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Foram encontradas 50 questões.

2459810 Ano: 2013
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
A Limpeza Técnica é o processo de remoção de sujidades, mediante a aplicação de agentes químicos, mecânicas ou térmicos, num determinado período de tempo. Consiste-se na limpeza de todas as superfícies fixas (verticais e horizontais) e equipamentos permanentes, das diversas áreas do recinto. Com o objetivo de orientar o fluxo de pessoas, materiais, equipamentos e a frequência necessária de limpeza, sendo imprescindível o uso de critérios de classificação das áreas para o adequado procedimento de limpeza.
(Por: Fernanda Maria de Brito et al. Manual de Boas Práticas Para o Serviço de Limpeza. Abordagem Técnica e Prática.p.11 e 12.)
Analise as informações seguintes:
I. O procedimento consiste em espalhar uma solução detergente no piso e esfregar com escova ou esfregão, empurrar com rodo a solução suja para o ralo, enxaguar várias vezes com água limpa em sucessivas operações de empurrar com o rodo ou mop para o ralo.
II. É utilizado para limpeza de pisos com máquinas que possuem tanque para as soluções de detergente que é dosado diretamente para a escova o que diminui o esforço e risco para o trabalhador.
Marque a alternativa que registra correta e respectivamente os tipos de limpezas técnicas enunciadas em I e II.
 

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2458998 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE

Para estabelecer prioridade nos atendimentos de primeiros socorros, deve-se observar a seguinte ordem:

1. Avaliar o estado de consciência.

2. Verificar se a vítima está respirando.

3. Verificar se há parada cardíaca.

4. Verificar se há hemorragia ou algum tipo de sangramento.

Aconselha-se a conduzir a vítima a um posto de saúde ou hospital mais próximo, se for confirmado:

 

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TEXTO: O empregado tem carro e anda de avião. E eu estudei pra quê?
Matheus Pichonelli
O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.
Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente 'revoltada' porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.
Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta. (...)
Por trás desse discurso está uma lógica perversa de dominação. Uma lógica que permite colocar os trabalhadores braçais em seu devido lugar. Por aqui, não nos satisfazemos em contratar serviços que não queremos fazer, como lavar, passar, enxugar o chão, lavar a privada, pintar as unhas ou trocar a fralda e dar banho em nossos filhos: aproveitamos até a última ponta o gosto de dizer “estou te pagando e enquanto estou pagando eu mando e você obedece”. Para que chamar a atenção do garçom com discrição se eu posso fazer um escarcéu se pedi batata-fria e ele me entregou mandioca? Ao lembrá-lo de que é ele quem serve, me lembro, e lembro a todos, que estudei e trabalhei para sentar em uma mesa de restaurante e, portanto, MEREÇO ser servido. Não é só uma prestação de serviço: é um teatro sobre posições de domínio. Pobre o país cujo diploma serve, na maioria dos casos, para corroborar estas posições.
Por isso o discurso ouvido por meu amigo em seu condomínio é ainda uma praga: a praga da ignorância instruída. Por isso as pessoas se incomodam quando a lavadeira, ou o porteiro, ou o garçom, “invade” espaços antes cativos. Como uma vaga na garagem de prédio. Ou a universidade. Ou os aeroportos. (...)
Esses exemplos mostram que, por aqui, pobre pode até ocupar espaços cativos da elite (não sem nossos protestos), mas nosso diploma e nosso senso de distinção nos autorizam a galhofa: “lembre-se, você não é um de nós”. Triste que este discurso tenha sido absorvido por quem deveria ter como missão a detonação, pela base e pela educação, dos resquícios de uma tragédia histórica construída com o caldo da ignorância, do privilégio e da exclusão.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-empregada-ja-tem-carro-e-eu-estudei-pra-que-5156.html
O título do texto:
 

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2458431 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE

Analise os enunciados seguintes:

1. Inspecionar as dependências de prédios públicos e seu entorno.

2. Fazer a vigilância dos acessos e estacionamentos de prédios públicos.

3. Vigiar todos os imóveis do bairro onde se situam os prédios públicos.

Marque a série em que todos os enunciados estão em conformidade com as atribuições profissionais do “Agente de Vigilância Patrimonial”.

 

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2458088 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE

Analise as afirmações seguintes:

1. Quem exerce o cargo de vigia ou de guarda de patrimônio tem que se manter atento a tudo que ocorre ao seu redor.

2. O vigia e/ou o guarda de patrimônio deve evitar qualquer tipo de atendimento fora do horário de expediente.

3. O exercício da função de vigia e/ou de guarda de patrimônio implica educação para abordar as pessoas que querem passar direto para ter acesso ao prédio.

4. O “Agente de Vigilância Patrimonial” deve tratar todas as pessoas com o pronome VOCÊ, porque o cargo faculta este tipo de tratamento.

Estão corretas:

 

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2457123 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE

A função do “Agente de Vigilância Patrimonial” volta-se para dar proteção ao patrimônio público, vigiando constantemente todos os espaços públicos com o objetivo de:

 

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2456837 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE
“Um acidente de trabalho pode levar o trabalhador a se ausentar da empresa apenas por algumas horas, o que é chamado de acidente . É que ocorre, por exemplo, quando o acidente resulta num pequeno corte no dedo, e o trabalhador retorna ao trabalho em seguida.”
Marque a expressão que completa coerentemente a lacuna do texto.
 

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2456789 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE

Para certificar-se de que todas as dependências estão fechadas com segurança, o “Agente de Vigilância Patrimonial” deve vistoriar:

 

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2456652 Ano: 2013
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: SEPROD
Orgão: Câm. Estância-SE

Para que as pessoas tenham acesso às dependências dos prédios do patrimônio público, elas:

 

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TEXTO: O empregado tem carro e anda de avião. E eu estudei pra quê?
Matheus Pichonelli
O condômino é, antes de tudo, um especialista no tempo. Quando se encontra com seus pares, desanda a falar do calor, da seca, da chuva, do ano que passou voando e da semana que parece não ter fim. À primeira vista, é um sujeito civilizado e cordato em sua batalha contra os segundos insuportáveis de uma viagem sem assunto no elevador. Mas tente levantar qualquer questão que não seja a temperatura e você entende o que moveu todas as guerras de todas as sociedades em todos os períodos históricos. Experimente. Reúna dois ou mais condôminos diante de uma mesma questão e faça o teste. Pode ser sobre um vazamento. Uma goteira. Uma reforma inesperada. Uma festa. E sua reunião de condomínio será a prova de que a humanidade não deu certo.
Dia desses, um amigo voltou desolado de uma reunião do gênero e resolveu desabafar no Facebook: “Ontem, na assembleia de condomínio, tinha gente 'revoltada' porque a lavadeira comprou um carro. ‘Ganha muito’ e ‘pra quê eu fiz faculdade’ foram alguns dos comentários. Um dos condôminos queria proibir que ela estacionasse o carro dentro do prédio, mesmo informado que a funcionária paga aluguel da vaga a um dos proprietários”.
Sem que se perceba, reuniões como esta dizem mais sobre nossa tragédia humana do que se imagina. A do Brasil é enraizada, incolor e ofuscada por um senso comum segundo o qual tudo o que acontece de ruim no mundo está em Brasília, em seus políticos, em seus acordos e seus arranjos. Sentados neste discurso, de que a fonte do mal é sempre a figura distante, quase desmaterializada, reproduzimos uma indigência humana e moral da qual fazemos parte e nem nos damos conta. (...)
Por trás desse discurso está uma lógica perversa de dominação. Uma lógica que permite colocar os trabalhadores braçais em seu devido lugar. Por aqui, não nos satisfazemos em contratar serviços que não queremos fazer, como lavar, passar, enxugar o chão, lavar a privada, pintar as unhas ou trocar a fralda e dar banho em nossos filhos: aproveitamos até a última ponta o gosto de dizer “estou te pagando e enquanto estou pagando eu mando e você obedece”. Para que chamar a atenção do garçom com discrição se eu posso fazer um escarcéu se pedi batata-fria e ele me entregou mandioca? Ao lembrá-lo de que é ele quem serve, me lembro, e lembro a todos, que estudei e trabalhei para sentar em uma mesa de restaurante e, portanto, MEREÇO ser servido. Não é só uma prestação de serviço: é um teatro sobre posições de domínio. Pobre o país cujo diploma serve, na maioria dos casos, para corroborar estas posições.
Por isso o discurso ouvido por meu amigo em seu condomínio é ainda uma praga: a praga da ignorância instruída. Por isso as pessoas se incomodam quando a lavadeira, ou o porteiro, ou o garçom, “invade” espaços antes cativos. Como uma vaga na garagem de prédio. Ou a universidade. Ou os aeroportos. (...)
Esses exemplos mostram que, por aqui, pobre pode até ocupar espaços cativos da elite (não sem nossos protestos), mas nosso diploma e nosso senso de distinção nos autorizam a galhofa: “lembre-se, você não é um de nós”. Triste que este discurso tenha sido absorvido por quem deveria ter como missão a detonação, pela base e pela educação, dos resquícios de uma tragédia histórica construída com o caldo da ignorância, do privilégio e da exclusão.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-empregada-ja-tem-carro-e-eu-estudei-pra-que-5156.html
Para o autor:
 

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