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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
LEI Nº 9.864, DE 10 DE JUNHO DE 2024.
DISPÕE SOBRE A FIXAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE
INFORMATIVOS CONSCIENTIZADORES DE PROTEÇÃO
ANIMAL, DISPONDO SOBRE MAUS-TRATOS E
INCENTIVO À ADOÇÃO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS NO
ÂMBITO MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Art. 1º Ficam instituído, como mecanismo de proteção
aos animais, a fixação e a distribuição de informativos
conscientizadores contra os maus-tratos de animais
domésticos, em estádios, quadras e eventos desportivos
no âmbito municipal.
Art. 2º Enquadram-se na presente Lei, os estádios,
quadras desportivas, campos, arenas e demais espaços
semelhantes, nos quais ocorram eventos e práticas
desportivas, gratuitas ou não.
Disponível em: http://leismunicipa.is/1gvn6.
Acesso em: 30 jun. 2024. [Fragmento adaptado]
“Art. 2º Enquadram-se na presente Lei, os estádios, quadras desportivas, campos, arenas e demais espaços semelhantes, nos quais ocorram eventos e práticas desportivas, gratuitas ou não.”
Tendo em vista o que prescreve a gramática normativa, assinale a alternativa correta
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
LEI Nº 9.864, DE 10 DE JUNHO DE 2024.
DISPÕE SOBRE A FIXAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE
INFORMATIVOS CONSCIENTIZADORES DE PROTEÇÃO
ANIMAL, DISPONDO SOBRE MAUS-TRATOS E
INCENTIVO À ADOÇÃO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS NO
ÂMBITO MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Art. 1º Ficam instituído, como mecanismo de proteção
aos animais, a fixação e a distribuição de informativos
conscientizadores contra os maus-tratos de animais
domésticos, em estádios, quadras e eventos desportivos
no âmbito municipal.
Art. 2º Enquadram-se na presente Lei, os estádios,
quadras desportivas, campos, arenas e demais espaços
semelhantes, nos quais ocorram eventos e práticas
desportivas, gratuitas ou não.
Disponível em: http://leismunicipa.is/1gvn6.
Acesso em: 30 jun. 2024. [Fragmento adaptado]
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Manifesto pela vida, demarcações e o bem-viver
Nós, povos indígenas, vivemos em estado de constante
ameaça, que exige estarmos em permanente vigília e
mobilização. Neste momento, junho de 2024, em que
iniciativas legislativas, executivas e judiciárias ameaçam
nossa sobrevivência enquanto povos originários, nos
vemos obrigados a intensificar nossas lutas e amplificar
nossa voz de protesto para defender nossos direitos mais
básicos: vida, territórios e o bem-viver.
Nos mobilizamos em defesa dos nossos direitos,
principalmente pela demarcação dos nossos territórios
e pela declaração da inconstitucionalidade da Lei
14.701/2023, que fixa tanto o marco temporal como outras
normas de impedimento à demarcação de terras indígenas.
Trazemos a público, neste manifesto, nossas
preocupações, denúncias e reivindicações, na expectativa
e confiança de sermos ouvidos, respeitados e atendidos em
nossas demandas.
Hoje, convocamos toda a sociedade brasileira e a
comunidade internacional a repercutirem essa mensagem
urgente, e a somarem forças nas nossas lutas. O futuro
da humanidade e a subsistência do planeta passam por
nós, povos originários. Cumprimos um dever ancestral de
manter viva nossa cultura e defender nossas terras.
LEVANTE PELA TERRA. Manifesto pela vida, demarcações e o
bem-viver. 2. ed. Brasília-DF, 24-28 jun. 2024. Disponível em: https://
cimi.org.br/wp-content/uploads/2024/07/manifesto-levante-pela-terrajunho-2024.pdf. Acesso em: 30 jun. 2024. [Fragmento adaptado]
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Manifesto pela vida, demarcações e o bem-viver
Nós, povos indígenas, vivemos em estado de constante
ameaça, que exige estarmos em permanente vigília e
mobilização. Neste momento, junho de 2024, em que
iniciativas legislativas, executivas e judiciárias ameaçam
nossa sobrevivência enquanto povos originários, nos
vemos obrigados a intensificar nossas lutas e amplificar
nossa voz de protesto para defender nossos direitos mais
básicos: vida, territórios e o bem-viver.
Nos mobilizamos em defesa dos nossos direitos,
principalmente pela demarcação dos nossos territórios
e pela declaração da inconstitucionalidade da Lei
14.701/2023, que fixa tanto o marco temporal como outras
normas de impedimento à demarcação de terras indígenas.
Trazemos a público, neste manifesto, nossas
preocupações, denúncias e reivindicações, na expectativa
e confiança de sermos ouvidos, respeitados e atendidos em
nossas demandas.
Hoje, convocamos toda a sociedade brasileira e a
comunidade internacional a repercutirem essa mensagem
urgente, e a somarem forças nas nossas lutas. O futuro
da humanidade e a subsistência do planeta passam por
nós, povos originários. Cumprimos um dever ancestral de
manter viva nossa cultura e defender nossas terras.
LEVANTE PELA TERRA. Manifesto pela vida, demarcações e o
bem-viver. 2. ed. Brasília-DF, 24-28 jun. 2024. Disponível em: https://
cimi.org.br/wp-content/uploads/2024/07/manifesto-levante-pela-terrajunho-2024.pdf. Acesso em: 30 jun. 2024. [Fragmento adaptado]
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Manifesto pela vida, demarcações e o bem-viver
Nós, povos indígenas, vivemos em estado de constante
ameaça, que exige estarmos em permanente vigília e
mobilização. Neste momento, junho de 2024, em que
iniciativas legislativas, executivas e judiciárias ameaçam
nossa sobrevivência enquanto povos originários, nos
vemos obrigados a intensificar nossas lutas e amplificar
nossa voz de protesto para defender nossos direitos mais
básicos: vida, territórios e o bem-viver.
Nos mobilizamos em defesa dos nossos direitos,
principalmente pela demarcação dos nossos territórios
e pela declaração da inconstitucionalidade da Lei
14.701/2023, que fixa tanto o marco temporal como outras
normas de impedimento à demarcação de terras indígenas.
Trazemos a público, neste manifesto, nossas
preocupações, denúncias e reivindicações, na expectativa
e confiança de sermos ouvidos, respeitados e atendidos em
nossas demandas.
Hoje, convocamos toda a sociedade brasileira e a
comunidade internacional a repercutirem essa mensagem
urgente, e a somarem forças nas nossas lutas. O futuro
da humanidade e a subsistência do planeta passam por
nós, povos originários. Cumprimos um dever ancestral de
manter viva nossa cultura e defender nossas terras.
LEVANTE PELA TERRA. Manifesto pela vida, demarcações e o
bem-viver. 2. ed. Brasília-DF, 24-28 jun. 2024. Disponível em: https://
cimi.org.br/wp-content/uploads/2024/07/manifesto-levante-pela-terrajunho-2024.pdf. Acesso em: 30 jun. 2024. [Fragmento adaptado]
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder àsquestão.
Na concepção interacional (dialógica) da língua, os
sujeitos são vistos como atores / construtores sociais,
sujeitos ativos que – dialogicamente – se constroem e
são construídos no texto, considerado o próprio lugar da
interação e da constituição dos interlocutores.
Nessa perspectiva, o sentido de um texto é construído
na interação texto-sujeitos e não algo que preexista a
essa interação.
Considerar o leitor e seus conhecimentos e que esses
conhecimentos são diferentes de um leitor para outro
implica aceitar uma pluralidade de leituras e de sentidos
em relação a um mesmo texto.
É claro que com isso não preconizamos que o leitor possa
ler qualquer coisa em um texto, pois, como já afirmamos,
o sentido não está apenas no leitor, nem no texto,
mas na interação autor-texto-leitor. Por isso, é de
fundamental importância que o leitor considere na e para
a produção de sentido as “sinalizações” do texto, além dos
conhecimentos que possui.
A pluralidade de leituras e de sentidos pode ser maior
ou menor dependendo do texto, do modo como é
constituído, do que foi explicitamente revelado e do que foi
implicitamente sugerido.
KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos
do texto. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2006b. p 10-11; 21-22.
“É claro que com isso não preconizamos que o leitor possa ler qualquer coisa em um texto, pois, como já afirmamos, o sentido não está apenas no leitor, nem no texto, mas na interação autor-texto-leitor.”
No contexto apresentado no texto, a palavra destacada no fragmento anterior poderia ser substituída, sem perda de sentido, por
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder àsquestão.
Na concepção interacional (dialógica) da língua, os
sujeitos são vistos como atores / construtores sociais,
sujeitos ativos que – dialogicamente – se constroem e
são construídos no texto, considerado o próprio lugar da
interação e da constituição dos interlocutores.
Nessa perspectiva, o sentido de um texto é construído
na interação texto-sujeitos e não algo que preexista a
essa interação.
Considerar o leitor e seus conhecimentos e que esses
conhecimentos são diferentes de um leitor para outro
implica aceitar uma pluralidade de leituras e de sentidos
em relação a um mesmo texto.
É claro que com isso não preconizamos que o leitor possa
ler qualquer coisa em um texto, pois, como já afirmamos,
o sentido não está apenas no leitor, nem no texto,
mas na interação autor-texto-leitor. Por isso, é de
fundamental importância que o leitor considere na e para
a produção de sentido as “sinalizações” do texto, além dos
conhecimentos que possui.
A pluralidade de leituras e de sentidos pode ser maior
ou menor dependendo do texto, do modo como é
constituído, do que foi explicitamente revelado e do que foi
implicitamente sugerido.
KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos
do texto. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2006b. p 10-11; 21-22.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder àsquestão.
Na concepção interacional (dialógica) da língua, os
sujeitos são vistos como atores / construtores sociais,
sujeitos ativos que – dialogicamente – se constroem e
são construídos no texto, considerado o próprio lugar da
interação e da constituição dos interlocutores.
Nessa perspectiva, o sentido de um texto é construído
na interação texto-sujeitos e não algo que preexista a
essa interação.
Considerar o leitor e seus conhecimentos e que esses
conhecimentos são diferentes de um leitor para outro
implica aceitar uma pluralidade de leituras e de sentidos
em relação a um mesmo texto.
É claro que com isso não preconizamos que o leitor possa
ler qualquer coisa em um texto, pois, como já afirmamos,
o sentido não está apenas no leitor, nem no texto,
mas na interação autor-texto-leitor. Por isso, é de
fundamental importância que o leitor considere na e para
a produção de sentido as “sinalizações” do texto, além dos
conhecimentos que possui.
A pluralidade de leituras e de sentidos pode ser maior
ou menor dependendo do texto, do modo como é
constituído, do que foi explicitamente revelado e do que foi
implicitamente sugerido.
KOCH, I. G. V.; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos
do texto. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2006b. p 10-11; 21-22.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A informatividade diz respeito, por um lado, à distribuição
da informação no texto, e, por outro, ao grau de
previsibilidade / redundância com que a informação nele
contida é veiculada.
Quanto à distribuição da informação, é preciso que haja
um equilíbrio entre informação dada e informação nova.
Um texto que contenha apenas informação conhecida
caminha em círculos, é inócuo, pois falta-lhe a progressão
necessária à construção do mundo textual. Por outro
lado, é cognitivamente impossível a existência de textos
que contenham unicamente informação nova, visto
que seriam improcessáveis, devido à falta das âncoras
necessárias para o processamento. Todo texto organiza-se
pela combinação de dois movimentos, um de retroação,
por meio do qual se retoma a informação anteriormente
introduzida, que vai servir de ancoragem para o
movimento de progressão, responsável pela introdução de
informação nova.
Quanto ao grau de previsibilidade ou expectabilidade da
informação, um texto será tanto menos informativo quanto
mais previsível (redundante) for a informação que traz.
KOCH, Ingedore. Introdução à linguística
textual. São Paulo: Contexto, 2015. p. 41.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A informatividade diz respeito, por um lado, à distribuição
da informação no texto, e, por outro, ao grau de
previsibilidade / redundância com que a informação nele
contida é veiculada.
Quanto à distribuição da informação, é preciso que haja
um equilíbrio entre informação dada e informação nova.
Um texto que contenha apenas informação conhecida
caminha em círculos, é inócuo, pois falta-lhe a progressão
necessária à construção do mundo textual. Por outro
lado, é cognitivamente impossível a existência de textos
que contenham unicamente informação nova, visto
que seriam improcessáveis, devido à falta das âncoras
necessárias para o processamento. Todo texto organiza-se
pela combinação de dois movimentos, um de retroação,
por meio do qual se retoma a informação anteriormente
introduzida, que vai servir de ancoragem para o
movimento de progressão, responsável pela introdução de
informação nova.
Quanto ao grau de previsibilidade ou expectabilidade da
informação, um texto será tanto menos informativo quanto
mais previsível (redundante) for a informação que traz.
KOCH, Ingedore. Introdução à linguística
textual. São Paulo: Contexto, 2015. p. 41.
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