Foram encontradas 40 questões.
Em uma caminhonete foram colocadas 18 caixas, cada
uma delas com 12 quilogramas, e 32 caixas, cada uma
delas com 900 gramas. O número total de quilogramas
colocados nessa caminhonete foi
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Em determinado posto de combustíveis, um litro de
gasolina custa R$ 4,15. O número máximo de litros de
gasolina que podem ser comprados nesse posto com
R$ 50,00 é:
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João comprou um aparelho de TV e pagou de entrada
20% do valor total do aparelho. Sabendo que o valor restante a ser pago é R$ 1.440,00, então, o valor total desse
aparelho de TV é
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Marta comprou um pacote de biscoitos, comeu
1/6 deles
no período da manhã,
2/3 no período da tarde, e ainda
sobram alguns biscoitos no pacote. No total, Marta
comeu 15 biscoitos. O número total de biscoitos desse
pacote era
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Para abastecer os veículos de uma empresa foram utilizados 200 litros de gasolina e determinado número de
litros de etanol. A razão entre o número de litros de etanol
e o número de litros de gasolina utilizados nesse abastecimento foi
3/5 .
Sabendo que cada veículo foi abastecido, ou com gasolina, ou com etanol, o número de litros de etanol utilizados foi
Sabendo que cada veículo foi abastecido, ou com gasolina, ou com etanol, o número de litros de etanol utilizados foi
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Visitando a psicóloga
No fim do Ensino Médio, Fabrício vivia brigando com os
colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que foi forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometeu a si mesmo que lacraria a boca, ficaria calado
durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude.
Não achava justo ser obrigado a se analisar e ainda mais
numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.
Fabrício se ajeitou na poltrona com o estojo e caderno
debaixo do braço e a indisposição absoluta de colaborar com
a psicóloga. Mas ela não questionou nada, e o silêncio inesperado dela foi enervando Fabrício. Ela o observava com
interesse, e ele querendo cada vez mais se esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente
é como encarar um espelho e o tamanho das dúvidas. Ela
o provocava não o provocando, ela o emparedava abrindo
todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar o aprisionava.
Fabrício mexeu no estojo para se distrair. Ela perguntou
se ele poderia emprestar-lhe uma caneta. Ele pegou uma Bic
azul. A psicóloga viu que a tampa estava mordida. Olhou com
carinho e comentou:
─ Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.
Ele riu de nervoso e demonstrou curiosidade.
─ Morder a tampa significa alguma coisa?
─ Significa que não fecha as conversas, que foge das
discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e
decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião.
Fabrício não revelou coisa alguma durante uma hora do
encontro, mas ela o decifrou inteiramente apenas analisando
a tampa mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o seu comportamento.
A partir daquele dia, Fabrício nunca mais subestimou a
psicologia e cuidou para morder somente a insossa borracha
nos momentos de maior ansiedade. Aprendeu que o que se
sente ou se deixa de sentir está impresso nos mínimos gestos.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)
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Visitando a psicóloga
No fim do Ensino Médio, Fabrício vivia brigando com oscolegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que foi forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometeu a si mesmo que lacraria a boca, ficaria caladodurante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude.Não achava justo ser obrigado a se analisar e ainda maisnuma época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.
Fabrício se ajeitou na poltrona com o estojo e cadernodebaixo do braço e a indisposição absoluta de colaborar coma psicóloga. Mas ela não questionou nada, e o silêncio inesperado dela foi enervando Fabrício. Ela o observava cominteresse, e ele querendo cada vez mais se esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frenteé como encarar um espelho e o tamanho das dúvidas. Elao provocava não o provocando, ela o emparedava abrindotodas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar o aprisionava.
Fabrício mexeu no estojo para se distrair. Ela perguntouse ele poderia emprestar-lhe uma caneta. Ele pegou uma Bicazul. A psicóloga viu que a tampa estava mordida. Olhou comcarinho e comentou:
─ Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.
Ele riu de nervoso e demonstrou curiosidade.
─ Morder a tampa significa alguma coisa?
─ Significa que não fecha as conversas, que foge dasdiscussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações edecepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião.
Fabrício não revelou coisa alguma durante uma hora doencontro, mas ela o decifrou inteiramente apenas analisandoa tampa mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o seu comportamento.
A partir daquele dia, Fabrício nunca mais subestimou apsicologia e cuidou para morder somente a insossa borrachanos momentos de maior ansiedade. Aprendeu que o que sesente ou se deixa de sentir está impresso nos mínimos gestos.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)
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Leia a tirinha para responder a questão.

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Visitando a psicóloga
No fim do Ensino Médio, Fabrício vivia brigando com os
colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que foi forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometeu a si mesmo que lacraria a boca, ficaria calado
durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude.
Não achava justo ser obrigado a se analisar e ainda mais
numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.
Fabrício se ajeitou na poltrona com o estojo e caderno
debaixo do braço e a indisposição absoluta de colaborar com
a psicóloga. Mas ela não questionou nada, e o silêncio inesperado dela foi enervando Fabrício. Ela o observava com
interesse, e ele querendo cada vez mais se esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente
é como encarar um espelho e o tamanho das dúvidas. Ela
o provocava não o provocando, ela o emparedava abrindo
todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar o aprisionava.
Fabrício mexeu no estojo para se distrair. Ela perguntou
se ele poderia emprestar-lhe uma caneta. Ele pegou uma Bic
azul. A psicóloga viu que a tampa estava mordida. Olhou com
carinho e comentou:
─ Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.
Ele riu de nervoso e demonstrou curiosidade.
─ Morder a tampa significa alguma coisa?
─ Significa que não fecha as conversas, que foge das
discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e
decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião.
Fabrício não revelou coisa alguma durante uma hora do
encontro, mas ela o decifrou inteiramente apenas analisando
a tampa mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o seu comportamento.
A partir daquele dia, Fabrício nunca mais subestimou a
psicologia e cuidou para morder somente a insossa borracha
nos momentos de maior ansiedade. Aprendeu que o que se
sente ou se deixa de sentir está impresso nos mínimos gestos.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)
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Visitando a psicóloga
No fim do Ensino Médio, Fabrício vivia brigando com os
colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que foi forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometeu a si mesmo que lacraria a boca, ficaria calado
durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude.
Não achava justo ser obrigado a se analisar e ainda mais
numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.
Fabrício se ajeitou na poltrona com o estojo e caderno
debaixo do braço e a indisposição absoluta de colaborar com
a psicóloga. Mas ela não questionou nada, e o silêncio inesperado dela foi enervando Fabrício. Ela o observava com
interesse, e ele querendo cada vez mais se esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente
é como encarar um espelho e o tamanho das dúvidas. Ela
o provocava não o provocando, ela o emparedava abrindo
todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar o aprisionava.
Fabrício mexeu no estojo para se distrair. Ela perguntou
se ele poderia emprestar-lhe uma caneta. Ele pegou uma Bic
azul. A psicóloga viu que a tampa estava mordida. Olhou com
carinho e comentou:
─ Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.
Ele riu de nervoso e demonstrou curiosidade.
─ Morder a tampa significa alguma coisa?
─ Significa que não fecha as conversas, que foge das
discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e
decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião.
Fabrício não revelou coisa alguma durante uma hora do
encontro, mas ela o decifrou inteiramente apenas analisando
a tampa mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o seu comportamento.
A partir daquele dia, Fabrício nunca mais subestimou a
psicologia e cuidou para morder somente a insossa borracha
nos momentos de maior ansiedade. Aprendeu que o que se
sente ou se deixa de sentir está impresso nos mínimos gestos.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)
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