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Foram encontradas 60 questões.

1539254 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Com relação aos elementos de configuração de uma rede local, utilizando os Sistemas Operacionais Windows XP e Windows 7, correlacione a segunda coluna de acordo com a primeira.
1) IPV4 ( ) É o dispositivo intermediário geralmente destinado a interligar redes, separar domínios de colisão, ou mesmo traduzir protocolos.
2) Máscara de rede ( ) É um protocolo hierárquico que armazena e divulga a relação entre endereço IPs e domínios.
3) Gateway ( ) É o protocolo que permite que todos os micros da rede recebam suas configurações de rede automaticamente a partir de um servidor central, sem que o usuário precise ficar configurando os endereços manualmente em cada um.
4) DNS ( ) É um número de 32 bits usado para separar em um endereço IP a parte correspondente à rede pública, à sub-rede e aos hosts.
5) DHCP ( ) Sistema de endereço na versão 4, é um número de 32 bits oficialmente escrito com quatro octetos (Bytes) representados no formato decimal.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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1519698 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
“Está criado, então, um vínculo indissociável.” Ainda que o leitor não saiba o significado exato do termo destacado, ele encontra, nos prefixos e sufixos que nele se apresentam, uma pista para a interpretação: ‘um vínculo indissociável’ significa ‘um vínculo que não se pode dissociar’. Esse mesmo prefixo de negação está presente nos termos sublinhados abaixo, EXCETO em:
 

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1515351 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
Sobre as características do Texto 1, analise as proposições abaixo.
  1. Ao longo do texto, a opção pela primeira pessoa (“nós”) indica que a autora se considera participante da realidade sobre a qual comenta.
  2. A autora recorre à estratégia de trazer “outras vozes” para seu texto, todas em conformidade com as ideias por ela defendidas.
  3. Prevalecem, no texto, os segmentos narrativos, por meio dos quais a autora vai dando a conhecer seu ponto de vista.
  4. Os diversos trechos injuntivos presentes no texto são cruciais para a autora alcançar seu objetivo de convencer o leitor.
Estão correta(s):
 

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1509252 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Acerca dos conceitos em Gestão de Riscos, analise as proposições abaixo.
  1. Gestão de Riscos relaciona-se com a análise de aspectos desconhecidos do projeto. São esses aspectos que podem fazer com que o projeto fracasse. Chamamos de risco o fator, elemento, acontecimento, qualquer evento que, se concretizado, pode interferir no sucesso do projeto.
  2. Os riscos podem ser classificados de acordo com sua natureza em: riscos de projeto, riscos do negócio e riscos técnicos.
  3. A realização dos casos de uso é usada para eliminar riscos. Para facilitar a visualização do relacionamento entre casos de uso e riscos, pode-se usar uma matriz de riscos.
  4. Para se analisar quantitativamente os riscos de projetos de software, uma técnica apropriada é a BAM (Business Activity Monitoring).
Estão corretas:
 

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1505000 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Provas:
Acerca do processo ágil de desenvolvimento de software Extreme Programming (XP), analise as proposições abaixo.
  1. Adota o seguinte conjunto de valores que são adotados nos projetos ágeis: Indivíduos e interações, ao invés de processos e ferramentas; software funcionando, ao invés de documentação abrangente; colaboração com o cliente, ao invés de negociação de contratos; e responder a mudanças, ao invés de seguir um plano.
  2. Sua escolha para um projeto de desenvolvimento de software, em oposição à escolha do RUP ou do modelo Cascata, se dá, por exemplo, quando a equipe do projeto é formada por pessoas com alto grau de competitividade.
  3. Sua escolha para um projeto de desenvolvimento de software, em oposição à escolha do RUP ou do modelo Cascata, se dá, por exemplo, quando cliente do projeto trabalha em parceria com a equipe do projeto e está sempre disponível para retirar dúvidas.
  4. Enquanto o RUP procura estabelecer um arcabouço de “melhores práticas”, o XP sugere o uso de um conjunto bastante reduzido de práticas.
Estão corretas:
 

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1333260 Ano: 2012
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Provas:

Suponha que um arquivo tipo texto num SO da família Unix, de nome 'f.txt', contenha os números de 1 a 20, em ordem reversa, cada número por linha, com cada um iniciando na primeira coluna. Por exemplo, o número 19 está na 2ª linha com o '1' na primeira coluna, e o '9' na segunda. Considere dos comandos abaixo que objetivam retornar os números de 1 a 10, em ordem crescente, um número por linha.

  1. sort -nr f.txt | head -10
  2. tail -10 f.txt | sort -n
  3. sort -n f.txt | head -10
  4. tail -10 f.txt | sort -nr
  5. sort -n < f.txt > f.tmp; head 10 f.tmp; \rm f.tmp

Estão corretos, apenas:

 

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1175554 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Considere o Microsoft Excel 2007. Na planilha abaixo, temos armazenados nas células B3=2, C3=4, D3=6, E3=8. Se digitarmos as seguintes fórmulas nas células A5: = MÉDIA(B3:E3) , A6: =SOMA(B3:E3) e A7: =CONT.NÚM(B3:E3), as células A5, A6 e A7 mostrarão, respectivamente, os seguintes números:
Enunciado 1175554-1
 

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1145744 Ano: 2012
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Sobre os conceitos de processo e thread, analise as proposições abaixo.

  1. Diferente dos processos, os threads possuem um contador de programa, uma pilha de execução e registradores.
  2. Além de compartilhar o mesmo espaço de endereçamento, os threads compartilham o mesmo conjunto de arquivos abertos, processos filhos, discos, impressoras e outros recursos.
  3. Há dois modos principais de implementar um pacote de threads: Nível de Usuário e Nível de Núcleo.
  4. Uma vantagem da implementação em nível de usuário é que podemos utilizar o recurso de threads, mesmo se o SO não suportar.

Estão corretas:

 

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1134575 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Com relação aos mecanismos de privacidade da informação, analise as proposições abaixo.
  1. Esteganografia é um ramo particular da criptologia que consiste não em fazer com que uma mensagem seja ininteligível, mas em camuflá-la.
  2. Virtual Private Network são túneis de criptografia entre pontos autorizados, criados através da Internet ou outras redes públicas e/ou privadas para transferência de informações, de modo seguro, entre redes corporativas ou usuários remotos.
  3. Uma informação será considerada íntegra quando seu conteúdo não tiver sido lido por entidade não-autorizada.
Está(ão) correta(s):
 

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1082658 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Eu aprendi a gostar de música clássica muito antes de saber as notas: a minha mãe tocava-as ao piano e elas ficaram gravadas na minha cabeça. Somente depois, já fascinado pela música, fui aprender as notas – porque queria tocar piano. A aprendizagem da música começa
como percepção de uma totalidade – e nunca com o conhecimento das partes.
Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. A criança volta-se para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está a ler.
[...]
Todo texto é uma partitura musical. As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele domina a técnica, se ele desliza sobre as palavras, se ele está possuído pelo texto – a beleza acontece. E o texto apossase do corpo de quem ouve. Mas se aquele que lê não domina a técnica, se luta com as palavras, se não desliza sobre elas – a leitura não produz prazer: queremos logo que ela acabe.
Rubem Alves. http://pagina-de-vida.blogspot.com/2007/05/o-prazerda- leitura-rubem-alves.html. Acesso em 15/03/2012. Excertos.
No que se refere ao gênero textual, as características presentes no Texto indicam que ele é:
 

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