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Foram encontradas 30 questões.

2525373 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Um pai de família comprou 11 kg de carne bovina e de frango, sendo que o quilo da carne bovina custou R$ 9,00 e o de frango custou R$ 3,00 gastando R$ 81,00. A quantidade de carne bovina comprada foi
 

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2522764 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Espaço vital
Moacyr Scliar
Tão logo sentaram e afivelaram os cintos de segurança ele sentiu que o conflito começaria a qualquer momento. O conflito pelo braço da poltrona, bem entendido, este território que, ao menos na classe econômica (para a executiva ele não tinha grana), é obrigatoriamente comum.
Como a mulher a seu lado, ele era corpulento; e o braço da poltrona, estreito, não acolheria os cotovelos de ambos. Breve estaria desencadeada a luta pelo espaço vital, talvez não tão sangrenta quanto a Segunda Guerra na Europa, mas mesmo assim encarniçada.
Ela tomou a iniciativa. Tão logo o avião decolou, e antes mesmo que a comissária anunciasse: "Nosso tempo de voo será de..." ela abriu o jornal. Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens. E, o jornal aberto, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona. Ancorou-o numa posição que não permitiria o ingresso ali de qualquer outro cotovelo.
Ele também tinha um jornal. Ele também era um leitor assíduo. Mas a verdade é que ela se antecipara na manobra, e agora qualquer tentativa dele no sentido de manifestar interesse nas notícias do país e do mundo não passaria de uma medíocre, e até vergonhosa, imitação. Portanto, um a zero para ela.
Mas ele não desistiria. Desistir? De maneira alguma. Como se diz no Sul: "Não está morto quem peleia", e ele ainda tinha muito a pelear. Agora, porém, adotaria uma tática diversa. Uma falsa retirada, destinada a dar à dona do poderoso cotovelo uma ilusória sensação de definitiva vitória. Inclinou a poltrona, bocejou, fechou os olhos e fingiu dormir.
Mas, por entre as pálpebras semicerradas, observava-a. Aparentemente, ela continuava absorvida na leitura. Ele resolveu tentar um ataque sub-reptício, tipo atentado terrorista. Como se fosse um movimento automático, colocou o cotovelo sobre o braço da poltrona. Torceu para que a aeronave entrasse numa área de turbulência, o que acabou acontecendo.
No primeiro solavanco o cotovelo dele empurrou, como que por acidente, o cotovelo dela para fora. E ali ficou triunfante, como aqueles soldados que, na batalha de Iwo Jima, desfraldaram a bandeira americana.
Ela continuava lendo o jornal. Mas ele sabia que, no fundo, ela estava remoendo a raiva e planejando a vingança. Que planejasse. Ele não entregaria jamais a sua conquista.
E aí o problema, o inesperado problema. De repente sentiu vontade de urinar. Muita vontade de urinar. Que fazer?
Se levantasse, perderia o braço da poltrona e nunca mais o recuperaria. Durante longos minutos debateu-se em dúvida cruel. E aí, misericordiosamente, o comandante anunciou que estavam pousando.
Ela fechou o jornal, voltou-se para ele:
- Você sabe que dia é hoje?
Ele não sabia. Ela sorriu, como mãe diante de filho travesso, e revelou: era o aniversário de casamento de ambos. Trinta e cinco anos de matrimônio. Trinta e cinco anos partilhando sonhos, angústias, o cuidado dos filhos. E ah, sim, braços de poltrona em aviões.
Disponível em: http://www.academia.org.br/artigos/espaco-vital-0.
Acesso em: 15 maio 2016.
O “espaço vital” a que se refere o título do texto é o(a)
 

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2522142 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Uma quantia economizada aumentou 20% no início do mês e no fim do mês o total aumentado teve uma redução de 10%, resultando em uma economia de
 

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2521527 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
No figura abaixo, a quantidade total de homens e mulheres com 15 anos é igual a
Enunciado 2831035-1
 

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2520197 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Para que a balança abaixo esteja em equilíbrio, é preciso que o peso que falta marcar no prato da esquerda seja de
Enunciado 2814024-1
 

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2519848 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Espaço vital
Moacyr Scliar
Tão logo sentaram e afivelaram os cintos de segurança ele sentiu que o conflito começaria a qualquer momento. O conflito pelo braço da poltrona, bem entendido, este território que, ao menos na classe econômica (para a executiva ele não tinha grana), é obrigatoriamente comum.
Como a mulher a seu lado, ele era corpulento; e o braço da poltrona, estreito, não acolheria os cotovelos de ambos. Breve estaria desencadeada a luta pelo espaço vital, talvez não tão sangrenta quanto a Segunda Guerra na Europa, mas mesmo assim encarniçada.
Ela tomou a iniciativa. Tão logo o avião decolou, e antes mesmo que a comissária anunciasse: "Nosso tempo de voo será de..." ela abriu o jornal. Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens. E, o jornal aberto, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona. Ancorou-o numa posição que não permitiria o ingresso ali de qualquer outro cotovelo.
Ele também tinha um jornal. Ele também era um leitor assíduo. Mas a verdade é que ela se antecipara na manobra, e agora qualquer tentativa dele no sentido de manifestar interesse nas notícias do país e do mundo não passaria de uma medíocre, e até vergonhosa, imitação. Portanto, um a zero para ela.
Mas ele não desistiria. Desistir? De maneira alguma. Como se diz no Sul: "Não está morto quem peleia", e ele ainda tinha muito a pelear. Agora, porém, adotaria uma tática diversa. Uma falsa retirada, destinada a dar à dona do poderoso cotovelo uma ilusória sensação de definitiva vitória. Inclinou a poltrona, bocejou, fechou os olhos e fingiu dormir.
Mas, por entre as pálpebras semicerradas, observava-a. Aparentemente, ela continuava absorvida na leitura. Ele resolveu tentar um ataque sub-reptício, tipo atentado terrorista. Como se fosse um movimento automático, colocou o cotovelo sobre o braço da poltrona. Torceu para que a aeronave entrasse numa área de turbulência, o que acabou acontecendo.
No primeiro solavanco o cotovelo dele empurrou, como que por acidente, o cotovelo dela para fora. E ali ficou triunfante, como aqueles soldados que, na batalha de Iwo Jima, desfraldaram a bandeira americana.
Ela continuava lendo o jornal. Mas ele sabia que, no fundo, ela estava remoendo a raiva e planejando a vingança. Que planejasse. Ele não entregaria jamais a sua conquista.
E aí o problema, o inesperado problema. De repente sentiu vontade de urinar. Muita vontade de urinar. Que fazer?
Se levantasse, perderia o braço da poltrona e nunca mais o recuperaria. Durante longos minutos debateu-se em dúvida cruel. E aí, misericordiosamente, o comandante anunciou que estavam pousando.
Ela fechou o jornal, voltou-se para ele:
- Você sabe que dia é hoje?
Ele não sabia. Ela sorriu, como mãe diante de filho travesso, e revelou: era o aniversário de casamento de ambos. Trinta e cinco anos de matrimônio. Trinta e cinco anos partilhando sonhos, angústias, o cuidado dos filhos. E ah, sim, braços de poltrona em aviões.
Disponível em: http://www.academia.org.br/artigos/espaco-vital-0.
Acesso em: 15 maio 2016.
“Espaço vital”, de Moacyr Scliar, é uma crônica. Entre as características desse gênero de texto não está o(a)
 

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2519347 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Falar só um idioma é o analfabetismo do século 21?
Constanza Hola Chamy
Em 2013, ao participar da Conferência da Sociedade Asiática do Idioma Chinês, em Boston, nos Estados Unidos, Gregg Roberts não imaginava que aquele momento o transformaria em celebridade global em sua área de atuação.
Ele apresentava o programa de imersão em idiomas que comanda no pequeno e conservador Estado de Utah quando disse: "O monolinguismo é o analfabetismo do século 21".
A plateia aplaudiu, especialistas tomaram nota e leigos começaram a ver a frase pipocar nas redes sociais. "Esse é o tipo de frase que você apenas diz sem pensar na sua repercussão", afirma Roberts.
Mas, assim como não saber ler e escrever determinava o futuro profissional de uma pessoa no século 20, hoje, não dominar mais do que seu idioma nativo é uma barreira de entrada no mercado de trabalho inevitável para qualquer jovem, diz ele. "Por razões econômicas, um segundo idioma tornou-se mais necessário, como uma ferramenta de trabalho", argumenta o especialista. [...]
INGLÊS FORA DE MODA
O inglês é o terceiro idioma com a maior quantidade de falantes nativos do planeta. São 335 milhões ao todo. Mas, ao incluir nesta conta quem o tem como segunda língua, o número sobe para 800 milhões, fazendo dele o segundo mais usado no mundo, depois do mandarim.
Mas, segundo Roberts, os países de idioma inglês têm uma desvantagem em relação a outros, especialmente aqueles em desenvolvimento. "Nós dos Estados Unidos - e, de certa forma, na Inglaterra e outros lugares que são ex-colônias britânicas - não nos preocupamos por falarmos só inglês. Acreditamos que podemos sobreviver no mundo só com ele", afirma.
Isso, porém, nem sempre é possível. "O inglês é o idioma do século 20. Mas, conforme a direção para a qual o mundo se encaminha, logo não será mais o idioma dominante."
E o quanto antes isso for compreendido, melhor. "Os idiomas são uma ferramenta básica e necessária para que os jovens do século 21 consigam se comunicar com o mundo e possam avançar em suas carreiras." [...]
Em um mundo cada vez mais dinâmico, interconectado e global, falar um segundo idioma é um trampolim para um terceiro e, inclusive, um quarto.
"Está comprovado que, uma vez que você aprende um segundo idioma, seu cérebro está preparado para aprender um terceiro muito mais facilmente", afirma Roberts.
EM QUAL IDADE COMEÇAR?
O programa comandado por Gregg Roberts em Utah começa com crianças de 5 e 6 anos. "Começar a aprendizagem de um segundo idioma ainda bem cedo, como parte do sistema escolar, é muito mais eficiente em termos de custos e leva a altos níveis de domínio", afirma ele.
No entanto, o processo pode começar ainda mais cedo. O cérebro humano tem uma propensão genética e biológica para falar e adquirir linguagem. E, enquanto o cérebro está imaturo, maior é a facilidade de assimilar diferentes línguas. [...]
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/05/1769097-falar-so-um-idioma-e-oanalfabetismo-
do-seculo-21.shtml.
Acesso em: 8 maio 2016.
Gregg Roberts transformou-se em celebridade global por
 

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2519181 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Em três dúzias de caixas, cada uma delas com duas dezenas de canetas, há
 

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2518475 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Enunciado 2792136-1
A área total do Município de Monte Alegre, em relação à do Município de Itaituba, representa
 

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2518110 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Espaço vital
Moacyr Scliar
Tão logo sentaram e afivelaram os cintos de segurança ele sentiu que o conflito começaria a qualquer momento. O conflito pelo braço da poltrona, bem entendido, este território que, ao menos na classe econômica (para a executiva ele não tinha grana), é obrigatoriamente comum.
Como a mulher a seu lado, ele era corpulento; e o braço da poltrona, estreito, não acolheria os cotovelos de ambos. Breve estaria desencadeada a luta pelo espaço vital, talvez não tão sangrenta quanto a Segunda Guerra na Europa, mas mesmo assim encarniçada.
Ela tomou a iniciativa. Tão logo o avião decolou, e antes mesmo que a comissária anunciasse: "Nosso tempo de voo será de..." ela abriu o jornal. Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens. E, o jornal aberto, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona. Ancorou-o numa posição que não permitiria o ingresso ali de qualquer outro cotovelo.
Ele também tinha um jornal. Ele também era um leitor assíduo. Mas a verdade é que ela se antecipara na manobra, e agora qualquer tentativa dele no sentido de manifestar interesse nas notícias do país e do mundo não passaria de uma medíocre, e até vergonhosa, imitação. Portanto, um a zero para ela.
Mas ele não desistiria. Desistir? De maneira alguma. Como se diz no Sul: "Não está morto quem peleia", e ele ainda tinha muito a pelear. Agora, porém, adotaria uma tática diversa. Uma falsa retirada, destinada a dar à dona do poderoso cotovelo uma ilusória sensação de definitiva vitória. Inclinou a poltrona, bocejou, fechou os olhos e fingiu dormir.
Mas, por entre as pálpebras semicerradas, observava-a. Aparentemente, ela continuava absorvida na leitura. Ele resolveu tentar um ataque sub-reptício, tipo atentado terrorista. Como se fosse um movimento automático, colocou o cotovelo sobre o braço da poltrona. Torceu para que a aeronave entrasse numa área de turbulência, o que acabou acontecendo.
No primeiro solavanco o cotovelo dele empurrou, como que por acidente, o cotovelo dela para fora. E ali ficou triunfante, como aqueles soldados que, na batalha de Iwo Jima, desfraldaram a bandeira americana.
Ela continuava lendo o jornal. Mas ele sabia que, no fundo, ela estava remoendo a raiva e planejando a vingança. Que planejasse. Ele não entregaria jamais a sua conquista.
E aí o problema, o inesperado problema. De repente sentiu vontade de urinar. Muita vontade de urinar. Que fazer?
Se levantasse, perderia o braço da poltrona e nunca mais o recuperaria. Durante longos minutos debateu-se em dúvida cruel. E aí, misericordiosamente, o comandante anunciou que estavam pousando.
Ela fechou o jornal, voltou-se para ele:
- Você sabe que dia é hoje?
Ele não sabia. Ela sorriu, como mãe diante de filho travesso, e revelou: era o aniversário de casamento de ambos. Trinta e cinco anos de matrimônio. Trinta e cinco anos partilhando sonhos, angústias, o cuidado dos filhos. E ah, sim, braços de poltrona em aviões.
Disponível em: http://www.academia.org.br/artigos/espaco-vital-0.
Acesso em: 15 maio 2016.
Segundo as normas de pontuação, é correto afirmar que
 

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