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Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda a questão, que a ele se referem.

Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?. Acesso em: 23 jan. 2026.
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Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?. Acesso em: 23 jan. 2026.
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Sobre o uso do verbo “andar” no texto, é CORRETO afirmar que,
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O vício da aprovação
Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás.
Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me
fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam
comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um
olhar julgador sobre mim.
Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e
aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor
jeito que encontraram para me criar.
Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos
desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos,
olhares e reconhecimentos alheios.
Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca
aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem
somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos
movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura
muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos
e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu
próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]
Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.
Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado.
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O vício da aprovação
Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás.
Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me
fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam
comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um
olhar julgador sobre mim.
Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e
aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor
jeito que encontraram para me criar.
Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos
desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos,
olhares e reconhecimentos alheios.
Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca
aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem
somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos
movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura
muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos
e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu
próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]
Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.
Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado.
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O vício da aprovação
Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás.
Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me
fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam
comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um
olhar julgador sobre mim.
Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e
aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor
jeito que encontraram para me criar.
Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos
desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos,
olhares e reconhecimentos alheios.
Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca
aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem
somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos
movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura
muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos
e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu
próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]
Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.
Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
O vício da aprovação
Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás.
Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me
fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam
comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um
olhar julgador sobre mim.
Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e
aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor
jeito que encontraram para me criar.
Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos
desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos,
olhares e reconhecimentos alheios.
Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca
aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem
somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos
movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura
muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos
e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu
próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]
Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.
Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado.
I- “O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura muito e logo traz a solidão, a dúvida [...]”.
II- “Sem perceber com frequência eles me fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros [...]”.
III- “Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu próprio voo [...]”.
IV- “E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos, olhares e reconhecimentos alheios.”
V- “Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca aprendemos a nos dar.”
Estão CORRETOS os trechos
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Questão presente nas seguintes provas
O vício da aprovação
Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás.
Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me
fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam
comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um
olhar julgador sobre mim.
Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e
aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor
jeito que encontraram para me criar.
Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos
desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos,
olhares e reconhecimentos alheios.
Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca
aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem
somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos
movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura
muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos
e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu
próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]
Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.
Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado.
I- ensinaram-na a enxergar a si mesma com os olhos dos outros.
II- fizeram comparações para lhe mostrar como ela deveria ser.
III- permitiram que ela fosse sempre espontânea, autêntica e livre.
IV- compreenderam que ela esperava deles, principalmente, afeto.
V- mostraram-lhe a importância do respeito à própria essência.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
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O vício da aprovação
Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás.
Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me
fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam
comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um
olhar julgador sobre mim.
Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e
aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor
jeito que encontraram para me criar.
Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos
desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos,
olhares e reconhecimentos alheios.
Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca
aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem
somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos
movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura
muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos
e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu
próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]
Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.
Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado.
I- deixar de temer a desaprovação.
II- evitar o julgamento alheio.
III- ser exigente consigo mesma.
IV- viver com liberdade.
V- ser fiel a si mesma.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
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O vício da aprovação
Por muito tempo, eu nutri a necessidade de ser aprovada em tudo, até nas mínimas coisas. E isso vem lá de trás.
Meus pais foram muito rígidos, exigentes e preocupados com a minha criação. Sem perceber, com frequência eles me
fizeram olhar para mim mesma com os olhos dos outros ou com a ideia de como os outros estavam me vendo. Faziam
comparações para ditar como eu deveria ou não ser. Por isso, além do desejo por aprovação, eu desenvolvi também um
olhar julgador sobre mim.
Desse jeito, fui deixando de ser a pequena Jack espontânea e autêntica, achando que, assim, seria aceita e
aprovada. No fundo, eu era só uma menina em busca do amor e do afeto deles. Entretanto, hoje sei que esse foi o melhor
jeito que encontraram para me criar.
Quando paramos de nos ouvir, de nos sentir e de nos expressar de acordo com a nossa verdade, nos
desconectamos da nossa essência. E somos tomados pelo medo, ficamos mais acuados, reféns de elogios, gestos,
olhares e reconhecimentos alheios.
Colocamos nossa felicidade, nosso senso de valor nas mãos dos outros, desejando receber de volta o que nunca
aprendemos a nos dar. Contudo, a busca por aprovação é como um vício, potencializado pela vergonha de ser quem
somos e pelas mentiras que dizem a nosso respeito: você é insuficiente, inadequada e desinteressante.
Aos poucos, acreditamos em tudo isso e, quando não recebemos o que desejamos, entramos no ciclo de nos
movimentar para sermos aprovados novamente. O vício faz isso: nos alimenta, nos sacia, mas essa sensação não dura
muito e logo traz a solidão, a dúvida, além de um grande sofrimento.
Quando entendi tal dinâmica, concluí que precisava perdoar e acolher a Jack criança, para então quebrar os ciclos
e sair do meu próprio vício por aprovação. Percorri um longo caminho de volta para mim, para viver a liberdade do meu
próprio voo, e, hoje, enfim, escolho atravessar o medo da desaprovação: prefiro ser julgada a trair a minha própria alma.
[...]
Fonte: PEREIRA, Jacqueline. O vício da aprovação. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/.
Acesso em: 23 jan. 2026. Adaptado.
I- baixa autoestima.
II- insegurança.
III- negação do eu.
IV- disciplina.
V- maturidade precoce.
Estão CORRETOS apenas os itens
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