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A Norma Técnica Brasileira NBR – 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão – estabelece que a seção mínima de condutor de cobre de aterramento enterrado no solo, não protegido contra a corrosão é de
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COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Outra economia:
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
Não devemos só rever nosso padrão de consumo,
mas também o modo de produção e a relação entre os países
mas também o modo de produção e a relação entre os países
O desenvolvimento sustentável das nações é uma temática que se tornou central no debate a partir dos primeiros alertas de ambientalistas que associaram o uso indiscriminado dos recursos naturais com o aquecimento global. No entanto, o termo sustentável se tornou rapidamente uma panaceia, incluindo tudo – e portanto nada –, especialmente após a sua inteligente apropriação pelo marketing das grandes corporações privadas globais.
Iludidos pela propaganda, muitos consumidores se sentem aliviados em sua consciência ambiental quando encontram selos verdes ou algo do gênero em seus produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas). A hipocrisia é tamanha que o Brasil, entre outros países emergentes, tem-se colocado como exemplo de uma estratégia de desenvolvimento pretensamente movida a energia renovável e sustentável. Alusão refutada por quaisquer dos indicadores sólidos de sustentabilidade adotados no debate científico dos climatólogos, não por acaso afastados dos palcos políticos mais importantes da Rio+20.
Na verdade, o que o governo de muitos dos países do G20 chamam de economia verde pouco tem de sustentável. O critério de avaliação de impacto ambiental mais sério da academia, mas ignorado ainda pelos políticos, é a superfície vegetal do país, pois são essas áreas que garantem a purificação da pegada humana de gás carbônico que ameaça o planeta.
Segundo esse critério, a geração de energia elétrica no Brasil e na China, por exemplo, dependente da inundação de imensas áreas ocupadas por florestas, é altamente poluente; bem como a política de substituição de combustível fóssil por etanol ou biodiesel em países como os EUA e novamente o Brasil, pois são produtos que demandam uma superfície agrícola muito grande para ser minimamente acessível para os consumidores. Nem mesmo a energia eólica, a atual campeã da sustentabilidade, escapa a uma análise de impacto ambiental mais rigorosa, por também depender de uma escala de produção com uso intensivo de recursos naturais.
A chave da nossa sobrevivência em um mundo realmente sustentável depende, portanto, do desenvolvimento de uma tecnologia de geração de energia extensiva no uso de recursos naturais, ou seja que polua pouco, sendo capaz de manter ou mesmo elevar a superfície de nossos territórios com cobertura florestal. Parece sonho, mas isso já acontece em alguns países centrais avançados, como na França, no Japão ou ainda no Canadá. Lá, pelo visto, a consciência ambiental atingiu um outro patamar, e a resposta vem imediatamente com a maior qualidade de vida da população.
Porém, em escala planetária, a realidade é bem diferente, por conta do ritmo acelerado de devastação ambiental imposto por um modelo de capitalismo extensivo em recursos naturais, aplicado principalmente nos países em desenvolvimento. O acesso às tecnologias poupadoras de recursos naturais, e intensivas em pessoal qualificado e capital, é ainda muito restrito aos países centrais, inclusive por conta da existência de mecanismos institucionais e instrumentos de poder que os mantêm no controle dessas técnicas de produção.
Neste ponto temos de reconhecer o avanço do documento final da Rio+20: a sustentabilidade do planeta depende não apenas de uma revisão no nosso padrão de consumo, mas também no nosso modo de produção e na relação entre os países. Traduzindo para uma terminologia um pouco menos utópica, isto significa reconhecer que ou agimos já, ou capitalismo estará rumando para o seu fim não tanto pelo lento desenvolvimento de suas contradições internas, mas sim pelo simples, porém voraz, desenvolvimento natural de suas forças produtivas.
Pedro Chadarevian é doutor em Economia pela Universidade de Paris, professor de Economia na Universidade
Federal de São Carlos e editor do blog Outra Economia. Escreve quinzenalmente ao Opera Mundi.
Disponível em:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/22719/outra+economia+a+mensagem
+sombria+mas+de+esperanca+da+rio%2B20.shtml>. Acesso em: 25 set. 2012. Texto adaptado.
O texto de Pedro Chadarevian gira em torno da(s)
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O monitor de vídeo é um importante periférico de saída, usado para exibir textos e imagens no microcomputador. Os monitores que são aparentemente muito similares aos de LCD e que se tornaram mais populares, substituindo gradativamente os monitores de CRT e LCD é o
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COM BASE NO TEXTO ABAIXO, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE COMPLETA CORRETAMENTE A QUESTÃO.
Outra economia:
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
a mensagem sombria, mas de esperança, da Rio+20
Não devemos só rever nosso padrão de consumo,
mas também o modo de produção e a relação entre os países
mas também o modo de produção e a relação entre os países
O desenvolvimento sustentável das nações é uma temática que se tornou central no debate a partir dos primeiros alertas de ambientalistas que associaram o uso indiscriminado dos recursos naturais com o aquecimento global. No entanto, o termo sustentável se tornou rapidamente uma panaceia, incluindo tudo – e portanto nada –, especialmente após a sua inteligente apropriação pelo marketing das grandes corporações privadas globais.
Iludidos pela propaganda, muitos consumidores se sentem (IV) aliviados (IV) em sua consciência ambiental quando encontram (IV) selos verdes (IV) ou algo do gênero em seus produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas) (II). A hipocrisia é tamanha que o Brasil, entre outros países emergentes, tem-se colocado como exemplo de uma estratégia de desenvolvimento pretensamente movida a energia renovável e sustentável. Alusão refutada por quaisquer dos (III) indicadores sólidos de sustentabilidade adotados no debate científico dos climatólogos, não por acaso afastados dos palcos políticos mais importantes da Rio+20.
Na verdade, o que o governo de muitos dos países do G20 chamam de economia verde pouco tem de sustentável. O critério de avaliação de impacto ambiental mais sério da academia, mas ignorado ainda pelos políticos, é a superfície vegetal do país, pois são essas áreas que garantem a purificação da pegada humana de gás carbônico que ameaça o planeta.
Segundo esse critério, a geração de energia elétrica no Brasil e na China, por exemplo, dependente da inundação de imensas áreas ocupadas por florestas, é altamente poluente; bem como a política de substituição de combustível fóssil por etanol ou biodiesel em países como os EUA e novamente o Brasil, pois são produtos que demandam uma superfície agrícola muito grande para ser minimamente acessível para os consumidores. Nem mesmo a energia eólica, a atual campeã da sustentabilidade, escapa a uma análise de impacto ambiental mais rigorosa, por também depender de uma escala de produção com uso intensivo de recursos naturais.
A chave da nossa sobrevivência em um mundo realmente sustentável depende, portanto, do desenvolvimento de uma tecnologia de geração de energia extensiva no uso de recursos naturais, ou seja que polua pouco, sendo capaz de manter ou mesmo elevar a superfície de nossos territórios com cobertura florestal. Parece sonho, mas isso já acontece em alguns países centrais avançados, como na França, no Japão ou ainda no Canadá. Lá, pelo visto, a consciência ambiental atingiu um outro patamar, e a resposta vem imediatamente com a maior qualidade de vida da população.
Porém (V), em escala planetária, a realidade é bem diferente, por conta do ritmo acelerado de devastação ambiental imposto por um modelo de capitalismo extensivo em recursos naturais, aplicado principalmente nos países em desenvolvimento. O acesso às tecnologias poupadoras de recursos naturais, e intensivas em pessoal qualificado e capital, é ainda muito restrito aos países centrais (I), inclusive por conta da existência de mecanismos institucionais e instrumentos de poder que os (I) mantêm no controle dessas técnicas de produção.
Neste ponto temos de reconhecer o avanço do documento final da Rio+20: a sustentabilidade do planeta depende não apenas de uma revisão no nosso padrão de consumo, mas também no nosso modo de produção e na relação entre os países. Traduzindo para uma terminologia um pouco menos utópica, isto significa reconhecer que ou agimos já, ou capitalismo estará rumando para o seu fim não tanto pelo lento desenvolvimento de suas contradições internas, mas sim pelo simples, porém voraz, desenvolvimento natural de suas forças produtivas.
Pedro Chadarevian é doutor em Economia pela Universidade de Paris, professor de Economia na Universidade
Federal de São Carlos e editor do blog Outra Economia. Escreve quinzenalmente ao Opera Mundi.
Disponível em:http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/22719/outra+economia+a+mensagem
+sombria+mas+de+esperanca+da+rio%2B20.shtml>. Acesso em: 25 set. 2012. Texto adaptado.
Julgue os itens abaixo.
I. O pronome “os” tem como referente “países centrais”.
II. Os parênteses em “produtos preferidos (desde cadernos até carros com tração nas quatro rodas)” assinalam uma reflexão.
III. A coesão do texto seria mantida caso substituíssemos “quaisquer dos” por “todos os”.
IV. “Aliviados” e “selos verdes” completam o sentido dos verbos ‘se sentem’ e “encontram”, respectivamente.
V. O sexto parágrafo do texto inicia-se com um período que estabelece uma relação adversativa por meio do conectivo “porém”.
Está correto o que se afirma em
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Considerando-se as tabelas abaixo e obedecendo-se a NBR-5410, o diâmetro do eletroduto em que se possam instalar quatro condutores de 25mm2 – 1000V e quatro condutores de 50 mm2 – 1000V é .
| TABELA 1 | |
|
CABO
25mm2
50mm2
|
ÁREA DA SEÇÃO EXTERNA
88mm2
138mm2
|
| TABELA 2 | |
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DIÂMETRO DO ELETRODUTO
EM MM
32
40
50
60
75
85
|
ÁREA DA SEÇÃO INTERNA
mm2
564
962
1244
1979
3227
4448
|
O valor que completa corretamente o enunciado é
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Um motor de indução trifásico de quatro polos, tensão nominal 440V, tem uma corrente de linha de partida instantânea de 1000A, à tensão nominal. Uma chave Soft – Starter é utilizada para acionar esse motor. Quando a chave é programada para alimentar o motor com 220V na partida, a corrente de linha nesse instante deverá ser de
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Uma pedreira possui um equipamento elétrico de 300CV – 380V, trifásico. A subestação está situada a 90 metros do equipamento e tem instalado um transformador de 500KVA – 13.8 KV/380V. Considerando que o equipamento será atendido diretamente dos terminais de BT do transformador e considerando que há queda de tensão nos cabos que ligam o equipamento ao terminal BT do transformador, a menor tensão disponível ao equipamento, de acordo com a NBR-5410, será de
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As autorizações de exploração de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte somente serão concedidas a Estados ou a Municípios, os quais poderão, com prévia autorização do órgão competente e mediante , transferir a atividade para a iniciativa .
Os termos que preenchem corretamente as lacunas acima são
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Um laboratório tem disponível uma bateria de 24Vcc com resistência interna desprezível. Por outro lado, um forno de144w – 12Vcc precisa funcionar e as fontes de 12Vcc estão danificadas. O técnico de manutenção do laboratório teve a ideia de colocar uma resistência em série com o forno e ligar à bateria de 24Vcc. O valor da resistência em série que colocará o forno em funcionamento nas condições nominais será de
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De acordo com a Norma Regulamentadora Nº 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade, os estabelecimentos que têm a partir de determinado valor de carga instalada devem manter um Prontuário de Instalações Elétricas organizado, atualizado e assinado por profissional legalmente habilitado. O valor da carga instalada a que se refere essa afirmação é de
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