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Foram encontradas 55 questões.

2531256 Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

O comando no Linux que exibe arquivos ou o conteúdo de um ou vários diretórios é o:

 

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Apesar da atual crise econômica, o Brasil ainda possui lugar de destaque entre as economias da América Latina. O pais é detentor de algumas das empresas mais importantes da região. Entre as empresas a seguir, assinale a que, no ano de 2015, foi apontada como a maior empresa brasileira.

 

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2530573 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Ao se redigir textos para rádio e televisão, deve-se atentar a algumas peculiaridades dos meios. Por isso, é uma prática recomendável:

 

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2530331 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Texto assinado, que reflete a opinião de quem escreve, com base argumentativa e visão articulista sobre acontecimentos variados da atualidade. Quando tem um caráter periódico no veiculo, é chamado coluna.

Essa descrição refere-se a qual tipo argumentativo de texto?

 

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2530238 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Os urubus

- Estou esperando!

- Não quero!

- Deixá-lo passar!

- Naufragou!

Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:

- Largo!

Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]

A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:

- Muito obrigado! Muito obrigado!

Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.

- Que espécie de gente é essa?

- Oh! não conhece? São os urubus!

- Urubus?

- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!

Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.

- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...

- Mas... e estes homens aqui?

- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!

Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...

-Mas é horrível!

- É a vida, meu caro.

[...]

Os urubus devem ter nome?

- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...

[...]

Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?

Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.

[...]

Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.

- Estiveram contando coisas a nosso respeito?

- Não, absolutamente.

- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...

- Deus queira que não! - fiz assustado.

E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.

RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.

Transpondo-se para a passiva analítica, o verbo de "[...] Dois olhavam com avidez os bondes" assumiria a forma:

 

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2530156 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Softwares inseridos em um computador, utilizados para coletar informações sobre uma ou mais atividades realizadas na Web por um usuário, podendo ser ilegais (para coletar informações sem o consentimento do usuário, com fins espúrios) ou legais (softwares, de empresas que coletam informações de seus assinantes, com vistas a selecionar o tipo de anúncio que irão lhes apresentar), são conhecidos como:

 

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2529568 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Na organização de entrevistas coletivas, é recomendável:

 

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No final de 2015, ocorreu uma reunião internacional na cidade de Paris, denominada COP-21. Reunindo diversos chefes de Estado, essa reunião acabou tendo um documento final que, por muitos, foi considerado histórico para as melhorias ambientais. O principal aspecto tratado nessa reunião é referente ao seguinte aspecto:

 

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2529199 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Os urubus

- Estou esperando!

- Não quero!

- Deixá-lo passar!

- Naufragou!

Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:

- Largo!

Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]

A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:

- Muito obrigado! Muito obrigado!

Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.

- Que espécie de gente é essa?

- Oh! não conhece? São os urubus!

- Urubus?

- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!

Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.

- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...

- Mas... e estes homens aqui?

- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!

Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...

-Mas é horrível!

- É a vida, meu caro.

[...]

Os urubus devem ter nome?

- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...

[...]

Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?

Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.

[...]

Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.

- Estiveram contando coisas a nosso respeito?

- Não, absolutamente.

- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...

- Deus queira que não! - fiz assustado.

E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.

RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.

No contexto do último período do texto, o sentido da expressão destacada em "Dois olhavam COM AVIDEZ os bondes que Vinham da rua do Passeio" é equivalente ao da expressão:

 

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2528678 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Os urubus

- Estou esperando!

- Não quero!

- Deixá-lo passar!

- Naufragou!

Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:

- Largo!

Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]

A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:

- Muito obrigado! Muito obrigado!

Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.

- Que espécie de gente é essa?

- Oh! não conhece? São os urubus!

- Urubus?

- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!

Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.

- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...

- Mas... e estes homens aqui?

- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!

Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...

-Mas é horrível!

- É a vida, meu caro.

[...]

Os urubus devem ter nome?

- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...

[...]

Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?

Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.

[...]

Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.

- Estiveram contando coisas a nosso respeito?

- Não, absolutamente.

- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...

- Deus queira que não! - fiz assustado.

E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.

RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.

Em "SE o tipo não tem casa de enterro: não quero!", o componente destacado é um(a):

 

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