Foram encontradas 60 questões.
3655965
Ano: 2025
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Matelândia-PR
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Matelândia-PR
Em trabalhos externos, principalmente nos horários sem iluminação natural, qual dos
equipamentos de proteção individual (EPIs) a seguir deve ser obrigatoriamente utilizado?
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3655964
Ano: 2025
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Matelândia-PR
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Matelândia-PR
A efetiva proteção de nosso pavilhão auditivo é realizada através do uso de qual equipamento de
proteção individual a seguir?
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3655963
Ano: 2025
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Matelândia-PR
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Matelândia-PR
A definição a seguir pertence a qual tipo de “risco”?
A aplicação das ciências biológicas humanas em conjunto com os recursos e técnicas da engenharia para alcançar o ajustamento mútuo, ideal entre o homem e o seu trabalho, e cujos resultados se medem em termos de eficiência humana e bem-estar no trabalho. (Organização Internacional do Trabalho – OIT)
A aplicação das ciências biológicas humanas em conjunto com os recursos e técnicas da engenharia para alcançar o ajustamento mútuo, ideal entre o homem e o seu trabalho, e cujos resultados se medem em termos de eficiência humana e bem-estar no trabalho. (Organização Internacional do Trabalho – OIT)
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Uma empresa tem 15 departamentos diferentes. Em cada um destes departamentos trabalham 18
funcionários. A empresa decidiu pagar um bônus de R$ 360,00 para cada funcionário, considerando
estas informações, o valor total pago em bônus pela empresa é igual a:
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Um terreno foi dividido em 3 partes iguais. A primeira parte foi usada para construir uma sala
comercial, a segunda para um sobrado, e a terceira foi dividida igualmente entre quadra de areia e
uma churrasqueira. Que fração do terreno foi usada para a churrasqueira?
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Um caminhão transporta 60 caixas. Metade destas caixas pesa cada uma 25 quilos, a metade
restante pesa 45 quilos cada uma. Desta forma, o peso total em quilos transportado pelo caminhão é
igual a:
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Uma garrafa de térmica foi enchida com café e a sua capacidade é de 2000ml. Se o café vai ser
servido em copos de 50ml, o total de copos que esta quantidade vai encher é igual a:
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Leia o enunciado, analise as lacunas e assinale a alternativa que completa corretamente.
A jornalista __________, nascida no estado de São Paulo, mas criada no Paraná, é reconhecida por seu carisma e profissionalismo, e também por sua longa carreira na emissora ____________.
A jornalista __________, nascida no estado de São Paulo, mas criada no Paraná, é reconhecida por seu carisma e profissionalismo, e também por sua longa carreira na emissora ____________.
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Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer
O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo
de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais
remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as
imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com
cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do
Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.
A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um
lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do
continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive
que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma
viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da
cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de
tirar um rim”, disse rindo.
No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a
mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais
especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações
na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o
tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder
fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de
quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas
— quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes
durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma
hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em
cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou,
brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.
O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado
sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia.
“Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma
médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive
em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.
Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos.
Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir.
“Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do
tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a
direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.
Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país,
como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos
lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele
passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião
monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em
um parque.
Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No
Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma
história”, garantiu sobre os registros.
Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
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Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer
O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo
de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais
remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as
imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com
cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do
Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.
A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um
lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do
continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive
que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma
viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da
cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de
tirar um rim”, disse rindo.
No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a
mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais
especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações
na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o
tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder
fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de
quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas
— quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes
durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma
hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em
cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou,
brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.
O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado
sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia.
“Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma
médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive
em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.
Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos.
Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir.
“Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do
tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a
direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.
Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país,
como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos
lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele
passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião
monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em
um parque.
Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No
Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma
história”, garantiu sobre os registros.
Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
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