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Nos laços (fracos) da internet
As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais do que isso [...].
Os brasileiros já dominam o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. [...] Em nenhum outro país existe um entusiasmo tão grande pelas amizades virtuais.
Qual é o impacto de tais sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. [...]
Por definição, uma rede social on-line é uma página na rede em que se pode publicar um perfil público de si mesmo – com fotos e dados pessoais – e montar uma lista de amigos que também integram o mesmo site. Como em uma praça, um clube ou um bar, esse é o espaço no qual as pessoas trocam informações sobre as novidades cotidianas de sua vida, mostram as fotos dos filhos, comentam os vídeos caseiros uns dos outros, compartilham suas músicas preferidas e até descobrem novas oportunidades de trabalho. Tudo como as relações sociais devem ser, mas com uma grande diferença: a ausência quase total de contato pessoal.
Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros. São bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. [...] Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamentos pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidas pelo véu da impessoalidade.
SCHELP, Diogo. Nos laços (fracos) da internet. Veja, São Paulo, ed. 2120, 8 jul. 2009. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/080709/nos-lacos-fracos-internet-p-94.shtml>. Acesso em: 05 jan. 2011.
No enunciado “as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta”, a expressão sublinhada não significa
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Nos laços (fracos) da internet
As redes sociais na internet congregam 29 milhões de brasileiros por mês. Nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamentos. Elas usam essas redes para manter contato com os amigos, conhecer pessoas – e paquerar, é claro, ou bem mais do que isso [...].
Os brasileiros já dominam o Orkut e, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por 6 milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut. [...] Em nenhum outro país existe um entusiasmo tão grande pelas amizades virtuais.
Qual é o impacto de tais sites na maneira como as pessoas se relacionam? Eles, de fato, diminuem a solidão? Recentemente, sociólogos, psicólogos e antropólogos passaram a buscar uma resposta para essas perguntas. Eles concluíram que essa comunicação não consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas dos indivíduos. A internet tornou-se um vasto ponto de encontro de contatos superficiais. [...]
Por definição, uma rede social on-line é uma página na rede em que se pode publicar um perfil público de si mesmo – com fotos e dados pessoais – e montar uma lista de amigos que também integram o mesmo site. Como em uma praça, um clube ou um bar, esse é o espaço no qual as pessoas trocam informações sobre as novidades cotidianas de sua vida, mostram as fotos dos filhos, comentam os vídeos caseiros uns dos outros, compartilham suas músicas preferidas e até descobrem novas oportunidades de trabalho. Tudo como as relações sociais devem ser, mas com uma grande diferença: a ausência quase total de contato pessoal.
Os sites de relacionamentos, como qualquer tecnologia, são neutros. São bons ou ruins dependendo do que se faz com eles. E nem todo mundo aprendeu a usá-los a seu próprio favor. [...] Em excesso, porém, o uso dos sites de relacionamentos pode ter um efeito negativo: as pessoas se isolam e tornam-se dependentes de um mundo de faz de conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros protegidas pelo véu da impessoalidade.
SCHELP, Diogo. Nos laços (fracos) da internet. Veja, São Paulo, ed. 2120, 8 jul. 2009. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/080709/nos-lacos-fracos-internet-p-94.shtml>. Acesso em: 05 jan. 2011.
De acordo com o texto, a frequentação dos sites de relacionamento
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O número de um telefone em Parauapebas é (94) 3346XXYY, sendo que Y – X é igual a 3 enquanto X + Y é igual a 13. O número desse telefone é
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Um Empregador tem que pagar 12% à Previdência Social. O percentual 12% equivale à fração 12/100.
A fração 12/100, simplificada, corresponde a
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Uma praça teria a forma quadrangular com 400 metros quadrados. A prefeitura conseguiu aumentar 10 metros no comprimento da praça, obtendo uma praça retangular, com a mesma largura da outra.
O perímetro da praça quadrangular era de
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Comer diante do computador aumenta o apetite
Aquele lanchinho despretensioso em frente ao computador pode fazer muito mais mal à manutenção do peso do que o imaginado. Cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, descobriram que comer diante do PC deixa as pessoas muito mais propensas a "beliscar" durante o dia.
No estudo, voluntários receberam refeições de duas maneiras diferentes. O primeiro grupo jogava Paciência no computador enquanto comia; o segundo não tinha um computador à disposição.
Ao final do teste, os participantes do primeiro grupo estavam muito menos saciados do que os do segundo. Eles tiveram inclusive dificuldades em lembrar o que tinham comido. Meia hora depois, voltaram a comer - lanches, desta vez - em volume duas vezes superior aos demais.
A conclusão dos pesquisadores é que a atenção e a memória influenciam nosso apetite e que, portanto, fazer refeições distraidamente pode levar ao ganho de peso e à obesidade. "Esse trabalho indica que a cognição, a memória e a atenção, em particular, desempenham um papel importante no governo do apetite e tamanho das refeições de seres humanos", disse Jeff Brunstrom, líder do estudo.
O computador não está sozinho. Estudos anteriores já haviam comprovado que a TV também exerce efeitos similares sobre o apetite.
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/comer-diante-do-computador-aumenta-o-apetite 16/12/2010 [com adaptações]
O objetivo central do texto “Comer diante do computador aumenta o apetite” é
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O vencimento básico de um Auxiliar de Serviços Gerais da Câmara Municipal de Parauapebas é de R$ 612,00. Quanto restará a um Auxiliar de Serviços Gerais que gastar 1/3 do seu vencimento básico com alimentação e 1/9 com transporte?
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Comer diante do computador aumenta o apetite
Aquele lanchinho despretensioso em frente ao computador pode fazer muito mais mal à manutenção do peso do que o imaginado. Cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, descobriram que comer diante do PC deixa as pessoas muito mais propensas a "beliscar" durante o dia.
No estudo, voluntários receberam refeições de duas maneiras diferentes. O primeiro grupo jogava Paciência no computador enquanto comia; o segundo não tinha um computador à disposição.
Ao final do teste, os participantes do primeiro grupo estavam muito menos saciados do que os do segundo. Eles tiveram inclusive dificuldades em lembrar o que tinham comido. Meia hora depois, voltaram a comer - lanches, desta vez - em volume duas vezes superior aos demais.
A conclusão dos pesquisadores é que a atenção e a memória influenciam nosso apetite e que, portanto, fazer refeições distraidamente pode levar ao ganho de peso e à obesidade. "Esse trabalho indica que a cognição, a memória e a atenção, em particular, desempenham um papel importante no governo do apetite e tamanho das refeições de seres humanos", disse Jeff Brunstrom, líder do estudo.
O computador não está sozinho. Estudos anteriores já haviam comprovado que a TV também exerce efeitos similares sobre o apetite.
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/comer-diante-do-computador-aumenta-o-apetite 16/12/2010 [com adaptações]
Em relação às normas de pontuação, não é correto afirmar que
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Comer diante do computador aumenta o apetite
Aquele lanchinho despretensioso em frente ao computador pode fazer muito mais mal à manutenção do peso do que o imaginado. Cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, descobriram que comer diante do PC deixa as pessoas muito mais propensas a "beliscar" durante o dia.
No estudo, voluntários receberam refeições de duas maneiras diferentes. O primeiro grupo jogava Paciência no computador enquanto comia; o segundo não tinha um computador à disposição.
Ao final do teste, os participantes do primeiro grupo estavam muito menos saciados do que os do segundo. Eles tiveram inclusive dificuldades em lembrar o que tinham comido. Meia hora depois, voltaram a comer - lanches, desta vez - em volume duas vezes superior aos demais.
A conclusão dos pesquisadores é que a atenção e a memória influenciam nosso apetite e que, portanto, fazer refeições distraidamente pode levar ao ganho de peso e à obesidade. "Esse trabalho indica que a cognição, a memória e a atenção, em particular, desempenham um papel importante no governo do apetite e tamanho das refeições de seres humanos", disse Jeff Brunstrom, líder do estudo.
O computador não está sozinho. Estudos anteriores já haviam comprovado que a TV também exerce efeitos similares sobre o apetite.
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/comer-diante-do-computador-aumenta-o-apetite 16/12/2010 [com adaptações]
O enunciado “Estudos anteriores já haviam comprovado que a TV também exerce efeitos similares sobre o apetite” pode ser reescrito, sem alteração de sentido, da seguinte maneira:
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Na liquidação de início de ano, uma loja resolveu dar desconto de 20% em todos os seus produtos. Se o pagamento fosse com dinheiro, a loja daria mais 5% de descontos sobre o valor já descontado de 20%. Quanto custou uma camisa que, em dezembro, custava R$ 60,00 e foi paga com dinheiro?
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