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Para preparar grânulos efervescentes, descobriu-se a mistura entre o ácido tartárico (C4H6O6; massa molecular = 150g/mol) e bicarbonato de sódio (NaHCO3; massa molecular = 84g/mol). Se essa mistura precisar de 2g de ácido tartárico, qual será a massa de bicarbonato necessária para reagir com todo ácido?
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Sobre as incompatibilidades existentes entre princípios ativos, excipientes e outros componentes de pomadas, julgue as sentenças a seguir em verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a sequência correta.
( ) A lanolina aumenta a ação antisséptica de vários fármacos, especialmente sulfatiazol.
( ) Não existe nenhum problema na associação entre vaselina hidrófila e cânfora.
( ) Os ésteres dos polietilenoglicóis podem favorecer o desenvolvimento de fungos e bactérias.
( ) Os emulgentes sulfurados são incompatíveis com produtos catiônicos.
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As faixas de comprimento de onda de energia eletromagnética de interesse para espectrofotometria de absorção no ultravioleta, visível e infravermelho. Associe a região de energia eletromagnética (1ª coluna) com a faixa de comprimento de onda (2ª coluna) e em seguida assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( A ) Ultravioleta distante
( B ) Infravermelho próximo
( C ) Infravermelho
( D ) Ultravioleta
( E ) Visível
( ) 3 – 15 μm
( ) 380 – 780 nm
( ) 200 – 380 nm
( ) 780 – 3.000 nm
( ) 100 – 200 nm
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Texto I para a questão
O novo inimigo do clima
Pela primeira vez, buraco na camada de ozônio é ligado a mudanças climáticas.
Para ambientalistas e pesquisadores preocupados com as mudanças climáticas, o Judas dos últimos sábados de Aleluia foram os gases-estufa. Controlar sua emissão é a única forma de impedir que o clima atinja patamares incontroláveis. Mas a edição de hoje da revista “Science” traz um novo obstáculo à tona. A circulação atmosférica e o índice de chuvas também são influenciados pelo buraco da camada de ozônio – um problema já dado como resolvido, com a proibição, respeitada internacionalmente, da produção industrial de compostos químicos que aumentariam a abertura da camada protetora do planeta.
Segundo um estudo da Universidade de Columbia, de Nova York, os efeitos provocados pelo buraco da camada de ozônio sobre a Antártica podem aumentar em até 10%, a pluviosidade em diversos pontos do Hemisfério Sul – incluindo o Centro-Sul do Brasil, no trecho que se estende até Brasília. Os pesquisadores, porém, ainda consideram leviano usar este fenômeno para explicar recentes desastres climáticos, como a tempestade na Região Serrana, em janeiro.
Ainda de acordo com os autores da pesquisa, o buraco na camada de ozônio provocou uma mudança na direção dos ventos que passavam pela Antártica. Uma área marcada pela menor umidade, que existia mais ao norte do continente gelado foi deslocada para o sul. Com isso, uma região sobre este cinturão seco e próximo ao Equador ficou exposta a chuvas.
Esta é a primeira vez que um levantamento relaciona o buraco na camada de ozônio às mudanças climáticas.
– O buraco sequer é mencionado no sumário para formuladores de políticas públicas escrito pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU) – destaca Lourenzo Polvani, coautor da pesquisa da Universidade de Columbia. – Mostramos, no entanto, que a camada de ozônio tem muito impacto no sistema do clima. É um jogador que deve ser observado.
Autora principal do levantamento, Sarah Kang também se admira com a relação em cadeia provocada pelo buraco.
– É realmente impressionante que o buraco na camada de ozônio, localizado tão alto na atmosfera sobre a Antártica (a até 30 quilômetros de distância) possa ter um impacto sobre os trópicos, aumentando o nível de chuvas por lá. É um efeito dominó – compara a pesquisadora.
Polvani e Sarah atribuíram ao buraco as mudanças na circulação atmosférica observadas no Hemisfério Sul durante a segunda metade do século passado. Com isso, os acordos internacionais para mitigar as mudanças climáticas não farão sentido se ficarem restritos ao controle das emissões de carbono. O ozônio, a partir de agora terá de ser considerado.
No Ártico, ozônio teve redução recorde.
Localizada na estratosfera, logo acima da troposfera (cujo início é na superfície terrestre), a camada de ozônio absorve boa parte dos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Durante a última metade do século XX, o uso em larga escala de compostos químicos pelo homem, especialmente aerossóis contendo clorofluorcarbono (CFC), provocaram danos significativos na camada a tal ponto que um buraco sobre a Antártica foi descoberto em meados da década de 80.
Com o protocolo de Montreal, assinado em 1989 e que agora conta com a assinatura de 196 países, a produção global de CFC foi cancelada. A iniciativa já colhe frutos: na década passada a destruição da camada foi quase totalmente interrompida. Espera-se que a sua recuperação prossiga até meados do século, quando o buraco deve enfim ser fechado.
A comunidade internacional, portanto já via o buraco como um problema resolvido. Mas, de acordo com o estudo de Polvani e Sarah, mesmo quando coberto, ele provocará um impacto considerável no clima.
A dupla tirou suas conclusões baseada na construção de dois modelos: um em que projetaram a evolução da abertura na camada de ozônio; outro onde analisaram eventos climáticos das últimas décadas no Hemisfério Sul. A associação entre os resultados permitiu-os responsabilizar o ozônio por algumas das mudanças do clima observadas naquela região – com uma contribuição menor dos gases-estufa.
A camada de ozônio não inspira preocupação apenas na Antártica. No início do mês, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou que aquele escudo natural sofreu uma redução recorde de 46% sobre o Ártico entre o fim de 2010 e março deste ano.
A OMM atribuiu o fenômeno à persistência de CFC na atmosfera e ao inverno muito frio na estratosfera. Junto ao motivo veio um alerta aos países nórdicos:
“Como a elevação do sol vai aumentar nas próximas semanas, as regiões afetadas pelo buraco na camada de ozônio terão que vigiar as radiações ultravioletas que serão superiores ao normal”, advertiu a organização em comunicado.
A redução é ainda mais preocupante porque, no Ártico, ela não é um fenômeno frequente como no Sul – na Antártica, o mesmo episódio ocorre todos os anos, sempre no inverno e na primavera, também devido às temperaturas baixas da estratosfera.
(Jornal “O Globo” / Ciência – sexta-feira, 22 de abril de 2011)
“A iniciativa já colhe frutos: na década passada a destruição da camada foi quase totalmente interrompida.” A expressão destacada anteriormente
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Conforme o aspecto, a consistência ou a composição do excipiente, as pomadas podem classificar-se em grupos diferentes. Assim sendo, unguentos são pomadas que
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Sobre propriedades físicas dos comprimidos, complete as lacunas e assinale a alternativa correta. “Resistência de um comprimido ao esmagamento ou à ruptura sob pressão radial é conhecido como . A falta de resistência dos comprimidos à abrasão, quando submetidos à ação mecânica de aparelhagem específica é conhecida como .”
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Texto IV para a questão
Tsunami
No Japão, os quebra- mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. ele, pouco foi feito o desastre na Indonésia, em 2004, deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.
Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.
Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.
Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.
(Superinteressante – 04/2011) 24)
A respeito do uso da partícula “se” no trecho: “Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.” complete as lacunas a seguir.
No período acima há dois registros do vocábulo “se”. É possível identificar que de acordo com as unidades linguísticas com que se acha combinado e conforme o entorno situacional, tal vocábulo terá significados diversos. O primeiro registro trata-se de , já o segundo registro trata-se de .
Completam corretamente as lacunas, respectivamente
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Para o preparo de extratos, utilizam-se veículos diferentes no esgotamento das drogas. As operações para a formação do extrato dependem do veículo escolhido. Qual das operações citadas, somente é realizada utilizando-se água e não álcool como veículo?
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Várias soluções precisam de agentes corretivos. Relacione as substâncias com suas principais funções como corretivos em medicamentos e em seguida assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( A ) Ácido ascórbico
( B ) Ácido cítrico
( C ) Alquilsulfato
( D ) Benzoato de sódio
( E ) Cafeína
( F ) Dióxido de titânio
( ) Antioxidante
( ) Solubilizante
( ) Tensoativos
( ) Corante
( ) Sequestrante
( ) Conservante
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A identificação de uma tintura far-se-á por alguns testes. Pensando nos testes das tinturas, complete as lacunas e assinale a alternativa correta. “Por Índice de Permanganato entende-se a massa de KMnO4 necessários para oxidar os(as) existentes em 1g de tintura, após evaporação. O Índice de Formol é indicado pela massa de que se obtém quando se adiciona formol clorídrico a 100g de tintura. O Índice de Água como o volume de água necessário juntar a 10mL de tintura para se obter um(a) persistente.”
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