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Foram encontradas 20 questões.

3710726 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ
Nathan e Angelina tocam instrumentos de percussão no bandão do CEFET. Em uma determinada música, Nathan deve dar uma batida a cada 4 segundos e Angelina, uma batida a cada 5 segundos. Em um instante da música, eles tocam juntos. Após esse instante, o número de segundos até que toquem juntos novamente é:
 

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3710725 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ

A expressão abaixo é igual a:

\( \dfrac{\dfrac{3}{4} - \dfrac{1}{5}}{\dfrac{22}{5}} \)

 

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3710724 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ
Sr. e Sra. Fonseca sempre dividem igualmente as despesas da casa. Ele pagou R$ 1530,00 do cartão de crédito e ela R$ 2460,00 com a escola do filho e outras contas da casa. O Sr. Fonseca deve à Sra. Fonseca, em reais:
 

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3710723 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ
A equação 3.(x-4)=2025 tem como única solução o valor:
 

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3710722 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ
Um time de futebol pretende vender um de seus atletas pelo valor de 35 milhões de euros. Considerando a taxa de câmbio em que 1 euro equivale a 6,37 reais, o valor pretendido para a venda desse atleta, em milhões de reais, é:
 

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3710721 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ
O vício juvenil na internet
Mariliz Pereira Jorge
Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.
Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.
Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.
É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.
A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.
JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4
No trecho “Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade” (5º parágrafo), o emprego da forma verbal em destaque sugere que a autora:
 

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3710720 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ
O vício juvenil na internet
Mariliz Pereira Jorge
Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.
Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.
Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.
É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.
A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.
JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4
No segundo parágrafo, a autora menciona a opinião de um grupo de cientistas com o objetivo principal de:
 

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3710719 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ
O vício juvenil na internet
Mariliz Pereira Jorge
Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.
Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.
Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.
É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.
A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.
JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4
Na passagem "Como tudo na vida tem seu preço, a conta está para chegar, oficialmente [...]" (1º parágrafo), o vocábulo em destaque assume valor de:
 

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3710718 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ
O vício juvenil na internet
Mariliz Pereira Jorge
Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.
Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.
Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.
É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.
A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.
JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4
O emprego das aspas na expressão “todo mundo tem”, no primeiro parágrafo, assume o papel de:
 

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3710717 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: CEFET-RJ
O vício juvenil na internet
Mariliz Pereira Jorge
Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.
Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.
Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.
É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.
A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.
JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4
A estratégia argumentativa predominante no desenvolvimento do artigo é a enumeração de:
 

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