente Norte-Sul e reduzida extensão Este- Oeste. É muito popular devido à simplicidade de seu cálculo, pois existem tabelas completas para sua construção.
( ) A existência de duas linhas de contato com a superfície (dois paralelos padrão) nos fornece uma área maior com um baixo nível de deformação. Isto faz com que esta projeção seja bastante útil para regiões que se estendam na direção Este-Oeste, porém pode ser utilizada em quaisquer latitudes.
( ) Os meridianos e paralelos não são linhas retas, com exceção do meridiano de tangência e do Equador. Indicada para regiões onde há predominância na extensão Norte-Sul. É muito utilizada em cartas destinadas à navegação.
( ) Projeção utilizada no Sistema Universal Transversa de Mercator (UTM) desenvolvido durante a 2ª Guerra Mundial. Utilizado na produção das cartas topográficas do Sistema Cartográfico Nacional produzidas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e DSG (Diretoria do Serviço Geográfico).
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Texto III para a questão
Tsunami. Terremoto. Crise nuclear. Veio tudo de uma vez para os japoneses. Um tremor de 9.0 na escala Richter sacudiu o Japão em 11 de março, e o país já contava quase 9 mil mortos até o fechamento desta edição. Outras 13 mil pessoas ainda estavam desaparecidas.
A catástrofe chamou a atenção de todo o mundo não só pelas vidas perdidas e pelos dramáticos esforços de resgate. O Japão é um dos países mais bem preparados para enfrentar desastres naturais, e ainda assim foi devastado pela força da natureza. Um sinal de que nenhum país está a salvo.
Em 2010, desastres naturais mataram pelo menos 234 mil pessoas e afetaram quase outras 200 milhões no mundo. Nenhum especialista é capaz de dizer se esse número vai diminuir ou aumentar daqui para a frente, mas já se sabe que a intensidade das catástrofes vai crescer. O aquecimento global fará a temperatura subir - ela será até 3,5º C mais alta até 2035, segundo a Agência Internacional de Energia. Isso significa mais secas, enchentes, erupções, furacões destruidores e até terremotos. E, sim, pode existir uma ligação entre esses fenômenos e a ação humana.
(Superinteressante – 04/2011 fragmento)
Trecho em destaque a ser observado para resolução da questão
“Nenhum especialista é capaz de dizer se esse número vai diminuir ou aumentar daqui para a frente, mas já se sabe que a intensidade das catástrofes vai crescer.”
Quanto ao uso dos recursos de coesão, pode-se afirmar que
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Texto II para a questão
Mas a natureza não mata apenas com enchentes, deslizamentos, terremotos e tsunamis. Mata pela mão dos humanos, o que pode parecer um fato em escala menor, mas é bem mais preocupante. Homens, mulheres e meninos bomba quase diariamente se explodem levando consigo dezenas de vidas inocentes: pais de família, mães ou crianças, mulheres fazendo a feira, jovens indo para a escola. Bandidos incendeiam um ônibus com passageiros dentro: dois morrem logo, outros vários curtem em hospitais o grave sofrimento dos queimados. Não tinham nada a ver com a bandidagem, estavam apenas indo para o trabalho, ou vindo dele. Assaltantes explodem bancos em cidades do interior antes tranquilas. Criminosos sequestram casais ou famílias inteiras e os submetem aos maiores vexames e terror. Como está virando costume, a gente agradece por escapar com vida.
(Lya Luft Revista Veja – Edição 2156 / 17 de março de 2010, fragmento)
Preencha os parênteses com o número correspondente à classe gramatical das palavras grifadas. Depois, assinale a alternativa que contém a sequência correta.
( 1 ) substantivo
( 2 ) artigo
( 3 ) adjetivo
( 4 ) preposição
( 5 ) pronome relativo
( 6 ) pronome pessoal
( 7 ) pronome demonstrativo
( 8 ) conjunção
Assaltantes ( ) explodem bancos em cidades do interior antes tranquilas. Criminosos sequestram casais ou ( ) famílias inteiras ( ) e os ( ) submetem aos maiores vexames e terror. Como está virando costume, a ( ) gente agradece por escapar com vida.
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Em Geodésia são utilizados, com frequência, os conceitos de datum altimétrico e datum geodésico. Um datum geodésico serve de base para a determinação das coordenadas geodésicas e cartográficas dos pontos do terreno numa dada região. Considerando as características de datum geodésico, julgue as sentenças abaixo em (V), se verdadeiro ou (F), se falso. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) O datum geodésico global é constituído de um elipsóide de referência, posicionado numa só estação terrestre, cujas coordenadas naturais são determinadas com rigor.
( ) Os data locais e regionais são utilizados com finalidades práticas, tais como o apoio à elaboração de cartografia topográfica.
( ) Os data locais e alguns regionais são estabelecidos pelos organismos oficiais geodésico-cartográficos dos diversos países.
( ) O estabelecimento dos data globais está somente ao alcance das grandes potências (EUA, Rússia) ou das organizações científicas internacionais.
( ) A materialização de um datum geodésico, local, regional ou global, pode ser realizada por intermédio de um ponto do terreno e por um conjunto de parâmetros.
( ) O datum geodésico local é constituído por um elipsóide de referência, posicionado à custa de um grande número de estações astronômicas, distribuídas por todos os continentes da Terra.
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Texto I para a questão
O novo inimigo do clima
Pela primeira vez, buraco na camada de ozônio é ligado a mudanças climáticas.
Para ambientalistas e pesquisadores preocupados com as mudanças climáticas, o Judas dos últimos sábados de Aleluia foram os gases-estufa. Controlar sua emissão é a única forma de impedir que o clima atinja patamares incontroláveis. Mas a edição de hoje da revista “Science” traz um novo obstáculo à tona. A circulação atmosférica e o índice de chuvas também são influenciados pelo buraco da camada de ozônio – um problema já dado como resolvido, com a proibição, respeitada internacionalmente, da produção industrial de compostos químicos que aumentariam a abertura da camada protetora do planeta.
Segundo um estudo da Universidade de Columbia, de Nova York, os efeitos provocados pelo buraco da camada de ozônio sobre a Antártica podem aumentar em até 10%, a pluviosidade em diversos pontos do Hemisfério Sul – incluindo o Centro-Sul do Brasil, no trecho que se estende até Brasília. Os pesquisadores, porém, ainda consideram leviano usar este fenômeno para explicar recentes desastres climáticos, como a tempestade na Região Serrana, em janeiro.
Ainda de acordo com os autores da pesquisa, o buraco na camada de ozônio provocou uma mudança na direção dos ventos que passavam pela Antártica. Uma área marcada pela menor umidade, que existia mais ao norte do continente gelado foi deslocada para o sul. Com isso, uma região sobre este cinturão seco e próximo ao Equador ficou exposta a chuvas.
Esta é a primeira vez que um levantamento relaciona o buraco na camada de ozônio às mudanças climáticas.
– O buraco sequer é mencionado no sumário para formuladores de políticas públicas escrito pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU) – destaca Lourenzo Polvani, coautor da pesquisa da Universidade de Columbia. – Mostramos, no entanto, que a camada de ozônio tem muito impacto no sistema do clima. É um jogador que deve ser observado.
Autora principal do levantamento, Sarah Kang também se admira com a relação em cadeia provocada pelo buraco.
– É realmente impressionante que o buraco na camada de ozônio, localizado tão alto na atmosfera sobre a Antártica (a até 30 quilômetros de distância) possa ter um impacto sobre os trópicos, aumentando o nível de chuvas por lá. É um efeito dominó – compara a pesquisadora.
Polvani e Sarah atribuíram ao buraco as mudanças na circulação atmosférica observadas no Hemisfério Sul durante a segunda metade do século passado. Com isso, os acordos internacionais para mitigar as mudanças climáticas não farão sentido se ficarem restritos ao controle das emissões de carbono. O ozônio, a partir de agora terá de ser considerado.
No Ártico, ozônio teve redução recorde.
Localizada na estratosfera, logo acima da troposfera (cujo início é na superfície terrestre), a camada de ozônio absorve boa parte dos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Durante a última metade do século XX, o uso em larga escala de compostos químicos pelo homem, especialmente aerossóis contendo clorofluorcarbono (CFC), provocaram danos significativos na camada a tal ponto que um buraco sobre a Antártica foi descoberto em meados da década de 80.
Com o protocolo de Montreal, assinado em 1989 e que agora conta com a assinatura de 196 países, a produção global de CFC foi cancelada. A iniciativa já colhe frutos: na década passada a destruição da camada foi quase totalmente interrompida. Espera-se que a sua recuperação prossiga até meados do século, quando o buraco deve enfim ser fechado.
A comunidade internacional, portanto já via o buraco como um problema resolvido. Mas, de acordo com o estudo de Polvani e Sarah, mesmo quando coberto, ele provocará um impacto considerável no clima.
A dupla tirou suas conclusões baseada na construção de dois modelos: um em que projetaram a evolução da abertura na camada de ozônio; outro onde analisaram eventos climáticos das últimas décadas no Hemisfério Sul. A associação entre os resultados permitiu-os responsabilizar o ozônio por algumas das mudanças do clima observadas naquela região – com uma contribuição menor dos gases-estufa.
A camada de ozônio não inspira preocupação apenas na Antártica. No início do mês, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou que aquele escudo natural sofreu uma redução recorde de 46% sobre o Ártico entre o fim de 2010 e março deste ano.
A OMM atribuiu o fenômeno à persistência de CFC na atmosfera e ao inverno muito frio na estratosfera. Junto ao motivo veio um alerta aos países nórdicos:
“Como a elevação do sol vai aumentar nas próximas semanas, as regiões afetadas pelo buraco na camada de ozônio terão que vigiar as radiações ultravioletas que serão superiores ao normal”, advertiu a organização em comunicado.
A redução é ainda mais preocupante porque, no Ártico, ela não é um fenômeno frequente como no Sul – na Antártica, o mesmo episódio ocorre todos os anos, sempre no inverno e na primavera, também devido às temperaturas baixas da estratosfera.
(Jornal “O Globo” / Ciência – sexta-feira, 22 de abril de 2011)
Em “Segundo um estudo da Universidade de Columbia (…) os efeitos provocados…”, a palavra sublinhada tem valor semântico de
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Texto I para a questão
O novo inimigo do clima
Pela primeira vez, buraco na camada de ozônio é ligado a mudanças climáticas.
Para ambientalistas e pesquisadores preocupados com as mudanças climáticas, o Judas dos últimos sábados de Aleluia foram os gases-estufa. Controlar sua emissão é a única forma de impedir que o clima atinja patamares incontroláveis. Mas a edição de hoje da revista “Science” traz um novo obstáculo à tona. A circulação atmosférica e o índice de chuvas também são influenciados pelo buraco da camada de ozônio – um problema já dado como resolvido, com a proibição, respeitada internacionalmente, da produção industrial de compostos químicos que aumentariam a abertura da camada protetora do planeta.
Segundo um estudo da Universidade de Columbia, de Nova York, os efeitos provocados pelo buraco da camada de ozônio sobre a Antártica podem aumentar em até 10%, a pluviosidade em diversos pontos do Hemisfério Sul – incluindo o Centro-Sul do Brasil, no trecho que se estende até Brasília. Os pesquisadores, porém, ainda consideram leviano usar este fenômeno para explicar recentes desastres climáticos, como a tempestade na Região Serrana, em janeiro.
Ainda de acordo com os autores da pesquisa, o buraco na camada de ozônio provocou uma mudança na direção dos ventos que passavam pela Antártica. Uma área marcada pela menor umidade, que existia mais ao norte do continente gelado foi deslocada para o sul. Com isso, uma região sobre este cinturão seco e próximo ao Equador ficou exposta a chuvas.
Esta é a primeira vez que um levantamento relaciona o buraco na camada de ozônio às mudanças climáticas.
– O buraco sequer é mencionado no sumário para formuladores de políticas públicas escrito pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU) – destaca Lourenzo Polvani, coautor da pesquisa da Universidade de Columbia. – Mostramos, no entanto, que a camada de ozônio tem muito impacto no sistema do clima. É um jogador que deve ser observado.
Autora principal do levantamento, Sarah Kang também se admira com a relação em cadeia provocada pelo buraco.
– É realmente impressionante que o buraco na camada de ozônio, localizado tão alto na atmosfera sobre a Antártica (a até 30 quilômetros de distância) possa ter um impacto sobre os trópicos, aumentando o nível de chuvas por lá. É um efeito dominó – compara a pesquisadora.
Polvani e Sarah atribuíram ao buraco as mudanças na circulação atmosférica observadas no Hemisfério Sul durante a segunda metade do século passado. Com isso, os acordos internacionais para mitigar as mudanças climáticas não farão sentido se ficarem restritos ao controle das emissões de carbono. O ozônio, a partir de agora terá de ser considerado.
No Ártico, ozônio teve redução recorde.
Localizada na estratosfera, logo acima da troposfera (cujo início é na superfície terrestre), a camada de ozônio absorve boa parte dos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Durante a última metade do século XX, o uso em larga escala de compostos químicos pelo homem, especialmente aerossóis contendo clorofluorcarbono (CFC), provocaram danos significativos na camada a tal ponto que um buraco sobre a Antártica foi descoberto em meados da década de 80.
Com o protocolo de Montreal, assinado em 1989 e que agora conta com a assinatura de 196 países, a produção global de CFC foi cancelada. A iniciativa já colhe frutos: na década passada a destruição da camada foi quase totalmente interrompida. Espera-se que a sua recuperação prossiga até meados do século, quando o buraco deve enfim ser fechado.
A comunidade internacional, portanto já via o buraco como um problema resolvido. Mas, de acordo com o estudo de Polvani e Sarah, mesmo quando coberto, ele provocará um impacto considerável no clima.
A dupla tirou suas conclusões baseada na construção de dois modelos: um em que projetaram a evolução da abertura na camada de ozônio; outro onde analisaram eventos climáticos das últimas décadas no Hemisfério Sul. A associação entre os resultados permitiu-os responsabilizar o ozônio por algumas das mudanças do clima observadas naquela região – com uma contribuição menor dos gases-estufa.
A camada de ozônio não inspira preocupação apenas na Antártica. No início do mês, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou que aquele escudo natural sofreu uma redução recorde de 46% sobre o Ártico entre o fim de 2010 e março deste ano.
A OMM atribuiu o fenômeno à persistência de CFC na atmosfera e ao inverno muito frio na estratosfera. Junto ao motivo veio um alerta aos países nórdicos:
“Como a elevação do sol vai aumentar nas próximas semanas, as regiões afetadas pelo buraco na camada de ozônio terão que vigiar as radiações ultravioletas que serão superiores ao normal”, advertiu a organização em comunicado.
A redução é ainda mais preocupante porque, no Ártico, ela não é um fenômeno frequente como no Sul – na Antártica, o mesmo episódio ocorre todos os anos, sempre no inverno e na primavera, também devido às temperaturas baixas da estratosfera.
(Jornal “O Globo” / Ciência – sexta-feira, 22 de abril de 2011)
A respeito da classificação sintática dos termos grifados, informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) e depois assinale a alternativa que completa correta e respectivamente os parênteses.
( ) A palavra “patamares” em “... o clima atinja patamares incontroláveis...” classifica-se como objeto indireto.
( ) “ ... A circulação atmosférica e o índice de chuvas são influenciados ...” – predicativo.
( ) “... ficou exposta a chuvas” – complemento nominal.
( ) “É um efeito dominó – compara a pesquisadora” – objeto direto.
( ) “... que a sua recuperação prossiga até meados do século...” – sujeito.
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Texto III para a questão
Tsunami. Terremoto. Crise nuclear. Veio tudo de uma vez para os japoneses. Um tremor de 9.0 na escala Richter sacudiu o Japão em 11 de março, e o país já contava quase 9 mil mortos até o fechamento desta edição. Outras 13 mil pessoas ainda estavam desaparecidas.
A catástrofe chamou a atenção de todo o mundo não só pelas vidas perdidas e pelos dramáticos esforços de resgate. O Japão é um dos países mais bem preparados para enfrentar desastres naturais, e ainda assim foi devastado pela força da natureza. Um sinal de que nenhum país está a salvo.
Em 2010, desastres naturais mataram pelo menos 234 mil pessoas e afetaram quase outras 200 milhões no mundo. Nenhum especialista é capaz de dizer se esse número vai diminuir ou aumentar daqui para a frente, mas já se sabe que a intensidade das catástrofes vai crescer. O aquecimento global fará a temperatura subir - ela será até 3,5º C mais alta até 2035, segundo a Agência Internacional de Energia. Isso significa mais secas, enchentes, erupções, furacões destruidores e até terremotos. E, sim, pode existir uma ligação entre esses fenômenos e a ação humana.
(Superinteressante – 04/2011 fragmento)
Na re-escrita do período a seguir omitiu-se “o país”; assinale a opção que completa corretamente a lacuna. “Um tremor de 9.0 na escala Richter sacudiu o Japão em 11 de março, e já até o fechamento desta edição.”
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O Comitê Federal de Controle Geodésico estabeleceu um conjunto de padrões de acurácia para controle dos levantamentos horizontais e verticais. Os padrões de acurácia são dadas em ordem decrescente em relação ao padrão de precisão. Preencha as lacunas a seguir e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. Os levantamentos de ordem são feitos para a rede nacional de controle primário, levantamentos de áreas metropolitanas e estudos científicos.
II. Os levantamentos de ordem são relativamente menos precisos e são usados para densificar a rede nacional, assim como para subsidiar o controle em áreas metropolitanas.
III. Os levantamentos de ordem são geralmente levantamentos muito precisos para uso de defesa militar, projetos de engenharia sofisticados, túneis, e estudos regionais de movimentos da crosta terrestre.
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Texto III para a questão
Tsunami. Terremoto. Crise nuclear. Veio tudo de uma vez para os japoneses. Um tremor de 9.0 na escala Richter sacudiu o Japão em 11 de março, e o país já contava quase 9 mil mortos até o fechamento desta edição. Outras 13 mil pessoas ainda estavam desaparecidas.
A catástrofe chamou a atenção de todo o mundo não só pelas vidas perdidas e pelos dramáticos esforços de resgate. O Japão é um dos países mais bem preparados para enfrentar desastres naturais, e ainda assim foi devastado pela força da natureza. Um sinal de que nenhum país está a salvo.
Em 2010, desastres naturais mataram pelo menos 234 mil pessoas e afetaram quase outras 200 milhões no mundo. Nenhum especialista é capaz de dizer se esse número vai diminuir ou aumentar daqui para a frente, mas já se sabe que a intensidade das catástrofes vai crescer. O aquecimento global fará a temperatura subir - ela será até 3,5º C mais alta até 2035, segundo a Agência Internacional de Energia. Isso significa mais secas, enchentes, erupções, furacões destruidores e até terremotos. E, sim, pode existir uma ligação entre esses fenômenos e a ação humana.
(Superinteressante – 04/2011 fragmento)
Quanto ao uso das preposições empregadas no texto II, classifique as afirmativas a seguir usando V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
( ) Em “...a atenção de todo o mundo...” a preposição “de” expressa posse.
( ) Em “O Japão é um dos países mais bem preparados...”, “dos” está flexionado de acordo com “países” tratando-se de uma contração em que a preposição “de” une-se ao artigo “os”.
( ) Em “...para enfrentar desastres naturais, ...”, a preposição “para” expressa causa ou motivo.
Está correta a classificação, de cima para baixo.
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