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Foram encontradas 30 questões.

1070859 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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Podemos ser mais dignos? Podemos.

Dificilmente encontramos alguém, a não ser criança ou adolescente naquela fase de autorreferência compulsiva e natural, que esteja contente com a situação em geral.

Que pense ou diga: “Está tudo bem, estamos tranquilos, o país cresce, o povo é razoavelmente bem tratado, nada a reclamar…”.

Manifestações se agitam no Brasil. Pelos mais singulares motivos, ora surreais, ora convincentes, saímos às ruas, querendo ordem, progresso e paz, mas admitindo entre nós a violência e o crime, tudo organizado e financiado por alguém. Um partido, uma instituição, um grupo… alguém. Pois nada disso acontece aleatoriamente.

A mim me impressionam centenas de pessoas descendo de um trem quebrado e andando pelos trilhos em busca do seu destino ou de uma condução. Às vezes jogam pedras e quebram vidros ou portas do trem, mas a maioria, mesmo reclamando, não demonstra indignação. Muitos, num meio sorriso resignado, dizem: “É ruim, mas é assim, que fazer?”.

Ou, quando a enchente mais uma vez inundou a casa, matou a criança, destruiu os bens, e ninguém em alguns anos providenciou nada, comentam: “Com a ajuda de Deus, vou mais uma vez começar do zero”. Manadas de seres humanos apinhados nos ônibus e trens, sem o menor conforto, pendurados naquelas alças, esfregados, amassados por tantos corpos humanos suados e exaustos, dia após dia, ano após ano, consumindo diariamente duas, quatro horas de seu tempo, sua saúde, sua vida, vão para o trabalho e voltam, em condição subumana, e fazem suas reclamações, às vezes com palavras duras e justas, mas acrescentam: “O que fazer? Por aqui é assim”.

Podemos melhorar de vida? Podemos não ser caçados por bandidos como coelhos pelas ruas dia e noite, podemos viver em morros sem nos enfiarmos embaixo da cama nos frequentes tiroteios, podemos ter água para beber, cozinhar e tomar banho, e energia elétrica para o chuveiro, o ventilador, a luz da casa?

Não sabemos para que lado nos virar, onde procurar, a quem recorrer. Talvez a esperança seja não a destruição de ônibus, a quebradeira de lojas, a insensatez desatada, mas o gesto mais simples, breve, pequeno, porém transformador, desde que a gente saiba o que está fazendo, o que deve fazer: o “voto”.

Porém uma imensa maioria de nós, embora adulta, nem sabe ler. Outra boa parte da população, se sabe ler, não tem energia, interesse, tempo, instrução suficiente para se dedicar a esses assuntos, se informar, debater e descobrir algum nome a quem confiar esse voto.

Então, por estarmos tão cansados, suados, desanimados ou zangados, mas sem lucidez, eles vão receber, na hora da eleição, o apoio de quem parou um instante no posto da ilusão e digitou um número, um nome, uma sigla, um destino seu, que não acabará significando nada.

(Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/lya-luft-podemos-ser-mais-dignos podemos/. Acesso em: 18/08/2015.Adaptado.)

No trecho Dificilmente encontramos alguém, a não ser criança ou adolescente naquela fase de autorreferência compulsiva e natural, que esteja contente com a situação em geral.” (1º§), a expressão sublinhada expressa
 

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1070855 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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Podemos ser mais dignos? Podemos.

Dificilmente encontramos alguém, a não ser criança ou adolescente naquela fase de autorreferência compulsiva e natural, que esteja contente com a situação em geral.

Que pense ou diga: “Está tudo bem, estamos tranquilos, o país cresce, o povo é razoavelmente bem tratado, nada a reclamar…”.

Manifestações se agitam no Brasil. Pelos mais singulares motivos, ora surreais, ora convincentes, saímos às ruas, querendo ordem, progresso e paz, mas admitindo entre nós a violência e o crime, tudo organizado e financiado por alguém. Um partido, uma instituição, um grupo… alguém. Pois nada disso acontece aleatoriamente.

A mim me impressionam centenas de pessoas descendo de um trem quebrado e andando pelos trilhos em busca do seu destino ou de uma condução. Às vezes jogam pedras e quebram vidros ou portas do trem, mas a maioria, mesmo reclamando, não demonstra indignação. Muitos, num meio sorriso resignado, dizem: “É ruim, mas é assim, que fazer?”.

Ou, quando a enchente mais uma vez inundou a casa, matou a criança, destruiu os bens, e ninguém em alguns anos providenciou nada, comentam: “Com a ajuda de Deus, vou mais uma vez começar do zero”. Manadas de seres humanos apinhados nos ônibus e trens, sem o menor conforto, pendurados naquelas alças, esfregados, amassados por tantos corpos humanos suados e exaustos, dia após dia, ano após ano, consumindo diariamente duas, quatro horas de seu tempo, sua saúde, sua vida, vão para o trabalho e voltam, em condição subumana, e fazem suas reclamações, às vezes com palavras duras e justas, mas acrescentam: “O que fazer? Por aqui é assim”.

Podemos melhorar de vida? Podemos não ser caçados por bandidos como coelhos pelas ruas dia e noite, podemos viver em morros sem nos enfiarmos embaixo da cama nos frequentes tiroteios, podemos ter água para beber, cozinhar e tomar banho, e energia elétrica para o chuveiro, o ventilador, a luz da casa?

Não sabemos para que lado nos virar, onde procurar, a quem recorrer. Talvez a esperança seja não a destruição de ônibus, a quebradeira de lojas, a insensatez desatada, mas o gesto mais simples, breve, pequeno, porém transformador, desde que a gente saiba o que está fazendo, o que deve fazer: o “voto”.

Porém uma imensa maioria de nós, embora adulta, nem sabe ler. Outra boa parte da população, se sabe ler, não tem energia, interesse, tempo, instrução suficiente para se dedicar a esses assuntos, se informar, debater e descobrir algum nome a quem confiar esse voto.

Então, por estarmos tão cansados, suados, desanimados ou zangados, mas sem lucidez, eles vão receber, na hora da eleição, o apoio de quem parou um instante no posto da ilusão e digitou um número, um nome, uma sigla, um destino seu, que não acabará significando nada.

(Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/lya-luft-podemos-ser-mais-dignos podemos/. Acesso em: 18/08/2015.Adaptado.)

O ponto de interrogação ( ? ) em “Podemos melhorar de vida?” (7º§) tem como objetivo
 

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1070850 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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“Essa importante rodovia brasileira, que transporta o equivalente a 50% do PIB (Produto Interno Bruto), passou por transformações que acompanharam o crescimento populacional e econômico do país e, por sua vez, foi fundamental para o desenvolvimento dos municípios por ela servidos. Atualmente, aproximadamente 23 milhões de pessoas em 36 municípios, considerando as capitais São Paulo e Rio de Janeiro, habitam o entorno dessa rodovia.” Qual o nome dessa importante rodovia brasileira?
 

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1070849 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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Os recursos naturais são todos os elementos da natureza, como a luz solar, a água, o solo, os minérios, o ar, os animais, os vegetais, e que são utilizados pelo homem com a finalidade de desenvolver as mais variadas atividades. São exemplos de recursos não renováveis, EXCETO:
 

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1070833 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é calculado desde a década de 90 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), uma das várias agências temáticas da ONU. Seu objetivo é ser uma referência da qualidade de vida. O IDH varia de 0 a 1; quanto mais se aproxima de 1, maior o IDH de um local. Os critérios utilizados para calcular o IDH são, EXCETO:
 

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1070829 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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“A tendência demográfica que a ONU apresentou em um relatório publicado em julho confirmou o crescimento desigual, entre países e continentes, da população global. O documento, elaborado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da Organização das Nações Unidas, mostrou que a África terá índices de crescimento demográficos superiores aos da Ásia e que a Índia se tornará o país mais populoso do mundo em 2022, com cerca de 1,4 bilhão de habitantes.”
(Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/29/internacional/1438196192_156373.html. Adaptado.) Atualmente, qual o país mais populoso do mundo?
 

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1070827 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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“Em julho de 2015, a NASA divulgou a descoberta do exoplaneta _________________. Considerado uma espécie de primo da Terra, ele é 60% maior do que o planeta, orbita uma estrela igual ao Sol e está a 1.400 anos-luz de distância de nós.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
 

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1070823 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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Desde os primórdios da humanidade, o homem buscou fontes de energia para melhorar o desempenho de suas ações e do seu trabalho. Sobre fontes de energia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O petróleo é um exemplo de fonte de energia não renovável.

( ) A maior parte das fontes de energia consumidas no mundo hoje são de fontes renováveis.

( ) Fontes de energia renováveis são aquelas que se recompõem na natureza, em um período relativamente curto de tempo.

A sequência está correta em

 

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1070817 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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“Líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, mais conhecido como Partido Nazista ou Nazi. De nacionalidade austríaca, com 25 anos mudou-se para Munique. Juntou-se ao Partido Trabalhista Alemão e mudou o nome para Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Aos 33 anos tornou-se chefe do partido que já tinha três mil filiados.” Trata-se do grande líder:
 

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1070806 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Natividade-RJ
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O conceito da Amazônia Legal foi criado pela Lei nº 1.806, de 06 de janeiro de 1953. O objetivo da criação da Amazônia Legal foi promover e planejar o desenvolvimento da região. As principais atividades econômicas são: extrativismo vegetal e mineral, agricultura, pesca, atividade industrial, comércio e serviços. Sobre o extrativismo, assinale a afirmativa correta.
 

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