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479415 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP
Humanoide perde a vez entre robôs
Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples, que possam aprender por si mesmos certas habilidades.
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares ou locomover-se no meio de obstáculos inesperados.
Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e outras atividades.
Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável.
Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14 horas de tentativa e erro.
O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma tarefa muito simples, todavia criar um código de computador para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil.
O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.
(Cade Metz. The New York Times. Publicado pelo jornal O Estado de São Paulo em 14.04.2019. Tradução de Roberto Muniz. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal padrão.
 

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479413 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP
Humanoide perde a vez entre robôs
Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples, que possam aprender por si mesmos certas habilidades.
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares ou locomover-se no meio de obstáculos inesperados.
Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e outras atividades.
Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável.
Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14 horas de tentativa e erro.
O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma tarefa muito simples, todavia criar um código de computador para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil.
O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.
(Cade Metz. The New York Times. Publicado pelo jornal O Estado de São Paulo em 14.04.2019. Tradução de Roberto Muniz. Adaptado)

Considere as frases elaboradas a partir das ideias do texto.

• A empresa tem um ambicioso programa de robótica e decidiu reformular esse ambicioso programa.

• Alguns robôs lidam com objetos não familiares, e os pesquisadores analisam como organizam esses objetos.

De acordo com o emprego e a colocação dos pronomes estabelecidos pela norma-padrão, os trechos em destaque podem ser substituídos por:

 

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479409 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP
Leia o texto.
Quando você se refere______ alguém dizendo “maria vai com as outras” significa que a pessoa não tem opinião própria. Mas quem foi essa primeira Maria? Para o pesquisador Brasil Gerson, a expressão tem origem no século 19 com a chegada da família real portuguesa. A mãe de Dom João VI, a rainha Maria I, _________quem muitos atribuíam o nome de “A Louca”, costumava passear_____ margens do rio Carioca, acompanhada de suas damas de companhia, e o povo, vendo essa cena, comentava: “Maria vai com as outras”. (Ernani Fagundes. Aventuras na História, novembro de 2005. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas desse texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:
 

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479397 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP
Humanoide perde a vez entre robôs
Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples, que possam aprender por si mesmos certas habilidades.
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares ou locomover-se no meio de obstáculos inesperados.
Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e outras atividades.
Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável.
Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14 horas de tentativa e erro.
O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma tarefa muito simples, todavia criar um código de computador para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil.
O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.
(Cade Metz. The New York Times. Publicado pelo jornal O Estado de São Paulo em 14.04.2019. Tradução de Roberto Muniz. Adaptado)
A respeito do texto, é correto afirmar que o autor
 

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479391 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP

Leia a tira para responder a questão.

enunciado 479391-1

No primeiro quadrinho, os termos peculiares e adequada podem ser substituídos, sem alteração de sentido e atendendo à norma-padrão, respectivamente, por:
 

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479385 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP
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No início de março, os dois países estão na etapa final para fechar um acordo comercial, após um deles sinalizar a redução de tarifas e outras restrições a produtos agrícolas, químicos, veículos e outros itens. Como contrapartida, o outro país considera remover muitas, talvez todas, as sanções impostas contra produtos importados desde o ano passado. Acordo poderia encerrar guerra comercial travada há um ano. (Folha de S.Paulo. https://bit.ly/2V5qzEo. Acesso em 29.04.2019. Adaptado)
O texto destaca a possibilidade naquele momento de encerrar a guerra comercial entre
 

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479380 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP
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No dia 25 de fevereiro, em Bogotá, na Colômbia, reuniram-se representantes de países americanos para participarem do chamado Grupo de Lima. Pelo lado brasileiro, estavam presentes no encontro o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Em discurso durante o evento, Mourão mostrou a posição do Brasil frente à atual situação da região. (Folha de S.Paulo. https://bit.ly/2Evt91n. Acesso em 29.04.2019. Adaptado)
Um dos objetivos do Grupo de Lima é
 

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479377 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP
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Segundo dados divulgados pelo Ministério da Economia em março de 2019, no ano passado [2018], a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 58,3 bilhões, ou seja, as exportações foram maiores que as importações. (Globo. https://glo.bo/2EthC1l. Acesso em 28.04.2019. Adaptado)
O Ministério também informou que
 

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479376 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP
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Por meio da Medida Provisória no 870, publicada na edição extra do Diário Oficial da União em 01 de janeiro, o governo federal fez mudanças radicais em sua estrutura de funcionamento. Sete ministérios deixaram de existir enquanto dois foram criados. Ao todo, há 22 pastas. (EM. https://bit.ly/2VhyDqL. Acesso em 26.04.2019. Adaptado)
Um dos novos ministérios criados é o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos que tem como uma de suas atribuições
 

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479373 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Piracicaba-SP
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Considere as notícias: I. Autoridades de Moçambique anunciaram, nesta terça-feira (02.abr), que o número de mortes provocadas pelo desastre natural chegam a 598. O número de famílias afetadas pelo desastre também subiu para 195.287, assim como o número de pessoas atingidas: de 843.729 para 967.014, segundo dados do boletim do INGC. (Agência Brasil. https://bit.ly/2FNOMtw. Acesso em 29.04.2019. Adaptado) II. Pelo menos 42 pessoas morreram na Índia e em Bangladesh após o desastre natural que ocorreu em 03 de maio, de acordo com um balanço das autoridades divulgadas no domingo (05.mai). (Correio Braziliense. https://bit.ly/2vERWLy. Acesso em 05.05.2019. Adaptado)
A respeito das notícias, é correto afirmar que I
 

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