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Foram encontradas 40 questões.

2527814 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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Uma das novas perspectivas da Escola Americana, também conhecida como função de Agendamento ou Estudo dos Efeitos a Longo Prazo, trata-se mais de uma hipótese do que de um corpo teórico estruturado. A temática central é a dos efeitos, mas tem-se, aqui, uma reformulação no tipo de concepção que vinha sendo desenvolvida até então. A respeito disso, assinale a opção ERRADA.
 

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2527788 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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Os jornais e revistas são de grande importância na era da informação, são meios de comunicação de massa, um produto de consumo. Sobre o gênero notícia, marque a opção FALSA.
 

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2527595 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
Com as economias acumuladas durante anos José resolveu aplicar neste momento de crise. Assim calculando o juro composto que será obtido na aplicação que ele fez de R$ 25.000,00 a 25% ao ano durante 72 meses será obtido um juro de:
 

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2527422 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA COM O TEXTO ABAIXO.
TEXTO
A quem a tecnologia beneficia?
Bunge responde de maneira direta: a quem pode pagar e adaptar-se a ela. Esta resposta está sustentada no modo capitalista de organização. A corrida por inovações técnicas e pelo aprimoramento de tecnologias é própria do período industrial, como também o capitalismo. A máquina social move suas engrenagens para dar conta de sua estrutura. Neste contexto, a tecnologia digital é uma peça entrelaçada importante de sustentação do sistema. Ao mesmo tempo, as inovações técnicas, para Bunge, podem ser sinal de avanço e também podem conduzir ao aumento das desigualdades. A sociedade industrial é aberta à inovação tecnológica; semiaberta às transformações culturais, porém, fechada à inovação social progressiva. A chamada de atenção de Bunge é importante para olhar com cautela aos discursos de inclusão digital. A tecnologia está aí, é vivencial, mas não é um fator de igualdade e atende a interesses. O que poderia ainda fortificar estes argumentos poderá ser uma análise, mesmo que superficial, da telefonia celular brasileira. Se na segunda metade dos anos de 1990 a aquisição de um aparelho celular significava estar numa lista de espera e comprar ações, as privatizações das teles fizeram que qualquer pessoa pudesse comprar um aparelho celular em menos de dez minutos. Mesmo com o acesso popularizado encontramos outro problema, o Brasil está entre os países com maior cobrança pelos serviços e aparelhos mais caros, então, há acesso, mas ele não é igualitário e includente, ele atende a um mecanismo maquínico que vai além da discussão da tecnologia em si.
FILOSOFIA, ciência & vida, nº 116, p.56, abril/2016
Transpondo-se a oração “A máquina social move suas engrenagens” para a voz passiva, tem-se:
 

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2527010 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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Acerca da teoria do Interacionismo Simbólico, assinale a opção ERRADA.
 

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2526325 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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Acerca do imperialismo cultural, assinale a opção FALSA.
 

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2524998 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA COM O TEXTO ABAIXO.
TEXTO
A quem a tecnologia beneficia?
Bunge responde de maneira direta: a quem pode pagar e adaptar-se a ela. Esta resposta está sustentada no modo capitalista de organização. A corrida por inovações técnicas(c) e pelo aprimoramento de tecnologias é própria do período industrial, como também o capitalismo. A máquina social move suas engrenagens para dar conta de sua estrutura. Neste contexto, a tecnologia digital é uma peça entrelaçada importante de sustentação do sistema. Ao mesmo tempo, as inovações técnicas, para Bunge, podem ser sinal de avanço e também podem conduzir ao aumento das desigualdades. A sociedade industrial é aberta à inovação tecnológica; semiaberta às transformações culturais, porém(d), fechada à inovação social progressiva. A chamada de atenção de Bunge é importante para olhar com cautela aos discursos de inclusão digital. A tecnologia está aí, é vivencial, mas não é um fator de igualdade e atende a interesses. O que poderia ainda fortificar estes argumentos poderá ser uma análise, mesmo que superficial, da telefonia celular brasileira. Se na segunda metade dos anos de 1990 a aquisição de um aparelho celular significava estar numa lista de espera e comprar ações, as privatizações das teles fizeram que qualquer pessoa pudesse comprar um aparelho celular em menos de dez minutos. Mesmo com o acesso popularizado encontramos outro problema, o Brasil está entre os países(a) com maior cobrança pelos serviços e aparelhos mais caros, então, há acesso, mas ele não é igualitário(b) e includente, ele atende a um mecanismo maquínico que vai além da discussão da tecnologia em si.
FILOSOFIA, ciência & vida, nº 116, p.56, abril/2016
Recebe acentuação gráfica pelo mesmo motivo da palavra “própria” aquela presente na alternativa:
 

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2524063 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA COM O TEXTO ABAIXO.
TEXTO
A quem a tecnologia beneficia?
Bunge responde de maneira direta: a quem pode pagar e adaptar-se a ela. Esta resposta está sustentada no modo capitalista de organização. A corrida por inovações técnicas e pelo aprimoramento de tecnologias é própria do período industrial, como também o capitalismo. A máquina social move suas engrenagens para dar conta de sua estrutura. Neste contexto, a tecnologia digital é uma peça entrelaçada importante de sustentação do sistema. Ao mesmo tempo, as inovações técnicas, para Bunge, podem ser sinal de avanço e também podem conduzir ao aumento das desigualdades. A sociedade industrial é aberta à inovação tecnológica; semiaberta às transformações culturais, porém, fechada à inovação social progressiva. A chamada de atenção de Bunge é importante para olhar com cautela aos discursos de inclusão digital. A tecnologia está aí, é vivencial, mas não é um fator de igualdade e atende a interesses. O que poderia ainda fortificar estes argumentos poderá ser uma análise, mesmo que superficial, da telefonia celular brasileira. Se na segunda metade dos anos de 1990 a aquisição de um aparelho celular significava estar numa lista de espera e comprar ações, as privatizações das teles fizeram que qualquer pessoa pudesse comprar um aparelho celular em menos de dez minutos. Mesmo com o acesso popularizado encontramos outro problema, o Brasil está entre os países com maior cobrança pelos serviços e aparelhos mais caros, então, há acesso, mas ele não é igualitário e includente, ele atende a um mecanismo maquínico que vai além da discussão da tecnologia em si.
FILOSOFIA, ciência & vida, nº 116, p.56, abril/2016
Os termos em negrito em “mesmo que superficial” e “mas ele não é igualitário” exprimem, respectivamente, ideias de:
 

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2523980 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA COM O TEXTO ABAIXO.
TEXTO
A quem a tecnologia beneficia?
Bunge responde de maneira direta: a quem pode pagar e adaptar-se a ela. Esta resposta está sustentada no modo capitalista de organização. A corrida por inovações técnicas e pelo aprimoramento de tecnologias é própria do período industrial, como também o capitalismo. A máquina social move suas engrenagens para dar conta de sua estrutura. Neste contexto, a tecnologia digital é uma peça entrelaçada importante de sustentação do sistema. Ao mesmo tempo, as inovações técnicas, para Bunge, podem ser sinal de avanço e também podem conduzir ao aumento das desigualdades. A sociedade industrial é aberta à inovação tecnológica; semiaberta às transformações culturais, porém, fechada à inovação social progressiva. A chamada de atenção de Bunge é importante para olhar com cautela aos discursos de inclusão digital. A tecnologia está aí, é vivencial, mas não é um fator de igualdade e atende a interesses. O que poderia ainda fortificar estes argumentos poderá ser uma análise, mesmo que superficial, da telefonia celular brasileira. Se na segunda metade dos anos de 1990 a aquisição de um aparelho celular significava estar numa lista de espera e comprar ações, as privatizações das teles fizeram que qualquer pessoa pudesse comprar um aparelho celular em menos de dez minutos. Mesmo com o acesso popularizado encontramos outro problema, o Brasil está entre os países com maior cobrança pelos serviços e aparelhos mais caros, então, há acesso, mas ele não é igualitário e includente, ele atende a um mecanismo maquínico que vai além da discussão da tecnologia em si.
FILOSOFIA, ciência & vida, nº 116, p.56, abril/2016
Com embasamento nas ideias do texto, por “modo capitalista de organização”, infere-se:
 

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2523215 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
Provas:
Sobre os aspectos relacionados à teoria matemática da comunicação, assinale a opção ERRADA.
 

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