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2584049 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, já estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

A linha 20, o termo e apresenta valor semântico de:

 

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2584048 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, já estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São PauloC, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baianoC, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

Considerando aspectos linguísticos, analise as assertivas:

I. Em As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano (l.49-50), tem-se o emprego de linguagem conotativa;

lI. Em "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista" (l.30-31), a fala foi reproduzida em linguagem regionalizada;

IlI. Em O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo (l.40-41), tem-se o emprego de linguagem denotativa.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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2584047 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, já estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

Em O livro traz um sincero perfil sobre o homem (l. 12), o verbo está conjugado no presente do indicativo. Como ficaria a frase, se o verbo fosse conjugado no pretérito perfeito?

 

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2584046 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, já estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

Considerando as datas dos acontecimentos apresentados no texto, analise as partes que seguem: Em 1936, Jorge Amado já estudava Direito no Rio de Janeiro (1ª parte). Jorge Amado conheceu Zélia Gattai em 1945 (2ª parte). A biografia de Luis Carlos Prestes foi publicada no ano de 1942 (3ª parte). "Dona Flor e Seus Dois Maridos", "Mar Morto" e "Suor'' foram obras publicadas entre 1933 e 1937 (4ª parte).

Das partes, pode-se afirmar que:

 

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2584045 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, já estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

Os vocábulos viagem (l.45) e viajem estabelecem, entre si, uma relação de:

 

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2584044 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, jáE estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

Sobre o emprego de diferentes classes gramaticais, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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2584043 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, já estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946B. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

Considerando períodos simples e compostos, analise as assertivas:

I. Em Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946 (l.33-34), tem-se um período simples;

lI. Em Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem (l.44-45), tem-se um período composto;

IlI. Em Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966 (l.43-44), tem-se um período composto por subordinação.

Está(ão) CORRET/\(S):

 

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2584042 Ano: 2022
Disciplina: Português
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, já estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

Considerando principalmente o primeiro parágrafo, pode-se afirmar, por meio da linguagem empregada, que o texto apresenta características de qual gênero textual?

 

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2584041 Ano: 2022
Disciplina: Português
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, já estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

Quantos dos seguintes itens são obras de Jorge Amado citadas no texto?

I. Gabriela;

lI. Jorge Amado - Meu Tio;

IlI. Cacau;

IV. Dona Flor e Seus Dois Maridos;

V. Capitães de Areia.

 

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2584040 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Legalle
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Em casa com Jorge Amado: livro mostra o escritor como você nunca viu

Quem guarda a imagem do escritor Jorge Amado deitado na rede, como se esperasse inspiração para um de seus premiados romances, nem imagina como sua vida foi agitada antes do sucesso de "Gabriela", 5 em 1958. O baiano de ltabuna, nascido em 1912, teve uma rotina repleta de viagens e emoções, digna de um filme de ação - bem diferente de seus romances, situados geralmente em um único lugar, a cidade de Salvador. Suas aventuras e relações familiares compõem o revelador Jorge Amado - Meu Tio, do jornalista Roberto Amado (filho de Joelson, irmão de Jorge). O livro traz um sincero perfil sobre o homem, com qualidades e defeitos, não a lenda literária que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo.

A vida de Jorge Amado é fascinante sob qualquer ponto de vista, mas o contexto familiar a torna muito mais interessante. Começou na militância política antes mesmo de lançar o primeiro livro, O País do Carnaval, em 1931. Um ano antes, já estudava Direito no Rio de Janeiro e atuava como membro do Partido Comunista Brasileiro - o que o levou a ser preso pela primeira vez, em 1936. Foi um período criativo fértil: entre 1933 e 1937, publicou "Cacau", "Suor", "Jubiabá", "Mar Morto" e "Capitães de Areia". Apesar das citações "à luta do proletariado" em todas essas obras, a literatura e a política só convergiram em 1942, quando publicou O Cavaleiro da Esperança, biografia de Luis Carlos Prestes, líder do partido comunista. Em sua obra, Roberto Amado fala como o preconceito em relação __ ideologia do tio, mais tarde, recaiu sobre ele: "Roberto é sobrinho do Jorge Amado, então é comunista", anunciou o colega de classe, apontando o dedo para mim como se eu tivesse cometido um crime", escreve o autor. "Meu tio Jorge elegeu-se deputado federal constituinte em 1946. Sua maior contribuição foi o projeto de lei que garante __ liberdade religiosa, texto cuja essência segue em vigor até hoje." Pouco antes, em 1945, conheceu a paulista Zélia Gattai, por quem se apaixonou enquanto ambos trabalhavam pela anistia aos presos políticos.

O autor lembra das temporadas que o tio passava no apartamento da família em São Paulo, no bairro de Higienópolis, sempre que estava na cidade para algum evento importante. Como no lançamento de "Dona Flor e Seus Dois Maridos", em 1966. Jorge e Zélia vieram de carro de Salvador, mais de mil quilômetros de viagem. "No bagageiro da Veraneio, lembranças para a família, além de dez quilos de farinha, garrafas de pimenta malagueta, frutas como sapoti, mangaba, umbu, pitom- ba ... ", lembra Roberto. As memórias são prato cheio para quem é fã do autor baiano, mas também para quem quer entender como a presença de uma figura tão intensa e criativa influencia a vida dos familiares __ sua volta.

Autor: Felipe Machado - Revista lstoÉ (adaptado).

Sobre as ideias do texto, pode-se afirmar que:

I. Assim como em seus romances, a vida particular de Jorge Amado se deu em Salvador;

lI. O primeiro livro lançado por Jorge Amado foi O País do Carnaval;

IlI. A vida familiar de Jorge Amado foi tão interessante quanto a sua vida em geral.

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