“Em livro, Laurentino Gomes traça um
agudo panorama sobre a escravidão
Obra ambiciosa, Escravidão, de Laurentino Gomes, se
propõe a enfrentar, em três volumes, um dos assuntos
mais sensíveis e controversos (talvez porque pouco
conhecido) da história do Brasil. Saiu agora o volume I, que
vai do primeiro leilão de escravos, em Portugal, em 1444, à
destruição do Quilombo dos Palmares, no Nordeste
brasileiro, em 1695.
O autor viajou a vários países africanos e, principalmente,
leu as melhores obras sobre o tema, que enumera em uma
bibliografia com 150 títulos. Este número bastante amplo
de livros – que se multiplica em comentários de outros
autores neles citados – serviu para a pintura de um vasto
painel, detalhado e isento, de matéria que vem ganhando
espaço nos debates públicos nos últimos tempos. Um
debate em parte ditado mais pela emoção – óbvia em
tema tão delicado – do que por informações fidedignas.”
(Diversão e Arte, Site Correio Braziliense, 14/12/2019)
De acordo com o texto, pode-se afirmar que:
“O modo artesanal de fazer queijo de Minas foi
considerado Patrimônio Cultural Imaterial pelo Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, assim como
outros bens culturais de natureza imaterial que dizem
respeito a práticas e domínios da vida social que se
manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer;
celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas,
musicais ou lúdicas; e nos lugares (como mercados, feiras e
santuários que abrigam práticas culturais coletivas).”
(IPHAN)
Dos bens culturais imateriais brasileiros listados a seguir,
assinale a opção que indica aquele que recebeu influência
direta da cultura indígena.
“A desinformação sobre vacina tem sido apontada como
um dos fatores para a queda da cobertura de alguns
imunizantes no Brasil e no mundo, o que trouxe de volta
surtos de doenças até então controladas, como sarampo.”
(Ciência, Revista Exame, 30/11/2019)
O fragmento acima aponta os riscos de uma prática ligada
ao uso das redes sociais e de aplicativos de mensagens.
Esta prática é frequentemente chamada de:
“Uberização cria condições precárias de trabalho
[...] Segundo o estudo Síntese dos Indicadores Sociais, do
IBGE, 40,8% da população brasileira se mantém com
trabalhos informais, e a taxa representa um aumento na
categoria equivalente a 1,2 milhões de pessoas desde a
última pesquisa, em 2014. A incorporação de ‘bicos’
possibilitados por aplicativos pelo mercado de trabalho
ganharam um apelido: ‘uberização’, que geralmente vem
associada à falta de regulamentação, prestação de serviços
e neoliberalismo levado ao extremo.”
(Site Jornal Opção, 18/08/2019, adaptado)
De acordo com o texto,
“Originário do grego antigo, o vocábulo vereador vem
da palavra “verea”, que significa vereda, caminho. O
vereador, portanto, seria o que vereia, trilha, ou orienta os
caminhos. Existe no idioma brasileiro o verbo verear, que é
o ato de exercer o cargo e as funções de vereador.
Resumindo, o vereador é a ligação entre o governo e o
povo. Ele tem o poder de ouvir o que os eleitores querem,
propor e aprovar esses pedidos na câmara municipal e
fiscalizar se o prefeito e seus secretários estão colocando
essas demandas em prática.”
(Site do TSE, 14/09/2016)
No Brasil, adotou-se o modelo de três poderes que,
embora independentes, devem atuar de forma
harmoniosa. No contexto brasileiro, os vereadores
pertencem ao Poder