Foram encontradas 80 questões.
Relacione a coluna da direita com a da esquerda e depois marque a sequência correta nas alternativas abaixo.
(1) Linfócitos
(2) Macrófagos
(3) Plasmócitos
(4) Granulócitos neutrófilos
( ) o núcleo é caracterizado por inúmeras invaginações de tamanhos variáveis.
( ) caracterizam-se por um núcleo de formato oval ou esférico, que contém áreas localizadas de cromatina eletrodensa.
( ) contêm um núcleo esférico de localização excêntrica com cromatina eletrodensa disposta radialmente.
( ) o núcleo é lobulado e numerosos lisossomos contendo enzimas lisossomais são encontrados no citoplasma.
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Em relação à gengivite necrosante, informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) As lesões se iniciam na ponta das papilas dentais.
( ) A perda óssea é localizada nos incisivos e primeiros molares.
( ) Afeta mais comumente os idosos.
( ) É indolor.
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Texto I para a questão
Mundo sem sacolas
Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”
A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.
Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”
Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.
(...)
E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.
(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da seguinte frase: “ alguns anos sacolas passaram a ser indispensáveis vida das pessoas.”
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Correlacione as duas colunas, em relação ao postulado de Koch e depois marque a sequência correta nas alternativas abaixo.
(1) Critérios de eliminação
(2) Resposta do hospedeiro
(3) Fatores de virulência
(4) Estudos animais
( ) eliminação das espécies acompanhada pela remissão simultânea da doença.
( ) produção de anticorpos específicos (locais e sistêmicos) direcionados à espécie.
( ) estudos de doenças induzidas experimentalmente em sistemas de modelo animal.
( ) propriedades possuídas por certas espécies ou metabólitos potencialmente destrutivos.
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Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(1) Conceito de Waerhaug
(2) Zona de irritação
(3) Zona de co-destruição
(4) Conceito de Glickman
( ) afirma que a via de propagação da lesão gengival associada à placa pode ser alterada se forças de intensidade anormal atuarem sobre dentes que apresentem placa subgengival.
( ) inclui a gengiva marginal e a gengiva interdental.
( ) inclui o ligamento periodontal, o cemento radicular e o osso alveolar.
( ) em sua análise, conclui que os defeitos ósseos angulares e as bolsas infra-ósseas ocorrem com igual frequência tanto no periodonto de dentes não afetados pelo trauma da oclusão quanto em dentes traumatizados.
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Texto I para a questão
Mundo sem sacolas
Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”
A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.
Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”
Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.
(...)
E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.
(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)
“Mais do que isso...” O termo em destaque refere-se de forma anafórica
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Texto I para a questão
Mundo sem sacolas
Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”
A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças(c). “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.
Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida(b). Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”
Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias(a). Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.
(...)
E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola(d). Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.
(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)
Assinale a alternativa em que a expressão grifada apresenta, na frase correspondente, um exemplo de linguagem figurada.
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Texto II para a questão
Sacolas plásticas na mira
Calcula-se que 14 bilhões de sacolinhas sejam distribuídas nos estabelecimentos comerciais do país a cada ano – para então serem descartadas pelos fregueses e se transformarem em um dos mais danosos elementos da poluição ambiental.
Antiecológicas da matéria-prima ao processo de produção, elas levam ainda centenas de anos para se degradar. Criam montanhas nos aterros sanitários, entopem córregos e transformam mares em lixões. Por isso, várias cidades estão abrindo guerra contra as sacolas plásticas e criando leis que limitam ou proíbem seu uso no comércio. No início de 2012, deve ser a vez de São Paulo, com regras que prometem mudar a rotina dos consumidores. Os detalhes da regulamentação serão definidos nos próximos meses. Mas, por enquanto, além de banir a venda e a distribuição dessas pestes, o texto da lei proíbe que fabricantes imprimam nelas frases sobre supostas vantagens ecológicas.
Isso porque existem embalagens feitas de materiais renováveis, como cana-de-açúcar e milho, que seriam, assim, mais sustentáveis. Mas ainda há informação escondida nas entrelinhas. “Matéria-prima renovável não é garantia de um produto biodegradável”, explica o engenheiro químico Helio Wiebeck, da Universidade de São Paulo.
Restringir o uso de sacolas plásticas tem impacto significativo no ambiente?
Sim, pois atualmente não há uso consciente nem descarte adequado desse tipo de embalagem. Embora fabricadas com material reciclável, estima-se que oito em cada dez sacolas plásticas sejam usadas como saco de lixo e, assim, tenham como destino os aterros sanitários. “Estimular o uso de embalagens duráveis é a principal vantagem dessas medidas, pois uma sociedade sustentável não pode se desenvolver com base em produtos descartáveis”, diz Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Em Belo Horizonte, depois que a lei que restringe o uso das sacolas plásticas entrou em vigor, em abril deste ano, 75% dos consumidores passaram a levar ao supermercado suas próprias sacolas reutilizáveis.
(Veja – 01/06/2011 / com adaptações)
Para que a afirmativa a seguir esteja correta, assinale a opção que completa adequadamente a lacuna.
Em “Em Belo Horizonte, depois que a lei que restringe o uso das sacolas plásticas entrou em vigor, ...”, a primeira ocorrência de vírgula justifica-se por separar .
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O epitélio que recobre a gengiva livre pode ser diferenciado das seguintes formas, exceto:
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Preencha a lacuna abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta. Na porção apical da raiz, o cemento, em geral, apresenta uma largura de .
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Caderno Container